Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Isabela Cristina L. de A. Soares

Hoje a entrevistada é a amazona Isabel de 11 anos.

Carmel

 

Nome:
Isabela Cristina L. de A. Soares

Nome do Cavalo:
Isadora, Lina, Balantines, Taipã, Feiticeira, Brisa e a minha Carmel

Onde monta:
Círculo Militar de Polo e na Sociedade Hípica Brasileira (SHB), Rio de Janeiro.

Modalidade/altura/categoria:
Estou iniciando no Salto. Com minha Carmel já fiz 1,00m e estou avançando. Vou começar adestramento e Cross. Estou  em busca do CCE.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez que esteve em uma hípica?
Comecei o contato com cavalos desde os 3 anos de idade. Como não tinha idade para ser aceita nas aulas de equitação e minha mãe tem pavor do temperamento dos pôneis, acabei indo para Equoterapia na CERVIM, no CMPOLO. Com 7 anos (2005) fui matriculada nas aulas de equitação na Escola de Cavaleiros do CMPOLO. Hoje, com 11 anos (2013) tenho aulas na Escola de Equitação Hermes Vasconcellos (SHB) e continuo no CMPOLO.

Qual foi sua prova inesquecível?
Posso citar a minha primeira prova de salto, na categoria 0,60m com o Ballantines. Fui para o pódio pela primeira vez. Mas para uma prova inesquecível vou escolher a do ano passado (2013), na Temporada Hípica do CIG. Eu tinha sofrido uma queda que me deixou 3 semanas fora das aulas. Assim que meu ortopedista me liberou, embora todos estivessem receosos, me inscrevi no que seria o meu primeiro salto oficial em 1,0m, em uma prova de duplas. Foi fantástico!!! Fui a amazona mais veloz da prova. Fiquei muito feliz!!!

Você tem algum ritual antes da prova?
Converso com minha égua e faço uma oração com minha mãe pedindo à Deus uma prova limpa e livre de acidentes.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Só tenho 11 anos e só este ano os concursos me chamaram atenção. Não dá para escolher um preferido, ainda. Mas, gostei de assistir o Concurso de Aniversário do Jubileu da SHB, em 2013.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Só participo das provas da Federação Equestre do Rio de Janeiro, categoria escola. Mas quero muito iniciar as provas na categoria Mini-mirim e alcançar os grandes concursos. Estou no passo-a-passo para grandes conquistas em Concursos importantes.

Qual seu ídolo no hipismo?
Eu não tenho um ídolo. Nunca pensei nisso antes. Mas, vou destacar a Amazona Giulia Scampini, de 16 anos que foi campeã do Troféu Perpétuo Roberto Marinho, em novembro 2013. Imagina!!! Ela também venceu o Campeonato Sul Americano Júnior. Quanto eu tiver 16 anos quero fazer conquistas assim.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Eu gosto do convívio com os cavalos, a superação e a aprendizagem. Sabe que a sensação de tomar as rédeas e obter resultados positivos é muito boa! E levo isso para minha vida, também. O que eu mudaria? Eu mudaria a forma como as pessoas se tratam. Não gosto de discriminação. E vejo muito isso acontecer. Inclusive já senti o que é ser discriminada no mundo do hipismo por não pertencer a um grupo, pelo cavalo SRD (Sem Raça Definida), pela sela simples, enfim. Mudaria isso, se pudesse. O esporte vale pelo esporte, pelo que o cavalo nos proporciona nos conduzindo em seu dorso.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Eu era uma criança insegura, tímida. Hoje estou me tornando uma adolescente mais confiante. E  isso vou levar para minha vida toda. Você conseguir fazer parceria com o um ser forte e conquistar os objetivos com ele, trabalhar em equipe e saber que tudo ao mesmo tempo depende de você é muito interessante e me inspira.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Os filmes da FLIKA – a amizade de uma égua linda e maravilhosa com uma garota. O filme Spirit – Concel indomável. Secretariat. Gosto muito destes filmes. A música vou destacar as do filme Spirit , do cantor e compositor Paulo Ricardo, É Hora de Lutar e Não toque em mim.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e por quê?
Todos os cavalos da escolinha que montei me deram alegrias.  Mas ter uma égua para chamar de sua é tudo de bom. A Carmel é a primeira égua que é minha de fato. Com ela as provas ficam mais fáceis e sinto segurança. Pronta para qualquer desafio que ela puder me levar.

