Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Larissa Spezani

Mais uma entrevista aqui no Hipismo&Co com uma linda amazona. Vejam abaixo as resposta da Larissa.

Nome e idade:
Larissa Spezani, 16 anos.

Nome do cavalo:
Educador e Grace

Onde Monta:
Haras Pegasus

Modalidade/Altura/Categoria:
Hipismo Clássico/ Salto

Quando você começou no hipismo? Você lembra da primeira vez em uma hípica?Comecei com 5 anos em Brasilia. Lembro que quando eu tinha 3 anos minha mãe me levou na hípica de Manaus.

Qual foi sua prova inesquecível?
Com 9 anos estava fazendo um percurso de 0,80m, no primeiro obstáculo da prova eu cai e fui desclassificada. Como não sabia que quando se cai do cavalo eliminada montei  de novo e terminei o percurso. No final da prova na entrega de medalhas, me chamaram pra subir no palco para receber a “Medalha da Coragem”, essa foi uma prova que eu nunca esqueci.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Campeonatos Estaduais de Saltos e Copa de Amadores e Cavalos Novos.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Ranking Escolas da FEERJ e Campeonato Brasileiro de  Jovens Cavaleiros.

Qual seu ídolo no esporte?
Doda Miranda e Pedro Veniss

O que você mais gosta no ambiente hípico? 
Quando eu chego na hípica e sinto aquela paz e tranquilidade no lugar.

O que o hipismo lhe ensinou?
Que sem dedicação não há paixão.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria? Porque?
Uma egua chamada Exotica, ela me ensinou a vencer os meus medos e a me desafiar. Eu sempre podia voar mais alto com ela.

O que seu cavalo representa pra você?
Representa um amor que eu nunca imaginei existir. E que cair faz parte para você crescer a melhorar, o meu cavalo me ensina e me orgulha todos os dias.

Hipismo&Co

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Veja as outras entrevistas da seção “Você e seu cavalo no Hipismo&Co” aqui.

Se quiser participar dessa seção. Nos envie suas respostas com no mínimo duas fotos para o e-mail contato@hipismoeco.com.br

Fotos: Arquivo Pessoal Larissa

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Amanda Maiane Pereira

As entrevistas da seção “Você e seu Cavalo no Hipismo&Co” estão de volta. Dessa vez é com a linda amazona Amanda.

Nome e idade:
Amanda Maiane Pereira, 15 anos

Nome do cavalo:
Lancelot e Mona Lisa

Onde Monta:
Centro Hipico Marechal Dutra

Modalidade/Altura/Categoria:
Salto, 0,80m, aspirante

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Quando você começou no hipismo? Você lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei um ano atrás, lembro como se fosse hoje. Cheguei toda animada, sem medo algum, com apoio dos meus pais, subi no cavalo mais mansinho do centro hípico e já estava realizada. Não sabia montar então eu tremia toda sobre o cavalo, desequilibrada. E minha mãe filmando e rindo muito! No segundo dia não conseguia nem andar.

Qual foi sua prova inesquecível?
Minha prova inesquecível foi a competição que aconteceu aqui no Centro Hípico, quando perdi os estribos no terceiro salto e continuei sem eles. No penúltimo salto eu desequilibrei e cai no pescoço do cavalo, ele disparou, joguei o corpo para trás e o coloquei em círculo, foi quando ele parou. Recoloquei os estribos galopei e terminei o percurso. Quando pulei o ultimo obstáculo fui muito aplaudida, pois todos acreditavam que eu iria cair. Me recoloquei, subi na minha égua e entrei na pista para a prova com ela, ganhando um belo 5º lugar.

Você tem algum ritual antes da prova?
Eu gosto de reconhecer com meu instrutor e logo depois entrar com meu pai na pista e escutar o que ele tem pra me dizer. Oramos antes e conversamos com meus cavalos, para que nos ajudem a vencer os obstáculos de mais um desafio.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
The Best Jump.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Athina Onassis, The Best Jump e Olimpíadas.

