Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Lauren Campos

A entrevista dessa terça é com a Lauren, uma jovem que herdou de sua mãe o amor pelos cavalos.

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Nome:
Lauren M.S.Campos

Nome do Cavalo:
Nunca tive cavalo próprio, monto os cavalos da hípica onde minha mãe trabalha. Futuramente espero comprar um cavalo novo, e minha mãe vai treina-lo.

Onde monta:
Monto no Centro Hípico de Itu, amo a equipe de lá, uma hípica diferente, onde todos são unidos o que é difícil ver em outros lugares e os cavalos da hípica são demais.

Modalidade/altura/ categoria:
Prático salto, no momento estou treinando pista de 1,00m /1,10m, só fiz uma competição de 0,80m. Estranho dizer que faço hipismo a 5 anos e competi só uma vez, mas na hípica onde eu estava não tinha como competir, eu teria que ter um cavalo próprio.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Bom, minha mãe trabalhava na cavalaria, com equoterapia e me colocava quando eu era um bebê em cima dos cavalos. Com uns 8 pra 9 anos comecei a montar no Clube do Cavalo onde minha mãe trabalhava na época. Lá praticava tambor e baliza, fiquei uns meses apenas nesse local, logo mudei para o Haras Kaina, onde a modalidade era o adestramento, fiquei pouco tempo também por lá e fui para o Haras Monte Cristo, onde comecei o salto. Nesse Haras montei por quase 5 anos. Nesse tempo tive algumas aulas de adestramento também, com uma professora Suíça, foi incrível.

Qual foi sua prova inesquecível?
Competi apenas uma vez, e logo vou competir novamente, ainda não tenho uma prova inesquecível. Mas na minha primeira consegui um terceiro lugar. Foi muito engraçado, porque quando entrei na pista, bateu o sino e eu comecei meu percurso, nesse momento um outro cavalo ” invadiu” a pista, eu tive que parar e começar de novo.

Você tem algum ritual antes da prova?
Não, procurei manter a calma e conversar com o meu cavalo apenas.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Athina Onassis Horse Show, acho incrível!

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Por enquanto não, mais para frente talvez Athina Onassis Horse Show e Rolex Fei World Cup, mas isso vão ser apenas sonhos, sei que infelizmente não teria condições.

Qual seu ídolo no esporte?
Vários. Eu acho incrível o Kevin Staut, assim como o Ludger Beerbaum, Edwina Alexander, Pénélope Leprévost, entre outros. Cada um deles têm seu próprio jeito de montar, técnicas, etc…

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Em primeiro lugar os cavalos, com certeza. Amo chegar na hípica quando está frio e abraça-los, sempre estão quentinhos. Fico feliz só de estar com eles.
Se eu pudesse mudar algo, mudaria muitas coisas. Mas algo que me deixa muito triste é ver que tem muitas pessoam na hípica montam, descem do cavalo e vão embora, nem um carinho fazem nos cavalos. Eu cuido com tanto carinho dos cavalos que monto, mesmo não sendo meus, imagina se fossem meus.

O que o hipismo mudou na sua vida?
O hipismo mudou muita coisa, mas nem tanto como os cavalos. Posso dizer que se não fossem eles eu não seria quem sou hoje. Aprendi muita coisa com os equinos.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Escuto música country e gosto de ouvir “Animal – Miike Snow”, sempre canto essa música quando estou montando. Os filmes que eu gosto são “O Encantador de cavalos” e “Seabiscuit”, são demais.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Na hípica onde eu estava antes, tinha um cavalo que ninguém montava, como minha mãe dava aula lá me colocou para monta-lo. Era um anglo-árabe, que estava sem trabalho, sem contar que ele era quente demais e eu ainda não sabia como montar direito. Na primeira vez que subi nele, chorei de tanto medo, então minha mãe disse que se eu não montasse ele não iria mais na hípica, fiquei uma semana sem ir. Até que eu criei coragem e fui, comecei a montar o anglo-árabe e percebi que ele era perfeito. Fiquei louca por ele e então só queria treinar com ele, anos se passaram e praticamente ele era meu cavalo, era meu irmão. Não tive essa ligação forte com outro cavalo além dele,nos dias tristes eu chegava e corria direto ao piquete, ele vinha até onde eu estava aquele olhar era tão lindo que eu acabava esquecendo tudo de ruim. Eu tinha TOTAL confiança nele, o cavalo mais manso do mundo, chamava Homero, posso dizer, ele mudou minha vida. Amava monta-lo sem sela e saltar, acho que montava mais sem sela do que com. Mas infelizmente minha mãe parou de trabalhar lá, e não pude ve-lo novamente, foi a pior coisa que me aconteceu. Já faz alguns meses, mas ainda choro de saudade dele. Para mim era mais que um animal de estimação ou um simples cavalo, era o cavalo que eu cuidava, brincava e treinava. Por isso posso dizer que ele foi o que mais me trouxe alegria.

