Com um cavalo pantaneiro fiz parte de uma Comitiva

No último final de semana pude vivenciar uma experiência única com cavalos na Comitiva Pantaneira.

Comitiva é como o gado é transportado para as partes mais altas do Pantanal para que possam sobreviver às enchentes. Os peões e seus cavalos se dividem em funções e vão guiando o gado, passando por estradas e fazendas. Participar dessa tradição foi muito interessante, pois para mim que ando a cavalo em uma hípica, foi tudo uma grande novidade.

Fui conhecer a tradição pantaneira no Pantanal Sul-Mato-Grossense a convite da BWT Operadora de Turismo e a Pioneiro Turismo. Esse roteiro que permite que o turista vivencie de perto a cultura pantaneira, é novidade e promete ser um sucesso.

Ao chegar na Fazenda Hi Fish na cidade de Miranda conhecemos nossos companheiros de aventura. O meu cavalo foi um pequeno alazão da raça Pantaneira. Seu nome era Prince e ele era dócil e forte como todos os outros animais escolhidos para essa cavalgada. O nosso grupo era formado por pessoas com diferentes níveis de equitação, o que prova que é uma experiência para todos.

No redondel, primeiro contato com os cavalos, antes de seguir viagem
Prince meu companheiro de aventura.

No início fiquei preocupada com a extensão da cavalgada, que foi de 25 Km, mas confesso que ao chegar ao nosso destino final, fiquei querendo alguns quilômetros a mais. Não vi o tempo passar, pois foram  muitas paisagens diferentes, e tinha trabalho a fazer durante todo percurso, como um verdadeiro peão.

Seguimos a comitiva ao som do berrante

No meio da viagem encontramos com o gado, foi um momento emocionante, após atravessarmos um pequeno córrego demos de frente com a boiada e os peões, que nos receberam ao som do berrante. Foi ali que nosso trabalho na comitiva realmente começou. Nosso grupo foi dividido e as funções distribuídas. Aprendi que os peões que vão na frente do gado ganham o nome de Ponteiros, já os que vão no meio da boiada são chamados de Meieiros e os que vão ao final da comitiva são os Culateiros.

Tive a oportunidade de estar em todas as funções e até galopar atrás de boizinhos que fugiam da comitiva. Passamos em áreas alagadas, e esse foi um dos momentos que saí totalmente da minha zona de conforto. Pois como sou acostumada a montar na pista da hípica onde o piso é preparado para o cavalo, andar dentro de uma pequena lagoa sem saber onde os cascos do cavalo se apoiavam para fazer a travessia, foi desafiador. Me senti uma verdadeira Pantaneira.

Atravessamos áreas alagadas com os cavalos.

Um dos nossos guias, o Coquinho, me contou que é campeão de laço comprido, modalidade que é muito forte na região. Ele que doma e prepara seus animais, além de treinar a garotada.

No meio do trajeto encontramos os cozinheiros com um delicioso almoço típico Pantaneiro. O cardápio conta com arroz carreteiro, macarrão tropeiro, feijão e frango. Uma refeição perfeita para recarregar as energias e seguir viagem com o gado.

Parada para a o almoço

A comitiva acabou no final do dia na Fazenda 23 de Março, onde fomos recepcionados pela família Dittmar, com um maravilhoso churrasco e música ao vivo. Não posso deixar de dizer que se come muito bem no Pantanal e que o povo pantaneiro é muito hospitaleiro e animado.

Fazenda 23 de Março

Se assim como eu você também é urbano e sua equitação clássica, você tem que alguma vez na vida fazer parte dessa vivência. Além de desfrutar dessa tradição tão rica da Comitiva Pantaneira, poderá conhecer uma realidade bem diferente da sua.

Mais uma vez pude constatar que não importa a raça, o trabalho ou a habilidade do cavalo, ele é peça chave na vida dos homens e mulheres, seja na lida do campo ou no esporte.

 

 

Viajar pelo mundo a Cavalo

Que tal viajar pelo mundo a cavalo?