Qual seu ídolo no esporte?
Rodrigo Pessoa e Athina Onassis.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que mudaria?
O ambiente hípico é paz, é harmonia, é amor… O cheiro de cavalo, a bagunça que eles fazem, ver as criancinhas desde pequenas já treinando, deixa o lugar ainda mais especial. Eu acho que algo que deveria mudar, são alguns comportamentos, como por exemplo: crianças que levam o hipismo como obrigação, que sofrem só de pensar que está chegando a hora de montar. E mudaria também os pais de uns alunos que exigem um bom desempenho, pressionam seus filhos a obter bons resultados. Essas crianças uma hora podem os cansar e desistir do esporte.

O que o hipismo mudou na sua vida?
O hipismo me fez uma pessoa mais calma, paciente, corajosa, tranquila, me ensinou a serenidade, o trabalho em conjunto, a gratidão. Um esporte simplesmente extraordinário.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
”Aonde quer que eu vá” do Paralamas do Sucesso, e ” De todos os loucos do mundo” Clarice Falcão

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria? Porque?
Lancelot, ele esteve comigo logo que entrei no hipismo, sempre com uma saúde incrível, uma disposição enorme, sempre me encorajando, dizendo com o olhar ”Calma mamãe fica calma, vamos tentar de novo.” Ele me levou ao estadual me deixando em 5º na minha categoria, e me levando até o ultimo dia. Me deu muitas medalhas, uma porção de roxos e dores no corpo por me ejetar da sela diversas vezes.

O que seu cavalo representa pra você?
Eles são minha vida, meu ponto de equilíbrio, me preocupo com os cascos, com a alimentação com a saúde, com os dentes, com o material, com a pelagem. E cavalo precisa de amor e isso pra eles aqui nessa família tem de sobra.

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Fotos: Arquivo Pessoal Amanda

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Karina Flausino

Adoro receber e-mails com as respostas dos meus leitores para a entrevista do Hipismo&Co.

A entrevistada dessa semana é a amazona Karina.

Nome e idade:
Karina Flausino, 19 anos

Nome do cavalo:
Punto

Onde Monta:
Hípica e Haras Andrade

Modalidade/Altura/Categoria:
Salto/ Vou iniciar este ano em 0,60m, categoria preliminar

Quando você começou no hipismo? Você lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei a praticar o esporte em Novembro de 2013, desde então me apaixonei e pretendo continuar pro resto da vida.  Desde pequena meus pais me levavam na Hípica de Santo Amaro quase todos os finais de semana para assistirmos a competições.

Qual foi sua prova inesquecível?
Tive duas provas inesquecíveis. A primeira foi na minha estréia em provas/campeonatos em julho de 2014 onde conquistei o terceiro lugar junto com o cavalo Máximos, que era da escolinha, foram muitos treinos, mas valeu a pena. E a minha segunda prova inesquecível foi em agosto de 2014 onde eu entrei para competir montando meu próprio cavalo, que é a minha grande paixão.

Você tem algum ritual antes da prova?
Costumo conversar com o cavalo, pedir pra Deus que entre junto conosco na pista e que dê tudo certo.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
O campeonato brasileiro e muitos outros.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Campeonato Brasileiro de Young Riders. Se Deus quiser um dia eu chego lá.

Qual seu ídolo no esporte?
Doda Miranda, Athina Onassis e Rodrigo Pessoa

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que mudaria?
Eu gosto de praticamente tudo no ambiente hípico, ficar em contato com os cavalos, para mim não existe coisa melhor. Adoro passar o dia ao lado desses animais que tanto amo, junto com pessoas agradáveis. Mudaria o jeito de pensar de algumas pessoas, o hípismo é pra quem ama e pra quem tem total confiança no animal que esta montando.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Antes dos treinos procuro ouvir sempre músicas alegres e agitadas, que me motivam ainda mais a fazer um excelente treino, adoro voar com o meu amigo de 4 patas.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Flicka, Spirit, Sempre ao seu lado.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria? Porque?
Com certeza foi o meu cavalo, o Punto. Desde pequena sempre tive o sonho de ter um cavalo, quando eu comecei a praticar o hipismo minha mãe me deu ele, o melhor dos presentes que eu poderia ganhar. Tanto eu, quanto ele estamos no começo e se Deus quiser ainda vamos conquistar muitas coisas boas juntos. Quando estou perto dele me desligo completamente de todo o resto do mundo, ele me faz muito bem, é o meu melhor amigo e por ele eu sou capaz de tudo.