O que seu cavalo representa pra você?
Bom, é difícil essa pergunta, nunca tive um, apenas o Homero que foi como um irmão para mim. Mas agora na nova hípica não tenho como “adotar ” um cavalo, cada vez monto um, mas tenho paixão por todos.

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Se quiser participar dessa seção. Nos envie suas respostas com no mínimo duas fotos para o e-mail contato@hipismoeco.com.br

Fotos: Arquivo Pessoal Lauren Campos

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Gabriela Patti

Conheçam um pouco da jovem amazona Gabriela na entrevista aqui no Hipismo&Co.

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Nome:
Gabriela De Alencar Patti

Nome do Cavalo:
Le Charmant

Onde monta:
Cittac Escola De Equitaçao

Modalidade/altura/ categoria:
Salto, 0,90m, categoria Aberta

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Foi em 2006. Comecei a montar na Sociedade Hípica Nilton Lins

Qual foi sua prova inesquecível?
Foi uma prova com a Princesa, minha primeira égua, ela era pampa. Quando eu a  comprei não sabia que ela tinha sido de circo. Aos poucos fui descobrindo que era um animal diferente. As vezes, do nada ela sentava ou ate mesmo deitava. Foi com essa égua que fiz minha primeira prova e ficamos em primeiro lugar.

Você tem algum ritual antes da prova?
Rezo por mim e pelo meu cavalo

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Athina Onassis e The Best Jump

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Athina Onassis e Olimpíadas

Qual seu ídolo no esporte?
Marcus Ehning

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
O cheiro de cavalo e as amizades, que já fazem parte da minha família. Eu não mudaria nada.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Sim. O filme Flicka 3 que fala de hipismo e a musica do LMNT-Hey Juliet.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Udine. Ele era um garanhão gigante e preto com uma mancha branca na testa. Era perfeito. Me lembro do primeiro dia em que o montei, foi amor a primeira vista. Eu era quem mais o montava na Hípica, pois muitos tinham medo dele por ser um cavalo muito grande, mas ele não era bravo apesar do tamanho. Na primeira prova em que participei com ele, fomos eliminados por refugos. Sabia que tinha algo errado com ele, algum tempo depois disso ele morreu. Quando soube meu mundo caiu. Mesmo ele não sendo meu no papel sinto que ele será meu eterno amigo.Vou sentir saudades dele.

O que seu cavalo representa pra você?
O meu cavalo representa tudo, meu amor, minha paixão e inspiração. Mesmo sendo alugado falo que é meu, pois no meu coração ele já é meu.

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Fotos: Arquivo Pessoal Gabriela Patti

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Nicolle Margeotto

Chegou o dia da entrevista no Hipismo&Co. A amazona Nicolle de São Paulo nos conta um pouco da sua vida hípica.
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Nome:
Nicolle Pantoja Margeotto

Nome do Cavalo:
Tenho 2. O Dream Makker Imperio Egipcio e a Catitta

Onde monta:
Helvetia Riding Center – Indaiatuba – SP

Modalidade/altura/ categoria:
Me dedico ao Salto. Acabei de subir para a altura de 1,30m e salto pela categoria Pré-Junior.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Minha ligação com os cavalos começou quando eu tinha 1 ano e meio, que foi quando subi pela primeira vez em um cavalo junto com meu pai. Desde de pequena nunca demonstrei medo pelo animal e sim grande interesse e compaixão. Aos poucos, quando atingi os 6 anos, resolvi iniciar aulas de hipismo por simplesmente gostar do animal e em seguida me apaixonei perdidamente, tanto pelo esporte quanto pelos cavalos. Aos 8 anos, participei de minha primeira prova de salto na extinta categoria Equitação Fundamental.
Não me lembro de muita coisa da primeira vez que estive em uma hípica, mas sei que me senti completamente entusiasmada e de acordo com meus pais, já demonstrava interesse pelo hipismo.