O casal gaúcho, Lívia e Eduardo Philipp, estão se preparando para viajar pelo mundo a cavalo. O projeto deles se chama “Nosso Mundo a cavalo”.

Eles são do Rio Grande do Sul, os dois são apaixonados por cavalos. Eles vem planejando essa viagem, faz tempo, e a ideia é sair pelo mundo no dia 4 de janeiro de 2017 com 4 cavalos crioulos. Durante 1000 dias (3 anos em média), serão percorridos em torno de 30.000 km, 16 países.

Na primeira fase da viagem, eles vão sair de Pelotas, sul do Brasil em direção ao Chuí, passarão pelo Uruguai, Argentina até o Ushuaia. Depois vão ao Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, Guatemala, Belize, México, Estados Unidos, terminando essa fase de 30 000 km no Canadá. Já na segunda fase irão para a Europa.

Eu acho eles bem corajosos e admiro a determinação deles. Pelo Facebook do projeto “Nosso mundo a cavalo”, venho acompanhando a preparação do casal. Vi que já estão passando alguns perrengues antes mesmo de sair em viagem. Ainda falta adquirir o quarto cavalo e alguns equipamentos.

Eles fizeram um percurso de 10Km para buscar dois dos seus companheiros de viagem e mostraram que já  não foi fácil. Resolverão fazer esse trecho pequeno montados no pelo, pois ainda não tem as selas. Acho que a ideia não foi das melhores, pois dá para imaginar como ficaram doloridos.

Mas eles não desistem e seguem com o plano de viajar o mundo a cavalo.

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Acompanhem a viagem pelo site www.nomundoacavalo.com ou pelo Facebook www.facebook.com/nossomundoacavalo

Hotel permite que o hospede durma ao lado de cavalo em haras de São Paulo

Criado para os aficionados pelo cavalo, hotel tem diárias a 780 reais e cocheira particular; “o barulho que faz é até terapêutico, ajuda a dormir”, anuncia a proprietária.

O Haras Nossa Senhora de Fátima, em Atibaia, a 66 quilômetros de São Paulo, entrou recentemente no ramo da hotelaria. Há pouco menos de um mês, o hotel com nove quartos foi inaugurado para abrigar turistas que querem curtir o clima interiorano de hotel fazenda e, principalmente, apaixonados por animais que desejam praticar montaria ou somente estar perto dos cavalos. São quase oitenta exemplares de puro-sangue lusitano, que ficam aos cuidados da criadora Giovanna da Matta e sua irmã e sócia, a dermatologista Carla Vidal.

Um dos quartos recém-inaugurados, porém, tem um apelo incomum. Com ares de suíte presidencial, com vista para as montanhas da Atibaia e a pista de treinamento da propriedade, o quarto tem uma cocheira particular, o que proporciona ao hóspede dormir ao lado de seu cavalo – não exatamente no mesmo cômodo, mas próximo o suficiente. A cocheira é aberta para a sala e separada do quarto apenas por uma parede fina, feita de tapume reciclado.

Não é preciso ser dono de um desses bichos para se hospedar. A diária custa 780 reais e inclui um dos potros ou garanhões que vivem no haras. “Para quem é apaixonado, é o melhor dos mundos. Você não simplesmente cuida do animal, interage e depois vai dormir. Você janta, toma um vinho e assiste televisão com o cavalo ao lado”, explica Giovanna. Ainda em esquema de “soft opening” (pré-inauguração), a suíte tem uma reserva para a próxima semana: mãe e filha – uma montadora profissional – vêm de Los Angeles aproveitar a experiência. Um outro desses aposentos já está nos planos.

O cheiro característico e o barulho, que podem ser empecilhos para os leigos, não devem ser um problema para os hóspedes. “Quem ama cavalo, ama o cheiro. E o barulho que faz durante a noite é até terapêutico, ajuda a dormir”, defende a proprietária. A higiene é tarefa dos funcionários do haras, que limpam diariamente a cocheira.