O que seu cavalo representa pra você?
Meu cavalo é meu ponto de luz, minha paz, com ele não preciso mentir, posso ser o que sou, ele não me julga por ser gorda ou magra, feia ou bonita, ele me dá seu amor e eu dou o meu. Meus cavalos me ensinam ser uma pessoa melhor, me ensinam que cada um é diferente, mas que o amor é o mesmo, meus cavalos são meu porto seguro, não importa a onde ou quando, sempre serão.

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Fotos: Arquivo Pessoal Karina Flausino

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Monty Roberts se defende

10 dias atrás publiquei aqui um post falando da polêmica entrevista sobre Monty Roberts.

A  TV Record acusa Monty Roberts de ter produzido um vídeo de um cavalo sendo maltratado durante uma doma bruta. A Revista Horse também fez uma matéria sobre o assunto, com várias acusações  sobre o evento onde o “Encantador de Cavalos” filmou a tal doma tradicional como ele mesmo chama.

Uns dias a trás encontrei um vídeo do programa Cavalo Crioulo” com uma entrevista do domador que se defende das acusações. Acho que essa foi a primeira e talvez a única aparição de Monty Roberts após toda essa polêmica.

Todo mundo tem direito de defesa e Monty explica sua posição. A entrevista é extensa mas vale a pena assistir para tirar suas conclusões.

Contem para gente a posição de vocês sobre tudo isso nos comentários desse post.

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Juliana Macedo Ribas

A seção “Você e seu cavalo no Hipismo&Co” foi uma ideia do meu amigo Paulo e fez muito sucesso durante um ano. Semana passada foi a última entrevista enviada para o blog. E por isso percebi que estava na hora de publicar a minha entrevista. Alguns leitores me pedem para publicar fotos e falar do meu cavalo aqui, então essa será a oportunidade de mostrar um pouco da minha história no Hipismo.

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Nome:
Juliana Macedo Ribas

Nome do cavalo:
Mufassa das Cataratas

Onde monta:
Haras Adal – Colombo – PR

Modalidade/altura/categoria:

Adestramento, Média I, amador

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?

Neta e filha de fazendeiros sempre tive contado com cavalo, mas a primeira vez que estive em uma hípica foi no Clube Marapendi no Rio de Janeiro. Meu pai foi o responsável por me apresentar o esporte e lá no Marapendi iniciei nas aulas de equitação. Logo comecei na modalidade salto, a qual pratiquei durante 20 e poucos anos, porém há um ano atrás mudei para o adestramento.


Qual seu concurso preferido no Brasil?
É difícil escolher um, pois os concursos no Brasil estão cada ano mais bem organizados e com boa estrutura. Mas acho que na modalidade salto o Indoor da Hípica Paulista é muito badalado. No adestramento o FEI World Dressage Challenge é interessante pois da chance para brasileiros competirem com cavaleiros internacionais a distancia, pois acontece a mesma competição em diferentes países e ao final são contabilizados os resultados de todas as regiões.

Existe alguma prova do qual gostaria muito de participar?
Acho que todas as competições nos trazem grandes experiências, por isso o que gostaria é de poder continuar participando de provas independente de quais.

Qual seu ídolo no esporte?
Admiro as amazonas Meredith Michaels-Beerbaum no salto e a campeã olímpica de adestramento Charlotte Dujardin.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Acho que todo mundo que é do meio hípico vai concordar que a melhor parte das hípicas, haras e centros hípicos são os cavalos. Eu gostaria que as pessoas do meio estivessem no hipismo mais pelo cavalo e menos pelo status e dinheiro.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Como comecei muito nova não me lembro como era minha vida sem os cavalos. Mas tenho certeza que o hipismo me ajudou a ser o que eu sou hoje. Me deu confiança para não desistir dos meus objetivos e me ensinou que muitas derrotas são importantes para seguirmos em frente.