Qual foi sua prova inesquecível?
É difícil citar apenas uma prova inesquecível, porque acredito que várias delas tiveram uma grande importância para o que sou e onde estou hoje. Todas elas tiveram momentos inesquecíveis! Como quando eu dei meu primeiro galope da vitória, ou quando eu fui campeã pela primeira vez, ou até mesmo todas as provas que eu fiz na categoria Fundamental nas quais eu fazia as vezes menos de 0,05 centésimos do tempo ideal. Hoje dou muita risada de lembrar de tudo isso. Mas quero fazer um pequeno comentário a respeito de uma prova que saltei recentemente em Florianópolis – a primeira seletiva para o Campeonato Americano e Sul Americano da Juventude – sendo que era minha estreia na série 1,30m. Tive a oportunidade de experimentar tudo naquela prova, mas acima de tudo, tirei uma lição não só do hipismo, mas de vida também. Se não fosse por pequenos erros que cometi nessa prova, jamais teria chegado aonde minha consciência me levou. E por isso, essa prova vem sendo umas das mais importantes provas que já fiz. Ela me levou a refletir sobre algo que vou levar para a vida inteira.

Você tem algum ritual antes da prova?
Quando chego em qualquer concurso costumo ir direto para as baias onde estão meus cavalos, para ver se estão bem, se comeram e se está tudo em ordem. Antes da minha prova começar, sempre procuro me focar o máximo em o que devo fazer. Tendo visto alguns concorrentes vou montar e aqueço meus cavalos, antes de entrar na pista sempre rezo e assim que entro faço o sinal da cruz, tanto em mim, quanto em meus cavalos.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Para mim hoje, acredito que os mais importantes do Brasil são o Athina Onassis e o famoso The Best Jump. Ambos são incríveis de se ver.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Existem várias, como o Americano da Juventude e mais para frente o Athina Onassis, o The Best Jump, o The Global Champions Tour, o Rolex FEI World Cup, o Pan-americano, e também as Olimpíadas.

Qual seu ídolo no esporte?
Tenho vários, mas os que mais acompanho são a Edwina Alexander, Meredith Beerbaum, Steve Guerdat e Eric Lamaze. Mas também tenho um ídolo bem próximo de mim, o qual sei que esta sempre do meu lado, o cavaleiro Vitor Alves Teixeira.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Gosto muito de estar perto deste seres verdadeiros que são os cavalos, muitas vezes fico mais com eles do que com meus amigos. Também gosto do fato de que as famílias se reúnem, do espírito de vitórias dos concorrentes (o que muitas vezes tornam as provas mais emocionantes) e do próprio clima de competição. É muito bom! Mas ao mesmo tempo, eu acredito que a competitividade vem aumentando muito principalmente entre os pais. Muitos esquecem que seus filhos ainda são jovens e apostam neles para competir com outras famílias, como se dissessem “tenho cavalos melhores” ou “meu filho é melhor”. Isso eu acho que é algo muito triste, porque passa a ser inconsciente e eles deixam de ver a realidade e apenas se preocupam com a competição.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Realmente muita coisa. Penso em cavalo 24 horas por dia e as vezes acho que só sei falar sobre isso. Para ter uma ideia, já faz mais de 3 anos que não vou em uma festa como todas as outras garotas da minha idade estão acostumadas. Vivo entorno do hipismo e da dedicação aos estudos. Pra resumir, não sei como viveria sem os cavalos. Eles são meu tudo! São minha vida!