O que seu cavalo representa para você?
Como disse ganhei meu primeiro cavalo muito recentemente, mas posso dizer que a Carmel representa muitas oportunidades e possibilidades na minha vida no hipismo, como iniciante. Amor infinito por ela. Meus pais estavam procurando um cavalo para me dar e procuraram em vários lugares e meu coração só tinha espaço para Carmel. Era quase impossível tê-la porque ela era o xodó do meu treinador. Mas, como confio que as orações são ouvidas por Deus, o treinador ofereceu a Carmel como negócio e meus pais compraram e me presentearam com a égua que tanto me traz alegrias.

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Viviana Barreleiro

A entrevistada de hoje no Hipismo&Co é de Portugal. Conheçam um pouco sobre amazona portuguesa Viviana.

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Nome:
Viviana Barreleiro

Nome do cavalo:
Infelizmente ainda não tenho nenhum, mas a égua que costumo montar é a Cartagena.

Onde monta:
Clube Equestre de Loureiro (CEL) Portugal.

Modalidade/altura/categoria:
Salto/1m e 1,10m/Juvenil

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez que esteve em uma hípica?
Comecei a praticar hipismo 4 anos atrás, por isso lembro-me muito bem da minha primeira vez. Foi no Centro Hípico (CH), me inscrevi na escola e me mostraram as instalações. Adorei tudo, na semana seguinte tive a primeira aula, com direito a galope e tudo mais.
Mas montei pela primeira vez uma cavalo quando eu tinha apenas 3 anos, foi em uma festa de cavalos que eu frequentava todos os anos. Foi de lá que nasceu a minha paixão pelo mundo dos cavalos.

Qual foi sua prova inesquecível?
A minha prova inesquecível foi ano passado (2013) +/- em março ou abril. Participei da competição de metro e por fiquei em primeiro lugar. Não podia ter corrido melhor, eu iestava muito nervosa no primeiro obstáculo fiquei toda para a frente e quase caia mas depois tudo correu bem, tive que fazer uma volta muito apertada e foi isso que nos deu o primeiro lugar.
Veja aqui meu percurso > http://www.youtube.com/watch?v=TI7Oqnps1jM

Você tem algum ritual antes da prova?
Costumo sempre pedir a Deus que tudo corra bem e quando vou do campo de aquecimento para a pista solto as rédeas e tiro os pés dos estribos, fecho os olhos, respiro fundo, penso que tudo vai dar certo e que eu e “meu” cavalo vamos ser os melhores.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Como sou de Portugal vou falar dos daqui do meu país. Aqui gosto principalmente dos CSN-C pois envolve mais cavaleiros e são novas experiências. Também gosto preferencialmente dos campeonatos inter-escolas e dos concursos de 3 dias.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Sim, gostaria muito de participar no concurso do Vimeiro que é no Algarve aqui em Portugal, um concurso internacional que com muitos cavaleiros internacionais, e também gostaria de participar do concurso da Golegã que é uma feira anual do cavalo uma feira muito conceituada, conhecida e popular.

Qual seu ídolo no esporte?´
A Luciana Diniz, Ben Maher e Laura Kraft

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Gosto preferencialmente do ambiente de concurso da cumplicidade que existe entre cavaleiros jovens. E
mudaria por vezes a obsessão de alguns cavaleiros tentando serem os melhores a todo o custo (adrenalina sim mas rivalidade não).

O que o hipismo mudou na sua vida?
O hipismo ensinou-me a amar com mais intensidade qualquer pessoa, animal, ou outro ser. Fez com que as minhas tardes sejam bem aproveitadas, me esqueço de todos os problemas quando entro em contacto com os cavalos. Basicamente o hipismo é como uma terapia para mim, sobretudo o Centro Hípico que é a minha segunda casa e os meus amigos a minha segunda família

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Agora não me lebro de nenhum filme. A música ” We are de champions” de Queen porque, porque é a musica que quase sempre está presente no galope da vitória e na entrega de prémios, por isso virou a marca desses momento. Nos treinos penso sempre em fazer o melhor pois quero classificar-me nas provas.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
O cavalo que mais me deu alegria foi uma égua que eu montava, mas recentemente foi para outra pessoa, mesmo assim me deu muitas alegrias pois foi com ela que passei um ano e meio. Aprendi muito com ela e conquistei muitas vitorias pessoais, foi com ela que eu fiz a minha ultima prova de 0,80m, a minha primeira prova de 1,00m e a primeira de 1.10m, com está égua eu tive muitas alegrias. Ela foi tudo para mim e sempre estará no meu coração por ter sido tão especial para mim.