Você tem algum filme ou música que te inspira nos seus treinos? Qual?
Quem é apaixonado por cavalos sabe que qualquer filme, música ou livro que tenha equinos nos agrada muito, por isso não tenho apenas um filme ou uma música, são muitos.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Todos me dão ou me deram alegria, só poder dividir momentos com eles já me sinto muito feliz. Mas se for para pontuar os que mais me deram vitórias nas competições de hipismo, tenho uma lista. O primeiro foi o Luagem, um cavalo baio assustado que me deu muitas medalhas no inicio da minha vida hípica, ainda na série 0,90m. Depois foi o pequeno voador Astor, que me ajudou a conquistar meu primeiro título estadual na categoria Mirim, com obstáculos a 1,20m. Já adulta quando estava começando minha vida profissional e o hipismo era apenas lazer nos finais de semana, o alazão Oklahoma me conduziu para muitas vitórias na categoria já extinta “Proprietário”. Em uma época que eu estava desanimando no esporte apareceu na minha vida uma égua anglo árabe que batizei de Rita Lee, juntas vencíamos as provas velozes, triunfávamos em concursos estaduais e com muita emoção subimos em um pódio brasileiro na terceira posição. Não posso deixar de fora meu cavalo atual, o Mufassa, pois juntos estamos trilhando uma fase em uma nova modalidade para nós dois e mesmo com pouco tempo de treino saímos do Campeonato Brasileiro de Adestramento do ano passado com o troféu de terceiro lugar e ele ganhou o prêmio de melhor cavalo BH da série.

O que seu cavalo representa para você?
Meu cavalo é o meu terapeuta, ao lado dele parece que consigo ver o mundo melhor. Sinto um amor enorme por ele, que é difícil de explicar. Tenho carinho e muitas vezes preocupação de mãe com esse equino que me retribui com um olhar muito carinhoso.

Mufassa e eu em uma prova de adestramento.
Mufassa e eu em uma prova de adestramento.
Mufassa e eu em um prova de salto.
Mufassa e eu em um prova de salto.
Premiação na Hípica Paulista: Eu e Rita Lee ao lado do meu maior incentivador no hipismo, meu pai Nelson Ribas
Premiação na Hípica Paulista: Eu e Rita Lee ao lado do meu maior incentivador no hipismo, meu pai Nelson Ribas
Eu com a Rita Lee fazendo o que ela mais gostava, galopar.
Eu com a Rita Lee fazendo o que ela mais gostava, galopar.

 

Eu e Oklahoma
Eu e Oklahoma
Brasileiro de Mirim em Porto Alegre: Eu e Astor
Brasileiro de Mirim em Porto Alegre: Eu e Astor
Eu e Luagem
Eu e Luagem

 

 

Veja as outras entrevistas da seção “Você e seu cavalo no Hipismo&Co” aqui.

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Fotos: Arquivo Pessoal Juliana Ribas

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
João Gabriel Farias

Finalmente um cavaleiro na seção “Você e seu Cavalo no Hipismo&Co”. Conheçam um pouco do jovem João Gabriel que adora cavalos e hipismo.

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Nome:
João Gabriel Farias

Nome do cavalo:
Xambré do Minuano

Onde monta:
Circulo Militar de Jaguarão Rio Grande do Sul

Modalidade/Altura/categoria:
Pratico  salto, 0,80cm categoria escola.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez que esteve em uma hípica?
Eu comecei no hipismo aos 6 anos, hoje tenho 13 anos.  Me lembro da primeira vez que fui na hípica, foi minha mãe que me levou, nesse dia fiquei mais apaixonado por cavalos.

Qual foi  sua prova inesquecível?
Foi a minha primeira prova, uma prova a fantasia. Eu era pequeno não me lembro muito bem mas foi em de dupla com uma menina.  Eu estava vestido de príncipe e ela estava de diabinha e eu acabei em primeiro lugar, foi quando ganhei minha primeira medalha.

Você tem algum ritual antes dá prova?
Sim eu sempre faço uma oração antes de montar e sempre converso com meus cavalos. Depois do percurso dou uma cenoura.

Qual o seu concurso preferido?
O meu concurso preferido é o The Best jump em Porto alegre e o Gucci Master na França.

Existe alguma prova da qual gostaria de participar?
Sim eu gostaria de participar algum dia do Campeonato Gaúcho de Escolas.

Qual seu ídolo no hipismo?
Os meu ídolos são Rodrigo Pessoa e Alvaro de Miranda Neto (Doda).

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que mudaria?
No ambiente hípico eu gosto das amizades, das histórias e eu não gostaria de mudar nada porque assim está muito bom.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Mudou muita coisa eu antes ficava só em casa não fazia esporte, o hipismo me incentivou a fazer o esporte e ainda tem o contato com o animal e com a natureza.