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Ah, nunca parei pra pensa nisso. As músicas que escuto com frequência quando vou montar são Don’t You Worry Child, Scream and Shout, Titanium, 93 Million Miles e Stand Up (For The Champions). O filme eu diria que Flicka é um que eu amo, assistindo ele aprendi que as vezes você tem que quebrar barreiras para se encontrar.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Cada cavalo teve uma importância muito grande na minha vida. Com cada um eu consegui aprender algo novo. Mas hoje, acredito que a mais importante é a minha égua Catitta, estamos juntas à um ano e meio. Ela é minha parceira e o que me deixa mais feliz a respeito dela, é que ela é uma égua que vem ganhando experiência junto comigo. A cada prova, eu vejo ela evoluir, e melhorar. Então não digo que seja alegria de vitórias, mesmo ela já tendo me dado algumas. Digo a alegria de ver seu trabalho evoluindo, ver que esta funcionando. Eu acho lindo quando conseguimos ver um cavalo evoluir.

O que seu cavalo representa pra você?
Para mim, o cavalo não é simplesmente um cavalo. Ele é mais que isso. É um melhor amigo. É como em um casamento,  ele esta ali para você na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Ele é fiel e verdadeiro em relação à seus sentimentos. Ele te aceita como você é. Te permite ser livre. Os cavalos nunca vão te abandonar, independente do momento. Acredito que são melhores que muita gente. Não vejo uma vida para mim sem cavalos. Eu os amo muito e serei sempre fiel a eles!

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Beatriz Martins Santos

Mais uma amazona de Curitiba que respondeu as perguntas do Hipismo&Co. Dessa vez é a entrevistada foi a Beatriz. Conheça um pouco da vida hípica da jovem curitibana.

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1- Nome:
Beatriz Martins Santos

2- Nome do Cavalo:
Ritz Khan Jmen/ Challinger Jmen III

3- Onde monta:
SHPr – Curitiba – PR

4- Modalidade/altura/ categoria:
Salto, 1,20m, Mirim

5- Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Eu comecei a montar entre 9 e 10 anos no Centro Hípico Gallope. Após 2 anos fui para a Sociedade Hípica Paranaense.

6- Qual foi sua prova inesquecível?
Bem, uma das minhas provas inesquecíveis, foi em Curitiba mesmo, foi a 2ª etapa do ranking da Federação Paranaense de Hipismo e da Sociedade Hípica Paranaense em que estava testando o meu cavalo (Ritz Khan) e acabei ganhando a prova. Foi assim que eu descobri que ele seria o cavalo perfeito.

7- Você tem algum ritual antes da prova?
Não.

8- Qual seu concurso preferido no Brasil?
O meu concurso preferido, dentre os que já participei, é o Derby de Santo Amaro.

9- Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Eu gostaria muito de participar o GCT (Global Champions Tour).

10- Qual seu ídolo no esporte?
O meu ídolo, quero dizer, ídola, é a Edvina Tpos Alexander.

11- O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
O que eu mais gosto na hípica são as amizades que fazemos. E não sei se mudaria alguma coisa.

13- Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Sim, “I won’t give up” do musico Jason Mraz.

14 – Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Foi o Ritz Khan Jmen

15 – O que seu cavalo representa para você?
Para mim o meu cavalo representa tudo, é minha vida!!

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Maria Eduarda

A entrevista da vez no Hipismo&Co é com a pequena amazona de Brasília, Maria Eduarda. Veja que mesmo com tão pouca idade ela já se apaixonou pelo hipismo.

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Nome:
Maria Eduarda

Nome do Cavalo:
Branquinha (treino com ela, mas não é minha)

Onde monta:
Sociedade Hípica de Brasília

Modalidade/altura/ categoria:
Salto/ Nível I. Tenho 8 anos e adoro montar.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei agora em 2013. Meu pai me levou na hípica junto com minha mãe, eu fiz o teste e gostei muito desde o primeiro dia.

Qual foi sua prova inesquecível?
Sem dúvida, foi a minha primeira prova. Eu só tinha um mês de aula e venci. Quase morri de susto quando ouvi o resultado, não imaginava, fiquei muito feliz.