O que seu cavalo representa pra você?
A égua que monto representa muita coisa, nela que eu encontro apoio para muitas coisas da minha vida. Não tenho palavras para dizer o que ela representa para mim. No inicio achei que era muito desconfortável mas senti de imediato que ela era especial e agora somos como as melhores amigas, não nos separamos.
Aqui fica o meu canal no youtube façam uma visita e assistam os meus vídeos e se puderem cliquem “like”. http://www.youtube.com/channel/UCLsTQ3jqOrn3q_vrMj0RX7Q

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Veja as outras entrevistas da seção “Você e seu cavalo no Hipismo&Co” aqui.

Se quiser participar dessa seção. Nos envie suas respostas com no mínimo duas fotos para o e-mail contato@hipismoeco.com.br

Fotos: Arquivo Pessoal Viviana Barreleiro

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Ana Cristina Mattos Abreu de Freitas

Hoje na véspera de Natal a entrevistada é a amazona Ana Cristina de São Paulo.

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Nome:
Ana Cristina Mattos Abreu de Freitas

Nome do cavalo:
Giotto TW

Onde monta:
Sociedade Hípica Paulista (SHP)

Modalidade/altura/categoria:
Salto/0,90m

Quando você começou no hipismo?
Comecei aos 6 anos de idade, em 1998.

Qual foi sua prova inesquecível?
Foi a última prova que participei, uma prova interna da escola de hipismo. Fazia muito tempo que eu não ficava na liderança e marcou um longo tempo de treino que finalizou com o melhor resultado possível. Ficará pra sempre na memória.

Você tem algum ritual antes da prova ?
Gosto de olhar o máximo de pistas que eu conseguir, me acalma, me faz sentir confiante. Antes de preparar meu cavalo eu tenho que estar nessas condições.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Athina Onassis, foi o primeiro que eu assisti na vida e fui acompanhada de uma amiga.

Existe alguma prova da qual gostaria de participar?
Nenhuma específica, talvez no futuro eu pense sobre isso.

Qual seu ídolo no esporte ?
É uma pergunta meio difícil uma vez que eu não tenho muita preferência, mas se for pra escolher, seria a Luciana Diniz.

O que você gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Gosto da companhia, tanto dos animais como dos amigos, além do fato que ver pessoas montando e treinando me deixa bem humorada. Se eu pudesse mudar algo seria voltado para melhorar o conforto dos cavalos e dos tratadores.

O que o hipismo mudou sua vida ?
Me ensinou muita coisa, começando por aprender a ser paciente, depois fui aprendendo a confiar em mim mesma e no meu cavalo e também reforçou algo que nunca duvidei: criaturas tem sentimentos e personalidades, temos que respeitá-los como se fosse um dos nossos e tentar se comunicar com eles ao invés de impor ordens sem razão.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos ?
Eu tenho inúmeras músicas que gosto de escutar antes e depois dos treinos, quase todas são rock clássico. Mas se tem uma música que eu apontaria como a melhor seria Gerudo Valley – Koji Kondo, além do violão da música me lembrar o barulho galope, é a trilha sonora de um dos meus jogos favoritos, me lembra da ligação de confiança tão forte do herói e seu cavalo que os dão coragem para saltar uma fenda de um Canyon.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque ?
Foi o Giotto, eu e ele nos conhecemos em uma época estranha, em que eu ainda não conhecia ninguém lá na hípica. Quando tentei ter um contato com ele pela primeira vez ele era meio tímido então fui encorajando-o a tentar conversar comigo. Com o tempo eu passei a treinar mais e mais com ele até voltar a competir, primeiramente em 0,80m (fiquei em 1º mas depois fui piorando) pra depois subir pra 0,90m (que tiramos nosso 1º lugar novamente). Enfrentamos muita coisa e em um episódio eu até comecei a acreditar que poderia não ver ele mais, pois ele tinha saído da hípica. Mas assim que ele voltou e a dona antiga dele disse que estava à venda tomei a decisão de comprá-lo. Não podia ter escolhido melhor cavalo.

O que seu cavalo representa pra você ?
Parte de mim, um extensão do meu corpo que pensa por si só. Ele sabe quem eu sou e eu sei do que ele é capaz. Se estivermos numa prova e eu tomar uma decisão com certeza não tomei sozinha, consultei ele primeiro.

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Fotos: Arquivo Pessoal Ana Cristina Mattos Abreu de Freitas.

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Raphaela Azevedo

Terça é dia de entrevista no Hipismo&Co.
Conheçam um pouco da história da Raphaela.