Você tem alguma música ou filme que te inspira no seu treino? Qual?
Sim, gosto do  filme Flikca 3 que mostra o hipismo, o cross e o adestramento.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria?
Esse cavalo foi o Milagrito, ganhei muitas provas com ele. A mais importante acho que foi esse ano em Santana do Livramento no Rio Grande do Sul. Não monto mais ele porque ele foi vendido pelo meu instrutor.

O que seu cavalo representa para você?
O meu cavalo representa tudo para min, ele é como um filho, é um sonho realizado.
Obrigado por lerem a minha história.

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Fotos: Arquivo Pessoal João Gabriel Farias

Voce e seu cavalo no Hipismo&Co:
Caroline Fernanda Morais

Mais uma amazona de salto aqui no Hipismo&Co. Conheçam um pouco da história hípica de Caroline.

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Nome:
Caroline Fernanda Morais

Nome do cavalo:
SL Matreiro

Onde monta:
Equestrian Center – Franca – SP
Modalidade/altura/categoria:
Salto,
1.10m/ Jovem Cavaleiro

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei a praticar hipismo em fevereiro de 2009 aos 13 anos. Mas minha história com cavalos começou quando eu tinha 3 anos e sempre ia na companhia do meu avô a vários haras, fazendas, hípicas. Como era muito pequena não me lembro muito bem.
Qual foi sua prova inesquecível?
No Haras Manoel Leão, fiquei em 3º lugar na prova de 1,00m com meu antigo cavalo Poente HV. Foi muito marcante, pois tinha muitos concorrentes bons com cavalos mais jovens e que saltavam mais alto. O Poente tinha suas limitações por ter 22 anos, mas mesmo assim superou grande parte dos concorrentes.
Você tem algum ritual antes da prova?
Sim, me concentro muito antes de entrar na pista, rezo com a mão direita no pescoço do Matt e peço proteção para nós dois.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Athina Onasis Horse Show.
Existe alguma prova do qual gostaria muito de participar?
Sim, Gucci Paris Masters.
Qual seu ídolo no esporte?
Me tornei muito fã do Gui Ciampi, após fazer uma clínica ministrada por ele. É um grande cavaleiro e uma pessoa extraordinária!

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Na minha hípica somos muito unidos e isso é maravilhoso. Odeio a inveja e a mania que alguns tem de se achar melhor do que os outros, então sem dúvidas mudaria isso.
O que o hipismo mudou na sua vida?
Muita coisa, me ensinou a ter disciplina, persistência, a não desistir e acreditar que sou capaz de conquistar tudo aquilo que desejo.
Você tem algum filme ou música que te inspira nos seus treinos? Qual?
O filme é O Encantador de Cavalos, já a música é Kings and Queens da banda Thirty Seconds To Mars (aliás no clipe aparece um cavalo).

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Difícil responder pois todos os cavalos que já possui ou montei me ensinaram e me alegraram muito, mas como tenho que escolher, será o Poente. Ele foi muito marcante na minha vida, me ensinou muito dentro e fora das pistas; o amo muito!!!

O que seu cavalo representa para você?
Ele é meu pequeno príncipe gordo, um grande cavalo com um espírito muito forte, cheio de vida, muita energia e é meu grande companheiro.

 

Veja as outras entrevistas da seção “Você e seu cavalo no Hipismo&Co” aqui.

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Fotos: Arquivo Pessoal Caroline Fernanda Morais

 

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Ana Claudia Marinho Cardoso

A amazona Ana Claudia é a entrevistada da semana aqui no Hipismo&Co.

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Nome:
Ana Claudia Marinho Cardoso

Nome do cavalo:
Príncipe, Big Jump, Fiel, Fada, Lebre e Percanta.

Onde monta:
No momento monto na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN)

Modalidade/altura/categoria:
Pratico principalmente o salto e o polo, mas também pratico o cce e o adestramento.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Quando eu era pequena frequentava a fazenda de um avô, onde montava. Aos 5 anos comecei a montar sozinha nesta fazenda, mas só aos 11 anos comecei a fazer aulas de equitação. Morava perto do colégio militar do Rio de Janeiro e vi na rua uma menina com o uniforme de montaria e um capacete debaixo do braço. Fui perguntar pra ela onde ela estava indo montar e ela disse que montava no CMRJ, onde tinha uma escolinha de equitação. No dia seguinte estava levando a minha mãe lá pra fazer minha matrícula. Depois de  alguns anos na escolinha comprei uma égua, daí alguns proprietários começaram a deixar seus cavalos comigo de vez em quando. Aos 18 anos comecei a trabalhar com cavalos de salto e aulas de equitação, só parei quando a faculdade de veterinária realmente começou a tomar tanto meu tempo que eu já não podia mais me comprometer a trabalhar com hipismo, tive que ficar então só com os meus cavalos mesmo, que já me bastam no momento.