Você tem algum ritual antes da prova?
Sim, peço a Deus que me acompanhe.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Assisto vídeos na internet de campeonatos e pretendo ver um ao vivo.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Talvez um internacional quando eu estiver em uma equipe.

Qual seu ídolo no esporte?
Doda.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Gosto de ir nas baias para ver os cavalos. Vê-los tomar banho é muito legal. Acho q não mudaria nada lá, amo tudo.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Muita coisa, eu fiquei mais calma, era muito nervosa, brigava com meus irmãos e agora estou bem melhor.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Ainda não.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Foi o Brunão, venci a prova com ele.

O que seu cavalo representa pra você?
Como disse, ainda não tenho o meu próprio cavalo, mas sonho em ter meu cavalo para cuidar e amar,  todos os dias, pois é esse meu sentimento pelos cavalos .

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Fotos: Arquivo Pessoal

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Anna Luiza Ribas

Nessa terça-feira teremos a entrevista da amazona de Londrina no Paraná, Anna Luiza.
Veja abaixo o amor de Anna por suas éguas.

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Nome:
Anna Luiza Ribas

Nome do cavalo:
Poderosa Classi

Onde monta:
Haras Manège Refúgio – Londrina

Modalidade/ altura/ categoria:
Salto 1,10m , categoria jovens cavaleiros

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei no hipismo em 2003, tinha 5 anos, me lembro que antes de começar a montar fui em uma prova aqui em londrina, depois deste dia fui atrás de alguma escola para começar a montar, apesar de ter medo de cavalos.

Qual foi sua prova inesquecível?
For no ano passado. O paranaense de amazonas foi a primeira prova que fiz com a minha égua, fizemos pistas limpas todos os dia, classifiquei em 4º lugar no individual e em 1º por equipe, fiquei muito feliz!!

Você tem algum ritual antes da prova?
Antes de entrar na pista faço sinal da cruz e dou um beijo no pescoço da minha égua.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Qualquer tipo de prova que seja nacional ou brasileiros com vários conjuntos de diferentes estados Como os concursos de Santo Amaro.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
O Athina Onassis, que é uma prova bem conhecida aqui no Brasil e muito boa. Seria uma realização participar desta competição.

Qual seu ídolo no esporte?
Meu ídolo com certeza é meu professor, o Rafael Prochet. Admiro muito ele, meu sonho é montar como ele, para mim ele é o melhor !

O que você mais gosta no ambiente da sua hípica? E o que você mudaria?
Gosto de tudo na hípica, é o melhor lugar pra se viver. Me sinto muito bem quando estou lá, gosto de encontrar meus amigos, da convivência com os animais e os desafios que a cada dia só aumentam. Cada vez quero ficar mais tempo lá. Não mudaria nada, é tudo muito bom em uma hípica. Só vivendo nesse meio para se entender.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Mudou minha vida completamente, na verdade eu não sei o que é vida sem hipismo. Esse esporte me ensina muita coisa e com certeza vou levar pro resto da minha vida esse aprendizado. Aprendi a perder e a ganhar, aprendi o que é amor de um modo diferente, me apaixonando por um cavalo. Aprendi a enfrentar desafios e ter responsabilidade com outra vida em minhas mãos. Cuidar de seu animal, é a melhor coisa!

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Um filme que me inspira muito apesar de ser triste é “Cavalo de Guerra”, é um filme lindo. Mostra a relação entre o homem e o cavalo, que nunca desistem.
Uma música que sempre me lembra do hipismo é “We are the champions” do Queen, que muitas vezes toca no galope da vitória.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
As minhas duas éguas me deram muita alegria, mas com certeza a que mais me marcou foi a Conquista, pois foi meu primeiro cavalo. Aquela sensação dela ser minha e poder cuidar dela, dando amor e carinho era fantástico. A Conquista me ensinou muita coisa que eu carrego comigo para sempre.

O que seu cavalo representa para você?
Ela representa tudo, é minha melhor amiga, com ela me divirto muito. Ela estará para sempre na minha memória. Passamos por muitas coisas juntas, desafios, vitorias. Se ela estiver bem eu também estou. Agradeço sempre por ela ter entrado na minha vida, faz a maior diferença!