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Nome:
Raphaela Azevedo

Nome do Cavalo:
Aragon

Onde monta:
Centro Hípico Marechal Dutra em Ponta Porã – MS

Modalidade/altura/ categoria:
Salto, 1,00m, Jovens Cavaleiros B

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Desde pequena sempre fui apaixonada por cavalos, com dois anos de idade já ficava sozinha em cima do cavalo, mas sempre com meus pais me acompanhando. Meu primo tinha um cavalo e sempre me levava para andar. Como meus pais viam meu interesse e amor pelos cavalos procuraram algum esporte que me permitisse ter contato com esses animais, foi quando fui apresentada para o hipismo, com apenas  cinco anos. Eu ainda não tinha idade e tive que esperar ate os seis anos, no dia que completei seis anos a primeira coisa que pedi depois que acordei foi que minha mãe me levasse para andar a cavalo, afinal eu já tinha idade pra entrar na escolinha do quartel. Não me recordo muito bem do meu primeiro dia na hípica, mas minha mãe sempre me diz que desci do carro e já fui logo me aproximando dos cavalos sem medo algum.

Qual foi sua prova inesquecível?
Todas as minhas provas foram emocionantes, desde a primeira até a mais recente. Mas uma que me marcou muito foi a minha primeira prova com meu cavalo, estava morrendo de medo da pista e antes de eu montar meu instrutor entrou na pista com o meu cavalo, ele levou um tombo no segundo obstáculo o que me deixou extremamente nervosa, mas acabou que deu tudo certo, entramos na pista e fizemos um zero lindo com direito ao quinto lugar.

Você tem algum ritual antes da prova?
Sempre que chego às provas procuro os cavalos que vou montar e lhes dou um abraço, confiro o material, na hora do reconhecimento procuro encostar na areia e fazer um sinal da cruz, antes de entrar na prova rezo e canto o refrão de “Conquistando o impossível” pro meu cavalo, quando entro na pista faço novamente um sinal da cruz e mostro os obstáculos mais difíceis para meu companheiro de prova.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Athina Onassis e The Best Jump.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Athina Onassis, The Best Jump, Pan Americano e as Olimpíadas, acho que seria minha maior conquista.

Qual seu ídolo no esporte?
Doda Miranda, Rodrigo Pessoa e Athina Onassis

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
A hípica e minha segunda casa, amo passar o dia la, sentir a paz que o lugar me transmite, me sinto livre olhando os cavalos correndo no piquete, sentar para conversar sobre cavalos com quem entende do assunto e passar horas falando sobre. Já vi muitas vezes mães exigindo que seus filhos sejam os melhores ou que peguem um lugar no pódio e acho que o esporte não deve ser levado como uma concorrência e sim como um lazer.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Aprendi coisas que a vida ensina, mas de um jeito um tanto quanto diferente, que se algum obstáculo te atrapalhar ou uma barreira te impedir de vencer, salte! Se as coisas não estão correndo como o esperado, espere, porque se você sair na frente pode acabar caindo ou ter algum problema logo em seguida, são coisas simples que você aprende em um simples dia de aula. Acordar cedo em um final de semana depois de uma festa pra ir montar já virou rotina. Voltar para casa cheirando cavalo, pros outros pode ser um incomodo, mas por costume você acha o seu cheiro normal, suportar a dor de cabeça, dor no corpo ou febre porque hoje é dia de hípica. O principal que aprendi foi amar o animal de quatro patas mais incrível que já conheci.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Gosto muito do filme Flicka, além de ensinar muito mostra a triste realidade de alguns fatos que ocorrem no hipismo. “Valeu Amigo” é uma musica que me lembra muito meu cavalo. “Conquistando o impossível” me acalma antes de entrar em uma prova e amo ouvir “The Final Countdown” depois que acabo meus percursos.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Vários cavalos me trouxeram alegria, como a Nicete, a Lara. O Ferrolho que foi o cavalo que fiz meu primeiro percurso de 1m. Joselia a égua que além de sair de longe sempre me salva e é a que começou a me dar vitorias em quase todas as provas apesar de ser muito assustada.  E por fim Aragon, meu cavalo,  ganhei ele de presente de 15 anos, achei que jamais seria meu, chorei muitas vezes quando soube que uma menina queria comprar, mas no dia do meu aniversario fui cedo montar e esperei o tempo inteiro alguém vir me dizer que ele era meu, mas isso não aconteceu. Quando cheguei em casa fui direto pro meu quarto e vi um cavalo de brinquedo em cima da minha cama e fui perguntar pros meus pais se aquilo era algum tipo de brincadeira. Minha mãe me mandou olhar a gravata que o cavalo estava usando, quando li comecei a chorar, nela estava escrito “Meu nome é Aragon” e foi assim que ganhei o bem mais precioso que tenho.