Qual foi sua prova inesquecível?
São muitas provas inesquecíveis com muitos cavalos, mas a que eu mais gosto de lembrar foi uma prova em que encarei dois dias de competição com características que não eram as que mais me agradavam. Entrei na prova com uma égua muito amada por mim, mas que era muito pequena (1,48m de altura). No primeiro dia era desempate a 1,20m (eu não gostava porque essa altura é muito forte para ela, que era realmente á pequena). Fui pro desempate e fiquei em segundo lugar. No segundo dia era tabela C (que eu gostava menos ainda porque significava fechar todas as curvas imagináveis e inimagináveis e correr de forma meio kamikaze) e fiquei em primeiro lugar. Por ter encarado bem dois desafios pessoais com uma égua tão pequena e ter tirado boas colocações dentre tantos concorrentes, essa foi a minha prova inesquecível.

Você tem algum ritual antes da prova?
Antes de qualquer prova ou jogo de polo, oro a Deus por proteção. Estamos tão habituados com a prática do hipismo e com os cavalos que às vezes nos esquecemos de quanto o esporte hípico pode se tornar perigoso. Mais do que uma colocação, prezo pelo meu bem estar e dos meus cavalos.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
No Brasil acho que o Athina Onassis é preferência nacional né? Mas gosto muito de assistir também os Campeonatos de CCE de 3 estrelas e os torneios de polo de 8 gols pra cima.

Existe alguma prova do qual gostaria muito de participar?
Uma prova em particular não, mas gostaria de participar do Campeonato Brasileiro de Amazonas, do The Best Jump, além de um CCI duas estrelas e de um torneio feminino de polo internacional.

Qual seu ídolo no esporte?
Muitos. Edwina Alexsander com seu cavalo Itot,  sou fã do pequenininho. Mary King, Meredith Michaels, Pippa Funnel, César Almeida, Rodrigo Pessoa, Facundo Pieres. São vários mesmo.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Gosto do contato constante com meus cavalos. Sou o tipo de pessoa que chega na baia, olha, escova, monta, ducha. Gosto dessa intimidade, que se reflete depois nos resultados em pista/campo. Não gosto de pessoas que enxergam o cavalo unicamente como objeto de comércio, pessoas que fazem de tudo pra conseguir um aluno, uma compra, uma venda. A paixão pelo cavalo deve vir em primeiro lugar SEMPRE.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Tudo. O hipismo é a minha vida, eu não imagino minha vida sem os cavalos, sem montar todo dia, sem saltar, sem competições hípicas, sem polo, sem tardes gostosas só observando meus cavalos soltos. Esse esporte me proporcionou emoções e aprendizados incríveis que não viriam de outra forma, me proporcionou amizades inigualáveis, me permitiu conhecer o homem da minha vida, meu noivo Henry Cardoso, com quem estarei me casando em breve. Eu não seria eu sem os cavalos e o hipismo.

Você tem algum filme ou música que te inspira nos seus treinos? Qual?
Filmes de cavalos existem muitos, mas como tive por muito tempo uma égua pequena pela qual tive muito amor, acho que o “Seabiscuit” com a história de um cavalo pequeno de tamanho e grande de vontade e coração foi um dos filmes hípicos que mais gostei. Para inspirações de treinos sempre procuro vídeos no YouTube ou livros que dizem respeito a exercícios para saltos, correções diferenciadas para cada detalhe do gesto de salto, para cada dificuldade, vídeos de jogos de polo, que mostram estratégias diferenciadas.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Foi essa égua pequenininha, a Shanna. Ela esteve comigo por quase 9 anos, foi a principal responsável por 80% do meu aprendizado e evolução no hipismo, foi a égua que me abriu portas para montar tantos outros cavalos e poder trabalhar com o esporte. Ela me deu muitas vitórias, desde da série 0,90m até o 1,10m e mesmo algumas no 1,20m.

