Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Brunna Mello

A terça-feira chegou e aqui vai mais uma entrevista com pessoas do cavalo. Dessa vez vamos conhecer um pouco da modalidade três tambores com a amazona Brunna.brunnamello4

Nome:
Brunna Mello

Nome do Cavalo:
Britney Cody

Onde monta:
Fazenda Vale da Graúna

Modalidade/altura/ categoria:
Três tambores / Feminina e Aberta

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Minha história com cavalos começou muito cedo, com apenas 5 anos comecei com aulas de baliza e tambor em Cascavel no Paraná. Fui morar em Fortaleza aos 7 anos e lá não encontrei essa modalidade, foi então que comecei a praticar o Hipismo Clássico. Desde então a paixão por montaria só aumentou. Mudei-me para Curitiba e conheci a Sociedade Hípica Paranaense, onde obtive muitas conquistas na modalidade salto. Hoje estou morando na cidade de Boa Vista em Roraima, praticando três tambores novamente.

Qual foi sua prova inesquecível?
Um dos momentos mais marcantes foi em uma etapa do Ranking HSBC no Paraná quando competia na modalidade salto. Em uma prova cravei o tempo ideal. Foi emocionante.

Você tem algum ritual antes da prova?
Acredito que não. Apenas procuro respirar fundo e ficar tranquila, ainda mais nas competições na modalidade três tambores, que é pura adrenalina.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Acho que o sonho de toda pessoa que pratica três tambores é um dia participar e ganhar a famosa prova em Barretos. Além da Super Horse Três Tambores, da Top Team Cup e de campeonatos em Americana.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
As provas de Americana e Barretos são as melhores, gostaria muito de participar em uma delas.

Qual seu ídolo no esporte?
André Coelho que é um dos grandes nomes do Três Tambores. Tem ótimas técnicas e começou por vontade própria.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Gosto de tudo, porém aqui no estado ainda falta incentivo ao esporte.

O que o hipismo mudou na sua vida?
É minha paixão desde pequena. Amo cavalos e não troco por nada.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Com certeza, independente da modalidade, o que qualquer um sonha ou gosta de ouvir é a “música do Ayrton Senna”, Tam tam taaaaammm…

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Um dos cavalos que tive a felicidade de montar foi o Eclipse. Além de todos os prêmios que ganhamos juntos, tinhamos uma intensa conexão, que durou mais de um ano. Adorava brincar com ele, sair para passear, além é claro de monta-lo.

O que seu cavalo representa pra você?
Cada cavalo representa uma nova etapa, um novo desafio para mim, um outro modo de montar e de lidar com uma nova personalidade. Tenho um carinho enorme por todos que já montei.

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Fotos: Arquivo Pessoal

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Manuela Cunha

Essa semana a entrevistada é a amazona Manuela da Bahia.
Conheçam um pouco da história dessa amazona que vem se destacando nos concursos de salto pelo país.

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Nome:
Manuela Monteiro Rodrigues da Cunha

Nome do Cavalo:
Qwina Z e Code

Onde monta:
Equus Clube do Cavalo -Bahia

Modalidade / altura / categoria:
Salto – 1.40m -Sênior

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei a montar quando fui embora de Brasília e vim morar em Salvador. Comecei a montar no final de 2000 e foi paixão à primeira vista. Foi na Escola de Equitação e Equoterapia Jaguar que tudo começou.

Qual foi sua prova inesquecível?
Creio que o primeiro título Brasileiro tem um marco muito grande, que foi em 2005 no Brasileiro de Juvenil, mas o mais emocionante foi o Brasileiro de Young Riders em 2010. Fui vice-campeã. Foi uma emoção muito grande e uma realização inesquecível. Conquistei isso graças a Qwina e meu técnico André Giovanini.

Você tem algum ritual antes da prova?
Fico um pouco ansiosa nas provas, então tento fazer coisas que tirem um pouco essa ansiedade. Geralmente ouço música quando acordo e converso um pouco com meus cavalos. E sempre piso com o pé direito na pista!

Qual seu concurso preferido no Brasil?
É um pouco difícil locomover os cavalos daqui da Bahia pra outros estados, pois é muito longe. Já fui em vários concursos e mas ainda tem muitos que gostaria de conhecer.
Não tenho um concurso específico, mas gosto muito de pular em São Paulo e Rio de Janeiro.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Estou analisando a possibilidade de no próximo ano passar uma temporada em Wellington. Pretendo levar minha égua e tentar fazer um bom desempenho em Palm Beach.