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O que seu cavalo representa pra você?
Meu cavalo é minha metade, me completa,  meu gordo mimado, ao contrario de mim ele come horrores, é gordinho, totalmente fresco, mas em uma coisa somos iguais, nós nos amamos, somos um só. Ele é meu melhor amigo, que me entende em um olhar, é a minha joia mais rara, meu maior tesouro. Somos perfeitos um pro outro. Não posso me esquecer da minha princesinha a Joselia, é incrível o nosso laço, somos interligadas, sem duvidas ela é a égua que me da forças dentro e fora de pista, é a pequena mais cheia de energia e força que já montei, é minha eterna paixão.

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Fotos: Arquivo Pessoal Raphaela Azevedo

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Luana Ventura

Luana é a entrevistada dessa terça-feira aqui no Hipismo&Co.

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Nome:
Luana Ventura

Nome do cavalo:
Artista.

Onde monta:
Hípica Vento Leste (HVL) – Vargem Grande – RJ

Modalidade/altura/categoria:
Salto/ 0,40 cm/ iniciante

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hipica?
Eu tinha 5 anos quando fui fazer um passeio com um cavalo ao passo no Haras Pégasus, foi a primeira vez que estive em um haras. Foi nesse lugar que meu amor por cavalos começou. Em 2011 comecei a fazer hipismo, mas só voltei a fazer hipismo em 2013 no Haras Samurai e no mesmo ano me mudei para Hipica Vento Leste.

Qual foi sua prova inesquecível?
Minha prova inesquecível, foi a primeira prova que participei com o meu cavalo Artista. Estava nervosa, mas a prova foi super tranquila, ficamos em segundo lugar.

Você tem algum ritual antes da prova?
Sim, converso com meu cavalo.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Athina Onassis Horse Show.

Existe alguma prova do qual gostaria muito de participar?
Sim, Athina Onassis Horse Show.

Qual seu ídolo no esporte?
Doda Miranda.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Adoro ir no estábulo, sentir o cheiro dos cavalos, ouvir os relinchos. Não mudaria nada.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Me trouxe felicidade e me ensinou que nem tudo é vencer.

Você tem algum filme ou música que te inspira nos seus treinos? Qual?
Sim, o filme Flicka 1,2,3.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Tenho dois, o Suri que me ensinou várias coisas. E o meu cavalo Artista que ainda continua me dando alegria.

O que seu cavalo representa para você?
O meu cavalo é tudo, é o amor da minha vida, meu melhor amigo, meu irmão, meu filho…

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Fotos: Arquivo Pessoal Luana Ventura

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Lorena Fittipaldi Cysneiros

Hoje é terça, dia de entrevista aqui no Hipismo&Co. Hoje vamos conhecer a amazona do Rio de Janeiro, Lorena.

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Nome:
Lorena Fittipaldi Cysneiros

Nome do Cavalo:

Golden Sky, Sensata, SS Helênita e no sítio Aldebaran, Amy Lee e Sally

Onde monta:
Círculo Militar de Polo e CIG, Rio de Janeiro.

Modalidade/altura/categoria:
No salto 1,20, mas também pratico CCE no Nível 1 ou 90cm.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez que esteve em uma hípica?
Comecei na escolinha do Colégio Militar do RJ no final de 2005, onde aprendi o básico.
Em 2007 fui para o Círculo Militar e monto lá até hoje. Sempre gostei de cavalos e de estar perto deles.

Qual foi sua prova inesquecível?
Tenho muitas. Guardo na memória o Campeonato Estadual de 2011 em que fui Vice-Campeã com um cavalo muito amado, porém que não era meu (JCR Balantine). Não guardo pelo resultado e sim por ter sido a última vez em que o montei, ele foi vendido no último dia de prova.
No CCE jamais irei esquecer de minha primeira prova! Sempre treinei sozinha o CCE e fiquei orgulhosa de mim e de minha égua Sensata, pois fomos Vice Campeãs no Estadual em 2012. Nesse dia meu instrutor, Almeida, foi para lá apenas para ficar comigo e me ajudar no que precisasse, mesmo não gostando desta modalidade.

Você tem algum ritual antes da prova?
Eu rezo. Costumava usar pingentes de cavalo simbolizando minha égua Antara e sempre pedia a ela para que tudo corresse bem. Agora rezo por ela e pelo meu instrutor Sargento Almeida, não por uma vitória, mas para que não aconteça acidentes. Uso meias da sorte também, bem coloridas.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Athina Onassis Horse Show.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Alguma prova de CCE em Barretos e o Agromen que nunca fui, entre outras.