O que seu cavalo representa para você?
Meus cavalos representam tudo pra mim, sem eles não teria tudo isso de maravilhoso que é o hipismo. Quando você tem carinho por seu cavalo, ele demonstra de volta. Talvez não de forma tão evidente como um cão, mas o cavalo demonstra sim, do jeito dele, o carinho que tem por você. Meus cavalos estão sempre em primeiro lugar, foco sempre na felicidade deles. São criados soltos, em piquetes, formaram um grupo social, são alimentados de acordo com suas necessidades individuais, enfim, tudo do jeito que tem que ser. Quem acha que cavalo é feliz dentro de baia está enganado, cavalos são animais que precisam de liberdade e interação social, a história da evolução do sistema digestivo do equino determina que esteja sempre solto. Por esses motivos, procuro sempre proporcionar isso a eles, afinal, a um animal tão nobre que nos permite montar em seu dorso para praticarmos um hobby do qual tanto gostamos, tem que ser dada a melhor qualidade de vida possível.

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Fotos: Arquivo Pessoal Ana Claudia Marinho Cardoso

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Marta Lucia Kochinski

Chegou terça-feira dia de entrevista aqui no Hipismo&Co. Dessa vez a enrevistada é a amazona de 12 anos, Marta.

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Nome:
Marta Lucia Kochinski.

Nome do cavalo:
Pavarotti

Onde monta:
Centro Hípico |Araucária

Modalidade/altura/categoria:
Salto 0,90m.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Desde muito cedo eu demonstrei grande interesse pelos cavalos. Aos 6 anos de idade eu pedi para meus pais para fazer aulas de equitação e aos 7 anos comecei a praticar. Desde então nunca mais deixei essa paixão pelos cavalos e pelo esporte. Iniciei minhas aulas de equitação no Centro Hípico de Araucária, no qual tenho meu cavalo e monto até hoje.

Qual foi sua prova inesquecível?
Todas as provas que eu faço são inesquecíveis, cada uma é única e especial, mas a mais marcante foi ano passado no Circulo Militar do Paraná, onde saltei 0,90m, foi muito bom!!!!!

Você tem algum ritual antes da prova?
Peço a proteção de Deus e da minha mãe  e converso com meu amigo Pavarotti.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Gosto muito dos concursos de adestramento.

Existe alguma prova do qual gostaria muito de participar?
Sim, um Brasileiro de Hipismo.

Qual seu ídolo no esporte?
Doda Miranda. Gostaria muito de conhecê-lo pessoalmente.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Gosto de estar com os cavalos, de dar e ganhar carinho deles, de escovar, de dar banho. Se eu pudesse passaria o dia todo lá. Já fiz isso algumas vezes, mas faria mais. E o que eu mudaria? Nada.

O que o hipismo mudou na sua vida?
O Hipismo é o ar que eu respiro.

Você tem algum filme ou música que te inspira nos seus treinos? Qual?
Não, mas gosto muito do filme Cavalo de Guerra.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
O cavalo que mais tem me dado alegrias e o Pavarotti. Ele era um cavalo genioso, de difícil manejo e assustado mas com muito amor e carinho aprendemos juntos, eu e ele, e hoje, onde vamos trazemos prêmios. Ele é um cavalo espetacular, a cada dia me dá orgulho e me enche de felicidade. EU AMO O PAVAROTTI.

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Se quiser participar dessa seção. Nos envie suas respostas com no mínimo duas fotos para o e-mail contato@hipismoeco.com.br

Fotos: Arquivo Pessoal Marta Lucia Kochinski

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Isabela Cristina L. de A. Soares

Hoje a entrevistada é a amazona Isabel de 11 anos.

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Nome:
Isabela Cristina L. de A. Soares

Nome do Cavalo:
Isadora, Lina, Balantines, Taipã, Feiticeira, Brisa e a minha Carmel

Onde monta:
Círculo Militar de Polo e na Sociedade Hípica Brasileira (SHB), Rio de Janeiro.