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Evelyn Arruda

Essa semana a entrevistada é a amazona Evelyn de Curitiba. Uma advogada que é apaixonada por cavalos e pelo hipismo.

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Nome:
Evelyn Fabricia de Arruda

Nome do Cavalo:
Pia Louise Jmen

Onde monta:
Sociedade Hípica Paranaense em Curitiba

Modalidade/altura/ categoria:
1,10 amador B

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei em 2006, no Haras São Lourenço, como uma terapia para o stress, não tinha a intenção de praticar hipismo, mas apenas, aprender a andar a cavalo para relaxar e porque sou apaixonada por cavalos desde criança.

Qual foi sua prova inesquecível?
Acho que minha prova inesquecível foi a minha primeira prova. Foi em Ponta Grossa, em 2006, com meu primeiro cavalo – Sorvete. Era a minha primeira vez e a primeira vez dele. Ele é cavalo quarto de milha com crioulo e participava de provas de tambor e baliza. Saltamos 0,60cm. O primeiro dia foi um desastre, eu estava muito nervosa e ele estranhou um pouco o local, meu instrutor não foi liberado para ir junto, tudo errado. Levei meu vídeo para o meu instrutor ver e ele me deu umas dicas. Todas as pessoas falavam que eu não deveria saltá-lo no domingo, que deveria ir com um cavalo da escola. Mas eu insisti em ir com o Sorvete e no domingo deu tudo certo e ficamos em primeiro lugar.

Você tem algum ritual antes da prova?
Eu preciso dar uma caminhada sozinha na pista, depois do reconhecimento com meu instrutor e sempre respiro fundo e rezo um pai nosso antes de entrar na pista.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Gosto muito das provas Indoor.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Gostaria muito de participar de um campeonato brasileiro. Ainda não tive esta oportunidade, sempre acontece alguma coisa na data marcada para a prova que me impede de participar.

Qual seu ídolo no esporte?
Ludger Beerbaum.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
O que eu mais gosto são dos cavalos. Se eu pudesse, mudaria o comportamento das pessoas: muita inveja, olho grande e fofoca.

O que o hipismo mudou na sua vida?
O hipismo me transformou numa pessoa mais calma, menos ansiosa e, principalmente, me ensinou a ter paciência.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Não tenho.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Na verdade foram dois: o Sorvete, porque foi meu primeiro cavalo, foi ele quem me inspirou a começar a fazer hipismo e foi o cavalo que me deu mais vitórias. O segundo é minha égua atual, a Pia Louise Jmen, porque ela me ensinou a montar e, principalmente, a ter confiança.

O que seu cavalo representa pra você?
Minha égua é o amor da minha vida; um amor incondicional; faz com que eu me sinta bem; em paz; feliz, mesmo quando as coisas não dão muito certo. Temos uma harmonia muito grande, nos conhecemos, nos entendemos e nos respeitamos. Meus momentos mais harmoniosos são quando estou ao seu lado. Não preciso nem estar montada, só de ficar perto, fazer e ganhar um carinho, vê-la pastando, correndo, brincando, já me dá uma paz espiritual que não tenho palavras para descrever. Ela é tão importante pra mim, que fiz uma tatuagem dela, para que ela possa estar sempre comigo.

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Giulia Sokolowski

A amazona londrinense Giulia nos enviou suas respostas para a entrevista da semana.
Veja como a jovem atleta convive com os cavalos e o esporte.

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Nome:
Giulia Sokolowski Sgarioni

Nome do Cavalo:
SL Sabino II

Onde monta:
Haras Manege Refúgio em Londrina no Paraná

Modalidade/altura/ categoria:
1,10, Jovens Cavaleiros

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Estava de férias na Argentina no final do ano de 2006 e montei pela primeira vez lá. Foi paixão. No ano de 2007, quando cheguei em Londrina comecei a fazer aula
na Escola Forca Livre, e meu amor pelos cavalos só foi aumentando.

Qual foi sua prova inesquecível?
Brasileiro de Amazonas em 2011 no Rio de Janeiro . Fui para o desempate e fiquei entre as 10 primeiras entre 110 concorrentes. Foi inesquecível, valeu a experiência.