Qual seu ídolo no hipismo?
Meu instrutor em primeiro lugar, o eterno Sargento Almeida. Marcus Ehning e Edwina Alexander

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Eu gosto de estar com cavalos, gosto de estar perto deles. Sentar dentro da baia de meu cavalo Golden e ficar ali com ele ouvindo rádio e cantando, já é o suficiente para me deixar feliz o dia inteiro. Gosto de meus amigos, conheci pessoas muito especiais dentro das pistas. Porém mudaria muitas coisas, boatos, fofocas… Não suporto isso e no mundo hípico tem muito.
Gente que não te conhece, mas te julga. Gente que deseja mau a você e seu cavalo por pura inveja. Não suporto!

O que o hipismo mudou na sua vida?
Sempre fui calada e fechada em relação a pessoas, com poucos amigos. O Hipismo me deu mais auto-confiança, força e coragem. Aprendi a perder sem chorar e a ganhar sem levantar o nariz para os outros. No CCE aprendi simplesmente um pouco de tudo. Desde a ter mais concentração e responsabilidade para decorar uma reprise assim como ter uma coragem e confiança absurda para correr no cross. Tudo o que sou devo aos momentos em que estive em cima de um cavalo.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Meu filme favorito é ”Beleza Negra” (Black Beauty) não me inspira exatamente em meus treinos, mas levo como exemplo em minha vida..O livro também é muito bom.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Todos meus cavalos me dão ou deram alegrias. Antara foi meu primeiro cavalo/égua, ela era a mais feia da hípica quando a comprei. Ficamos juntas por cinco anos, mas a intenção era ser pela vida inteira. Ela se foi dia 14/10/12, o pior dia de minha vida. Guardo no coração meu pequeno pangaré Hércules que relinchava ao me ver e corria em minha direção. Ele também partiu ano passado. Golden vem me enchendo de força e alegrias ultimamente, graças a ele salto 1,20m. Ele vem me mostrando que eu sou capaz de chegar aonde eu quiser, desde que confie nele, claro. Sensata foi a que mais me surpreendeu, porque simplesmente foi descartada. Ninguém conseguia a montar, ela era feia e incontrolável e hoje saltamos de cabresto, fazemos CCE e nos divertimos muito juntas. São muitas histórias, irei parar por aqui.

O que seu cavalo representa para você?
Meus cavalos são parte de mim. NUNCA vendi um cavalo meu e espero nunca precisar fazer isso. Eu não seria capaz de vender um amigo. Cada cavalo meu representa alguma coisa para mim, cada um tem seu jeito, qualidades e defeitos. Amo todos da forma que são, representam meu mundo.

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Fotos: Arquivo Pessoal Lorena Fittipaldi Cysneiros

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Daniella Beck Izzo

A entrevista da semana no Hipismo&Co é com uma jovem amazona de São Paulo. Conheçam a Daniella.

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Nome:
Daniella Beck Izzo

Nome do cavalo:
Ainda eu não tenho,mas eu monto Juanita,Cadu e Aiko.

Onde monta:
Sociedade Hípica Paulista (SHP)

Modalidade/altura/categoria:
Salto,0,60m/0,40m,preliminar.

Quando você começou no hipismo?
Comecei em 2008.

Qual foi sua prova inesquecível?
Foi a 1ªetapa metropolitana,em primeiro lugar.

Você tem algum ritual antes da prova ?
Sim,antes de começar a prova tento mostrar a altura do salto para o cavalo.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Não tenho um concurso preferido.

Existe alguma prova da qual gostaria de participar?
Gostaria de participar das Olimpíadas.

Qual seu ídolo no esporte ?
Doda Miranda e Rodrigo Pessoa.

O que você gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Eu gosto de assistir provas e ficar perto  dos cavalos com meus amigos.Eu gostaria que os cavalos tivessem mais confortos.

O que o hipismo mudou sua vida ?
Mudou meu interesse pelos cavalos, agora comecei a fazer tudo com mais vontade, energia.

Você tem alguma musica ou filme que te inspira nos seus treinos ?
Sim, o filme “War horse” que me faz lembrar que o cavalo não nasce sabendo e também não sabe de tudo,você tem que treina-lo se dedicando muito.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque ?
A Cacau, pois ela me ensinou a montar e o New time, ele sempre me deu amor e companheirismo.

O que seu cavalo representa pra você ?
Um companheiro, porque ele me entende.

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Fotos: Arquivo Pessoal Daniella Beck Izzo

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Nicole Zambaldi

Terça é dia de entrevista aqui no Hipismo&Co.
Hoje apresento a vocês a amazona Nicole do Paraná.