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Fonte: Veja SP

Carruagens diminuir no Central Park

As carruagens com cavalos do Central Park em Nova Iorque vão significativamente reduzidas e os animais vão para um novo estábulo dentro do parque.

O acordo, que irá diminuir as carruagens de 220 cavalos para 95 até 2018, iria aliviar uma dor de cabeça política de longa data para o prefeito Bill de Blasio, que prometeu em sua campanha que iria tirar as carruagens do parque.

Além das novas cocheiras, outra decisão tomada foi que os cavalos serão usados em forma de rodizio, para descansarem antes de voltar ao trabalho.

A Câmara Municipal deve aprovar o acordo, descrito pelo gabinete do prefeito como “um acordo em termos de conceito”, isso pode ocorrer ainda essa semana, disseram autoridades.

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Ferias com cavalos e vinhos

Programe suas ferias com antecedência para evitar contratempos e passar ótimos momentos de tranquilidade.

Vim aqui dar uma dica de programação para suas próximas férias, passeios com cavalos em um lugar pitoresco.

O Cherry Wood Bed, Breakfast and Barn é uma rancho nos EUA que recebe turistas para passeios a cavalo e também relaxar nas instalações do local. As cavalgadas ac0ntecem em lindos cenários, como os vinhedos da região e os hospedes podem ainda conhecer vinícolas e provar vinhos. Para poder participar dessa aventura não é necessário saber montar a cavalo, pois os animais são mansos e bem preparados. Após montar os animais da propriedade e conhecer as vinícolas é possível aproveitar o conforto dos quartos que podem ser em chalés, trailers ou ainda em tendas como as dos índios norte-americanos.

Acho que pode ser uma boa para aquela férias em família ou ainda para uma viagem a dois.

Além manter esse  lindo lugar o pessoal do Cherry Wood resgata cavalos que sofrem maus-tratos e cuidam deles com muito carinho.

Vejam abaixo o vídeo que mostra um pouco desse local que parece ser maravilhoso.

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Turismo equestre em Moçambique

Que tal passar suas férias em um lugar paradisíaco e ainda poder andar a cavalo?

Uma dica de viagem para quem gosta de cavalo é ir para Moçambique e fazer um passeio inesquecível a cavalo com a empresa “Mozambique Horse Safari“.

Situada na costa leste da África do Sul, Moçambique tem uma vibrante mistura de culturas africanas, portuguesas e árabes. Seu litoral estende-se por cerca de 3.000 km e o país ocupa uma área de cerca de 800.000 km ². É possível andar a cavalo por quase qualquer lugar com poucas restrições. A maioria das trilhas são por caminhos naturais criados ao longo de centenas de anos pela vida selvagem local.

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Veja abaixo o vídeo promocional da “Mozambique Horse Safari”.

Passeio a cavalo na Capadócia

A Capadócia é uma região histórica e turística da Anatólia central, na Turquia.

Crê-se que o nome Capadócia provém do vocábulo hitita Katpadukya (terra de cavalos de raça). Outras fontes apontam a origem do nome nos persas, que chamaram à região Katpatuka (igualmente “terra de cavalos de raça” ou de “terra de belos cavalos”). 

Por isso é o local ideal para explorar a cavalo. Os cavalos tiveram um lugar especial na história da Capadócia durante milhares de anos e as paisagens únicas à volta de Goreme são perfeitas para explorar montado num cavalo árabe ou da Anatólia – com um autêntico cowboy turco.

Longe das multidões, é possível explorar os fascinantes vales e vistas de tirar o fôlego à volta de Goreme em passeios a cavalo. Existem várias empresas que oferecem esses passeios aos turistas.

Na novela da Globo Salve Jorge podemos ver o lindo cenário da Capadócia com os cavalos de Zyah, o guia turístico.

Cena da novela Salve Jorge com um dos cavalos da Capadócia.
Cena da novela Salve Jorge com um dos cavalos da Capadócia.

Se está pretendendo fazer uma viagem para Turquia não deixe de ir a Capadócia e fazer um passeio a cavalo pelos vales.

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