Você tem algum ritual antes da prova?
Quando entro na pista, começo a conversar com o meu cavalo para tranqüiliza-lo, assim me sinto melhor.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Sem duvida os do Clube Hípico de Santo Amaro, acho os concursos lá muito bem organizados. Já tive a oportunidade de saltar lá.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
O Global Champions Tour em Chantily na França. Gosto muito do concurso que só tem excelentes cavaleiros.

Qual seu ídolo no esporte?
Sem dúvida Edwina Alexander, acho ela determinada e competitiva, ela sempre sabe o que fazer em cima de um cavalo.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
E difícil explicar, porque para mim, estar em uma ambiente com cavalos é o suficiente para me deixar feliz. Adoro meus companheiros de treino e meu técnico, estando com eles já basta. A única coisa que eu não me conformo é que a semana só tem sete dia, eu queria montar dez dias por semana! Hahaha!

O que o hipismo mudou na sua vida?
Me deixou mais determinada e mais disciplinada.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
O filme Secretariat que mostra como o cavalo tem sentimentos e como ele doa seu coração para o seu dono. Pois me sinto cada vez mais protegida por meu cavalo.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
By Can Ranna Penélope Charmosa. Ela era diferente, ganhei um campeonato paranaense com ela e fui para a final de um brasileiro.

O que seu cavalo representa para você?
Acho que ele é minha vida, simplesmente foi um anjo que caiu do céu para me ajudar e me dar a confiança que eu preciso para continuar sendo uma amazona. Sem ele acho que não seria nada, todo dia ele me ensina algo diferente, amo muito ele.

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Fotos: Arquivo Pessoal

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Giovanna Rauchbach

Continuamos com as entrevistas das terças-feiras.
Dessa vez foi a amazona Giovanna de Curitiba que contou em suas respostas como foi sua adaptação com sua égua.

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Nome:
Giovanna Rauchbach de Oliveira

Nome do cavalo:
RM Anike

Onde monta:
Sociedade Hípica Paranaense em Curitiba.

Modalidade/altura/ categoria:
Salto, 1 metro, categoria Jovens Cavaleiros B

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei a montar em agosto de 2008. Depois de ver uma prova de salto, levei algumas semanas para convencer meus pais a me deixarem montar e então comecei a fazer aulas de Escola de Equitação.

Qual foi sua prova inesquecível?
Uma prova inesquecível foi no Campeonato Paranaense de Amazonas no ano de 2011 em 1,00m. Estava indo super mal com meu cavalo, só levando refugo e sendo eliminada. Entrei no campeonato para participar sabia que não tinha chance, imaginando que não passaria do primeiro dia, porém consegui chegar até o último e em uma das pistas consegui terminar com zero e tempo bom. Foi inacreditável.

Você tem algum ritual antes da prova?
Sempre chego um pouco mais cedo para ir conversar com minha égua Anike, falo “vai dar tudo certo, nós vamos bem, vamos nos ajudar”. Depois vou pegar todo o meu material antes do reconhecimento, para não ter problema de me atrasar para a prova. Faço o reconhecimento, relembro a pista e vou montar.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Athina Onassis Horse Show

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
The Best Jump em Porto Alegre.

Qual seu ídolo no esporte?
Acho que primeiro lugar meus professores que me ensinaram tudo e sempre estão ao meu lado me apoiando. Também gosto muito da amazona internacional Judy Ann Melchior.

O que você mais gosta no ambiente da sua hípica? E o que você mudaria?
A sensação de férias, de traquilidade. Eu gostaria que tivesse mais piquetes para os cavalos.

O que o hipismo mudou na sua vida?
O hipismo me ajudou a conhecer grandes amigos, melhorar minha confiança, a auto-estima, aprender que nem sempre tudo dá certo, que temos dias ruins e precisamos saber melhorá-los ou esperar eles cheguarem.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Sonhadora, em que a menina acredita no sonho dela, vai atrás e consegue realizar. Um grande exemplo.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Minha égua, RM Anike. Tive muitos problemas com ela no início, ela tinha pouco tempo de trabalho e estava brava. Nós não estavamos nos entendendo direito, por um tempo achei que não ia dar certo. Então mudamos o trabalho e deu certo, ela começou a se acalmar e saltar muito bem. Depois disso, só vem me dando alegria, mostrando que posso acreditar nela mesmo que ela seja pequena e de perna curta.