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Nome:
Nicole Zambaldi

Nome do cavalo:
Jaú das Araucárias

Onde monta:
Centro Equestre Gallope – Campo Largo – PR.

Modalidade/altura/ categoria:
Salto/ 1m/ Jovens Cavaleiros B

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei no hipismo em abril de 2012. Minha primeira vez em uma hípica foi quando um amigo do meu pai me levou junto com  minha irmã para conheceremos a Sociedade Hípica Paranaense e logo nos apaixonamos pelo esporte.

Qual foi sua prova inesquecível?
Foi a primeira prova com o meu cavalo, me lembro q foi em Foz do Iguaçu, fiquei em 3º lugar com meu bebezinho.

Você tem algum ritual antes da prova?
Eu rezo sempre antes de entrar na pista e gosto de ver a pista de meus concorrentes.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Athina Onassis Horse Show, Top Riders, Brasileiros e outros.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Meu sonho é competir no Athina Onassis Horse Show.

Qual seu ídolo no esporte?
Meu ídolo no esporte é o Neco Pessoa.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
O que eu mais gosto no ambiente hípico com certeza são os cavalos. Eu mudaria o jeito de algumas pessoas com seus cavalos, pois elas os tratam como se fossem objetos.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Sem dúvidas mudou muita coisa. Eu amo muito os equinos, acho criaturas incríveis, com sua inocência e força admiráveis.  Hipismo virou minha vida.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Minha música preferida é “ Only the Horses” da banda Scissor Sisters e meu filme preferido é “Secretariat”.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
O cavalo que mais me deu alegria foi o meu, o Jaú, ele é simplesmente incrível! Eu deixei de viajar e ter festa de 15 anos para tê-lo. Eu o amo muito, ele é minha vida.

O que seu cavalo representa pra você?
O meu cavalo representa tudo pra mim. Eu o amo muito mesmo, não me imagino sem ele.

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Veja as outras entrevistas da seção “Você e seu cavalo no Hipismo&Co” aqui.

Se quiser participar dessa seção. Nos envie suas respostas com no mínimo duas fotos para o e-mail contato@hipismoeco.com.br

Fotos: Arquivo Pessoal Nicole Zambaldi

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Victória Baena

Mais uma entrevista no Hipismo&Co com uma jovem amazona apaixonada por cavalos. A dessa semana é com a Victória.

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Nome:
Victória Baena

Nome do Cavalo:
Ainda não tenho um, mas os que monto atualmente chamam Jogo da Luz e Papa Léguas

Onde Monta:
Centro Hípico Granja Viana

Modalidade/altura/categoria:
Salto/ 90cm- categoria Principal

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?

Eu comecei dez anos atrás, quando tinha apenas 6 anos. É tanta história que acabo não me lembrando da minha primeira vez em uma hípica, mas me lembro da primeira vez que montei um cavalo. Foi em um lugar chamado Companhia dos Bichos em Cotia. Naquela época acho que devia ter uns 4 anos, quando chegou a minha vez de montar não queria mais sair de cima daquele cavalinho. A partir daí me apaixonei cada vez mais por esses lindos animais.

Qual foi sua prova inesquecível?
A prova que mais me marcou foi, sem dúvida, uma prova interna em 2007. Naquele ano eu tinha passado para a categoria 0,80m, era a minha segunda prova, na pista tinham obstáculos de 0,80m e também de 0,90m. Eu era bem pequena, assim como o cavalo: um árabezinho já com certa idade, chamado Harjaz. Eu passava pelas pessoas e só as ouvia conversando impressionadas de como nós dois, tão pequenos, íamos saltar uma prova daquela altura. Então quando concluímos nossa pista, lá estava o resultado no cronômetro. Aquela foi nossa última prova juntos e pra fechar com chave de ouro, nada poderia ter sido melhor do que um primeiro lugar e um galope da vitória! É uma ótima lembrança do Harjaz, que no mesmo ano já se juntou as milhões de estrelas no céu.

Você tem algum ritual antes da prova?
Toda vez que estou indo montar um cavalo para entrar no paddock, fecho os olhos e me imagino no galope da vitória com o Harjaz e peço que olhe por mim para que tudo corra bem.

Qual seu concurso preferido no Brasil?

Daqueles que posso participar, acho que é o Campeonato Paulista.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?

Gostaria de participar da Copa Agromen, pois é em uma hípica que nunca fui.

Qual seu ídolo no esporte?´

É a amazona australiana Edwina Tops-Alexander

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?