Qual seu ídolo no esporte?
Além do André Giovanini (meu instrutor), gosto muito do Marcus Ehning.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Você pode encontrar em alguns lugares o companheirismo, a amizade, mesmo tendo competição dentro das pistas. É bom você viajar para um concurso e ser bem recebido.
Acho que precisa um pouco mais de ajuda entre todos. Já vi algumas coisas chatas. Precisamos de menos pessoas olhando para o próprio umbigo.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Hoje não me imagino sem o hipismo.Tudo que construí foi graças ao esporte. Sempre me dediquei a isso e não me arrependo. Acho que o esporte pode te trazer determinação, confiança, perseverança e um olhar mais humano.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Não tenho uma música específica para me inspirar nos treinos, mas uma música que inspira se chama “Ta escrito” do grupo Revelação.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Qwina Z foi sem dúvida a maior alegria da minha vida. Além de ter trazido muitos títulos para mim, houve uma conexão muito forte desde o início.
Ela faz tudo com muito amor, seriedade e competência. Sinto ela muito completa!

O que seu cavalo representa pra você?
Representa VIDA! Eles são liberdade, diversão, felicidade, essência, capacidade, experiência e principalmente AMOR!

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Fotos: Arquivo Pessoal

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Lucas Passos

O Hipismo&Co inaugura mais uma seção : “Você e seu cavalo no Hipismo&Co”.
Toda terça publicaremos uma entrevista descontraída com amazonas e cavaleiros brasileiros, que nos contarão um pouco da sua vida no esporte.
Colabore com o blog! O próximo entrevistado pode ser você!

Começaremos com a entrevista do cavaleiro Lucas de Curitiba.

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Nome:
Lucas Passos

Nome do Cavalo:
Chandover

Onde monta:
Sociedade Hípica Paranaense

Modalidade/altura/ categoria:
Salto, 1.20m, Jovens Cavaleiros

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei em 2006. Quando despertou em mim o interesse por cavalos, então resolvi procurar algo relacionado a isso em Curitiba, e fui parar na Hípica Paranaense. Adorei já na primeira aula o esporte e a hípica e desde então sigo praticando Hipismo.

Qual foi sua prova inesquecível?
A minha prova inesquecível foi ano passado. Meu cavalo passou mal duas semanas antes do CSN MD Curitiba, ficou parado essas duas semanas, treinei apenas um dia e saltei o Mini-GP de 1,25m. Ele me surpreendeu naquele dia. Com mais de
100 conjuntos, apenas 12 no desempate, grandes nomes e bons cavalos participando e nós ficamos em terceiro lugar. Foi realmente memorável!

Você tem algum ritual antes da prova?
Não sei se posso dizer que é um ritual, mas sempre antes de entrar na pista, agrado meu cavalo, falo “vamos zerar?” e começo meu percurso.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Para assistir, sem dúvida, o Athina Onasis é o melhor. Já tive a oportunidade de saltar o  CSN Derby no Clube Hípico de Santo Amaro e gostei muito.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
O Athina Onasis, que é a melhor prova da América Latina, com cavaleiros internacionais. Participar de uma prova assim seria muito especial.

Qual seu ídolo no esporte?
Gosto bastante do César Almeida, não só pela técnica que é indiscutível, mas também pela humildade. E também do Bernardo Alves, gosto muito do estilo dele montar.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Gosto de tudo, passo horas na hípica, sempre tem algo para fazer, montar, conversar com os amigos, ou simplesmente escovar meu cavalo e levar pra pastar. Não vejo nada que mudaria. É claro que o ambiente não é perfeito, tem seus pequenos defeitos como qualquer outro lugar.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Mudou completamente minha vida. Me fez aprender a pensar antes em meu cavalo do que em mim, me tornou mais competitivo, me deu determinação e disciplina pra querer ganhar. Hoje eu tenho uma vida inteira que gira em torno disso.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Gosto muito da música Stand Up do Right Said Fred, acho que tem tudo a ver com o hipismo e competições.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Sem dúvida o Chandover, cada dia me ensina algo novo, cada prova que zeramos é uma felicidade de como se fosse a primeira. Me divirto muito com ele, desde assití-lo pastando, até um simples minuto de prova. Nós dois, nesses três anos juntos, vencemos muitos desafios e limites, que ninguém acreditava, essa sensação é muito boa.

O que seu cavalo representa pra você?
Representa tudo, é ele com quem eu passo mais horas do meu dia. Peço todos os dias pra que ele tenha saúde e que se alguma coisinha tiver que acontecer, como dor, ou machucado, que aconteça comigo e não com ele. Ele é muito especial para mim!

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Se quiser participar dessa seção. Nos envie suas respostas com no mínimo duas fotos para o e-mail contato@hipismoeco.com.br

Fotos: Arquivo Pessoal – Lucas Passos

 

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