O que seu cavalo representa para você?
Meu porto seguro.

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Fotos: Arquivo Pessoal

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Adriana Guedes

Mais uma entrevista com uma amazona da modalidade salto.
A amazona de Brasília, proprietária da loja Cavallus, respondeu as perguntas do Hipismo&Co.
Conheça um pouco da trajetória da Adriana no hipismo.

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Nome:
Adriana Guedes de Almeida

Nome do Cavalo:
Bangkok, mas com muitas saudades de montar a Europa.

Onde monta:
Sociedade Hípica de Brasília (SHBr)

Modalidade/altura/ categoria: 
Salto, Amador, 1,10m

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei a montar em 1980, quando minha família se mudou para Brasília. Comecei na SHBr com uma amiga, que parou de montar pouco tempo depois, eu continuo por aqui!

Qual foi sua prova inesquecível?
Foi um CBS de Amadores no Clube de Campo de SP,em 2007. Para variar um pouco, estava completamente sem dinheiro, mas me deu uma vontade inexplicável de ir. Fiz mil e uma loucuras financeiras e fui. Tinha tudo para ter sido ruim – falta de planejamento, muita chuva, pista de grama inundada, ferraduras perdidas – mas a sensação de ter conseguido ir, de estar curtindo minha égua Europa e, ainda ter tido um resultado bom, foi muito feliz. De quebra ainda ganhamos uma super sessão de fotos de presente para registrar aquela alegria e cumplicidade. Dizem os “amigos” que foi o Book de 15 Anos da Europa.

Você tem algum ritual antes da prova?
Buscar ficar mais quieta, bater um papo com meu anjo da guarda e me concentrar, mas nenhum ritual!

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Copa Sítio Chuin – além da perfeição nos mínimos detalhes, é o único concurso no qual posso contar com a companhia do meu marido e filhos!

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Nenhuma em particular, mas se pudesse voltar no tempo e participar de um CBS de mini-mirins, seria show!

Qual seu ídolo no esporte?
No esporte não tenho, mas no mundo dos cavalos sou admiradora de Buck Brannaman – um ser humano e horseman incrível.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Com certeza eu gosto do cavalo, tolero o meio hípico. Curto mesmo é estar com os cavalos, de cuidar deles, mimar e aprender. Amo chegar às cocheiras e ser recebida pelo meu trio com alegria e relinchos. Poder merecer a confiança e carinho deles não tem preço.
O que eu mudaria, posso usar quantos “capítulos” do blog???
Eu prefiro dizer que inverteria a prioridade que a grande maioria tem – para mim, o cavalo – e apenas o cavalo – precisa estar em primeiro lugar. Depois da certeza que o cavalo está 100%, consideraria o esporte. Acho insano ler a última página (obrigatória) dos programas de concursos para depois testemunhar absurdos sendo feitos por pessoas, que se dizem gostar de cavalos, para “melhorarem” a performance de seus cavalos. Eu eliminaria a falta de respeito com o cavalo.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Não me lembro como era minha vida antes do hipismo.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Tem uma trilha sonora inteira, algumas músicas me lembram de momentos bons e outras de momentos ruins que foram superados, todos com minha égua Europa. Essas músicas me inspiram sempre que preciso de um empurrãozinho, montada ou não!

14 – Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e por quê?
Europa, Europa e Europa. Ela é minha amiga e companheira de todas as horas, me ensinou a ganhar e a perder. Permitiu-me ser amazona competitiva, mãe, tia e amiga de cavaleiros. Ela sempre cuidou de todos. Deu (e continua dando) alegria para mim, para toda a minha família e para todos que já tiveram a chance de monta-la. Sinto-me presenteada por ter o privilégio de estar ao lado dela desde sempre. Sinto-me honrada em poder cuidar dela para sempre.

15 – O que seu cavalo representa pra você?
Absolutamente tudo.

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Fotos: Arquivo Pessoal

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