Modalidade/altura/categoria:
Estou iniciando no Salto. Com minha Carmel já fiz 1,00m e estou avançando. Vou começar adestramento e Cross. Estou  em busca do CCE.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez que esteve em uma hípica?
Comecei o contato com cavalos desde os 3 anos de idade. Como não tinha idade para ser aceita nas aulas de equitação e minha mãe tem pavor do temperamento dos pôneis, acabei indo para Equoterapia na CERVIM, no CMPOLO. Com 7 anos (2005) fui matriculada nas aulas de equitação na Escola de Cavaleiros do CMPOLO. Hoje, com 11 anos (2013) tenho aulas na Escola de Equitação Hermes Vasconcellos (SHB) e continuo no CMPOLO.

Qual foi sua prova inesquecível?
Posso citar a minha primeira prova de salto, na categoria 0,60m com o Ballantines. Fui para o pódio pela primeira vez. Mas para uma prova inesquecível vou escolher a do ano passado (2013), na Temporada Hípica do CIG. Eu tinha sofrido uma queda que me deixou 3 semanas fora das aulas. Assim que meu ortopedista me liberou, embora todos estivessem receosos, me inscrevi no que seria o meu primeiro salto oficial em 1,0m, em uma prova de duplas. Foi fantástico!!! Fui a amazona mais veloz da prova. Fiquei muito feliz!!!

Você tem algum ritual antes da prova?
Converso com minha égua e faço uma oração com minha mãe pedindo à Deus uma prova limpa e livre de acidentes.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Só tenho 11 anos e só este ano os concursos me chamaram atenção. Não dá para escolher um preferido, ainda. Mas, gostei de assistir o Concurso de Aniversário do Jubileu da SHB, em 2013.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Só participo das provas da Federação Equestre do Rio de Janeiro, categoria escola. Mas quero muito iniciar as provas na categoria Mini-mirim e alcançar os grandes concursos. Estou no passo-a-passo para grandes conquistas em Concursos importantes.

Qual seu ídolo no hipismo?
Eu não tenho um ídolo. Nunca pensei nisso antes. Mas, vou destacar a Amazona Giulia Scampini, de 16 anos que foi campeã do Troféu Perpétuo Roberto Marinho, em novembro 2013. Imagina!!! Ela também venceu o Campeonato Sul Americano Júnior. Quanto eu tiver 16 anos quero fazer conquistas assim.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Eu gosto do convívio com os cavalos, a superação e a aprendizagem. Sabe que a sensação de tomar as rédeas e obter resultados positivos é muito boa! E levo isso para minha vida, também. O que eu mudaria? Eu mudaria a forma como as pessoas se tratam. Não gosto de discriminação. E vejo muito isso acontecer. Inclusive já senti o que é ser discriminada no mundo do hipismo por não pertencer a um grupo, pelo cavalo SRD (Sem Raça Definida), pela sela simples, enfim. Mudaria isso, se pudesse. O esporte vale pelo esporte, pelo que o cavalo nos proporciona nos conduzindo em seu dorso.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Eu era uma criança insegura, tímida. Hoje estou me tornando uma adolescente mais confiante. E  isso vou levar para minha vida toda. Você conseguir fazer parceria com o um ser forte e conquistar os objetivos com ele, trabalhar em equipe e saber que tudo ao mesmo tempo depende de você é muito interessante e me inspira.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Os filmes da FLIKA – a amizade de uma égua linda e maravilhosa com uma garota. O filme Spirit – Concel indomável. Secretariat. Gosto muito destes filmes. A música vou destacar as do filme Spirit , do cantor e compositor Paulo Ricardo, É Hora de Lutar e Não toque em mim.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e por quê?
Todos os cavalos da escolinha que montei me deram alegrias.  Mas ter uma égua para chamar de sua é tudo de bom. A Carmel é a primeira égua que é minha de fato. Com ela as provas ficam mais fáceis e sinto segurança. Pronta para qualquer desafio que ela puder me levar.

O que seu cavalo representa para você?
Como disse ganhei meu primeiro cavalo muito recentemente, mas posso dizer que a Carmel representa muitas oportunidades e possibilidades na minha vida no hipismo, como iniciante. Amor infinito por ela. Meus pais estavam procurando um cavalo para me dar e procuraram em vários lugares e meu coração só tinha espaço para Carmel. Era quase impossível tê-la porque ela era o xodó do meu treinador. Mas, como confio que as orações são ouvidas por Deus, o treinador ofereceu a Carmel como negócio e meus pais compraram e me presentearam com a égua que tanto me traz alegrias.

DSC01999 DSC02142 Feiticeira

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