O que mais gosto é o fato de poder conciliar o encontro com meus amigos e andar a cavalo, podendo relaxar e dar um tempo de toda aquela rotina estressante da escola. Acho que eu construiria áreas, como piquetes, em que o cavalo pudesse se sentir mais a vontade e livre.

O que o hipismo mudou na sua vida?

Além de ocupar meus finais de semana, é um esporte que me ensinou a fazer escolhas com mais confiança. Certamente me ajudou muito no dia a dia.
 
Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
A música “I am not afraid” do Eminem, que me motiva muito, não importando as consequências. Minha frase preferida é: “We’ll walk this road together, through the storm/ Whatever weather, cold or warm”.
 
Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
O cavalo que me deu mais alegria foi o Harjaz, porque além de ser um grande amigo, eu podia colocar toda a minha confiança nele. Ele não tinha maldade alguma e sempre quis me ensinar, pois mesmo nas quedas, dava para perceber que ele não fazia por mal. Várias vezes depois de me derrubar, ficava ali parado me olhando, ele não fugia correndo como os outros cavalos. Ficava se certificando de que eu realmente não estava machucada.
 
O que seu cavalo representa pra você?
Aqueles que eu monto representam muita coisa para mim, mas principalmente animais com quem posso me comunicar não somente pela fala, mas pelo olhar. Eles estão sempre lá com aqueles olhos grandes, parecendo que estão olhando além de mim.
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Fotos: Arquivo Pessoal Victória Baena

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Julia Yoko Tada

Mais uma entrevista com uma amazona apaixonada por seu cavalo aqui no Hipismo&Co. Conheçam a história da Julia e seu cavalo Galileu.

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Nome:
Julia Yoko Tada

Nome do Cavalo:
Galileu

Onde monta:
Centro Hípico Pedra Branca

Modalidade/altura/ categoria:
Salto e CCE, 0,80m, categoria Escolas

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Em 2005, no Colégio Militar do Rio de Janeiro. Foi uma experiência incrível, logo quando cheguei, me familiarizei com o ambiente. Foi amor à primeira vista pelo esporte.

Qual foi sua prova inesquecível?
Eu já estava com meu cavalo, Galileu, no Centro Hípico Pedra Branca. Eu havia voltado para o Colégio Militar, onde comecei a montar, para uma temporada hípica que estava acontecendo lá. Não foi uma prova complicada, mas ganhar o meu primeiro primeiro lugar no lugar onde comecei no hipismo, com direito à galope da vitória foi emocionante.

Você tem algum ritual antes da prova?
Costumo dar 2 cubos de açúcar para meu companheiro e assim acalmar meus nervos e os do cavalo. Respiro fundo por alguns minutos enquanto relembro de todos os obstáculos.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Athina Onassis, The Best Jump e as de Amadores em geral, onde eu costumo (tentar sem sucesso) me socializar com as pessoas que pulam nessa categoria.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Athina Onassis e The Best Jump.

Qual seu ídolo no esporte?
São vários: Marcus Ehning, Eric Lamaze, Edwina Alexander e Karen O’Connor. Essa última me inspira muito no CCE.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Gosto de absolutamente tudo. O clima tranquilo, a natureza, o cheirinho de cavalo que só nós, cavaleiros e amazonas, gostamos.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Sim. O filme Flicka 3, Black Beauty e a trilha sonora de The Legend of Zelda (meu jogo preferido).

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Galileu, sem dúvidas! Nossa história foi muito interessante. Há 6 anos, eu já estava sem nenhuma esperança de ganhar um cavalo, já que é muito caro comprar e manter um, uma estranha moça sentou do meu lado no meio de um workshop de horsemanship, promovido pela Universidade do Cavalo, em um Haras em Petrópolis. Ela me perguntou se eu montava. Papo vai e papo vem, marcamos de conhecer seu cavalinho, que havia comprado para a sua filha, mas parou de monta-lo por ele ser muito quente. Quando cheguei lá, montei normalmente e, de repente, ela disse que ele poderia ser meu e me deu, de graça! Demorei muito tempo para cair a ficha. Hoje sou uma pessoa completa e agradeço muito à Adriana Hannickel por ter me dado o meu melhor amigo!

O que seu cavalo representa pra você?
Ele me representa. Parece que somos clones um do outro. Sabe quando dizem que o animal é a cara e o focinho do seu dono? Pois é, somos uma dupla de gordinhos, brincalhões, mal humorados quando esfomeados e brutamontes. Eu costumo falar que ele é a parte que falta em mim.

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Fotos: Arquivo Pessoal Julia Yoko Tada

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