Sela irlandesa com novo design

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O design da sela de hipismo vem sendo o mesmo por muitos anos, mas a marca Bua Sport desenvolveu um modelo inovador.

A sela Bua tem o design diferente do que estamos acostumados a ver no meio hípico. Ela tem duas partes separadas uma que se adapta ao cavaleiro e outra ao cavalo. Com uma tecnologia de suspensão o cavaleiro fica mais confortável, e a sela é ajustável ao cavalo, deixando a coluna do animal livre.

O criador da sela é o irlandês Martin Ryan, que ganhou prêmios de design com essa criação. Ele diz que a sela é flexível e se adapta a qualquer animal.

Além do design moderno ela vem em diferentes cores, o que não é comum de se ver nas selas tradicionais, que somente vem nas cores marrom e preta.

A sela Bua tem diferente modelos para diferentes modalidades, como adestramento, salto, enduro e CCE.

O que eu achei mais interessante nessa sela foi a suspensão, o acento fica suspenso e parece não tocar nas almofadas da sela que estão no cavalo, dessa maneira a coluna do animal fica protegida.

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hipismo sela

Conheça mais sobre a sela Bua no site www.buasaddles.com

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Tratadores de cavalos – como conseguir um emprego

tratador

Venho recebendo mensagens de pessoas procurando por emprego como tratadores de cavalos.

Como já devem saber estamos vivendo uma situação econômica, política e social em crise. Com aumento do desemprego, muitos correm atrás do prejuízo, talvez por isso tantas pessoas estão tentando uma oportunidade como tratadores de cavalos.

Muitas são pessoas que já trabalham com equinos, mas alguns querem saber como entrar no mercado hípico. Por isso resolvi fazer um post pontuando o que um bom tratador de cavalos precisa ter para ser bem sucedido.

1 – Gostar de cavalos:
Parece obvio, mas já vi tratadores que aparentam não gostar de animais, pelo menos é o que mostram as atitudes deles. Se você acha que gosta só um pouco de animais, não é um trabalho para você.

2 – Não ter medo:
Outra coisa obvia, mas importante. Pois como vai estar trabalhando bem perto dos cavalos, eles vão sentir o seu medo e acabam tomando conta.

3 – Ter paciência:
Os cavalos são como crianças e algumas vezes repetem ações que não são desejadas, não adianta perder a cabeça e tratar com violência, pode só piorar. Por isso tem que ter paciência para algumas vezes repetir o processo até o animal entender.

4 – Ter disposição para encarar trabalho pesado:
Puxar carrinhos de serragem, carregar equipamentos pesados, limpar cocheiras e segurar cavalos bravos, são algumas das tarefas que muitas vezes precisam de empenho físico e são essenciais nesse trabalho.

5 -Disponibilidade para trabalhar nos finais semanas:
As competições são nos finais de semana, e mesmo que não tenham provas, os cavalos necessitam de cuidados todos os dias da semana.

6 – Ser organizado:
Além de ser responsável pelos cavalos, os tratadores devem cuidar dos equipamentos e para isso é importante organização, manter tudo em seu lugar e pronto para ser utilizado.

7 – Gostar de limpeza:
Material organizado e limpo, é isso que os cavaleiros e amazonas esperam ter em seus quartos de sela. Por isso o tratador tem que gostar de colocar a mão em esponjas e sabão.

8 – Ser educado:
Não é só para ser tratador que é preciso ser educado, mas é importante ressaltar isso. Alguns acham que como o trabalho é com animais, não irão precisar tratar com pessoas. Porém não é bem isso, os tratadores lidam não só com os animais mas também com os proprietários dos cavalos. E todo mundo gosta de educação.

9 – Ser responsável e cuidadoso:
Alimentar o animal na hora certa, dar corretamente medicamentos e ter certeza que o cocho de água está cheio, são tarefas do tratador e que precisam ser cumpridas para o bem estar do cavalo, sem esquecimento ou desleixo.

10 – Trabalhar em equipe:
A equipe é formada pelo cavalo, cavaleiro, instrutor, veterinário, ferreiro e é claro o tratador. Por isso é importante saber torcer, apoiar, comemorar e trabalhar junto. Lembrando sempre que cada um tem sua função, não se deve tentar dar uma de instrutor ou ainda de veterinário.

11 – Ser bem humorado:
Muitos proprietários tem cavalos por lazer, eles querem ver seus animais para se distrair, como uma válvula de escape para seus problemas, por isso não querem ter que enfrentar um tratador mau humorado, ranzinza ou pessimista.

12 – Saber a hora de bebemorar:
O meio hípico é cheio de comemorações, o que é algo muito legal, mas é importante saber a hora de festejar, principalmente com bebidas alcoólicas. Por mais que o ambiente seja amigável, deve-se lembrar que é um local de trabalho e não um bar.

13 – Não ter frescura:
O tratador vai sujar as mãos, a roupa, vai se molhar na chuva, vai ter baba na roupa, vai pisar no esterco, vai ficar no sol,  mas vai trabalhar ao lado do animal mais maravilhoso de todos.

tratador

 

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10 coisas que quem montou nos anos 80 e 90 deve conhecer

Eu comecei a montar nos anos 80 e de lá para cá muitas coisas mudaram no hipismo.

Fiz uma lista com algumas coisas que usávamos para praticar hipismo que quem começou a montar depois de 2000 não deve conhecer.

1 – Chaparrera com franjas.
Nos treinos algumas pessoas usavam essa chaparrera de couro que parecia mais de cowboy, ainda mais com as franjas.

2. Capacete de veludo sem queixeira.
Os capacetes eram bem menores, não tinham queixeira, apenas um elástico para se manter fixo na cabeça do cavaleiro. Por sinal a queixeira nem era obrigatória. O capacete parecia estar lá só de enfeite.

3. Capa de chuva para capacete.
Os capacetes eram de veludo, por isso quando chovia usavam uma capa de plastico por cima dele.

coisas do hipismo

4. Tirador de botas.
As botas não tinham o zíper então tirar elas era uma missão bem complicada. Com o tirador de botas eram bem mais fácil.

coisas

5 – Colocador de botas.
Assim como era difícil tirar as botas, também era complicado colocar, por isso existiam uns ganchos para puxar a bota para cima na hora de calça-las.

hipismo

6 – Camisas com plastron.
As amazonas de salto usavam plastrons diferentes do que vemos hoje em dia no adestramento. Era apenas um colar de tecido que ia por cima da gola da camisa.

camisa de prova hipismo

7 – Broche de ferradura.
Para segurar o plastron na camisa usavam um broche com uma ferradura sobre um chicote ou um taco de polo.

8 – Cinto com cavalinho bordado.
Existia um modelo de cinto com bordados que muitos cavaleiros e amazonas usavam.

cinto cavalinho

 

9 – Jaqueta Barbour.
Essa peça era mais usada pelos cavaleiros, uma jaqueta que tinha gola de veludo e era em tecido encerado.

jaqueta barbour

10 – Bum-bum feliz.
Um protetor de pelego que ia em cima da sela. Muito engraçado, eu sei. Mas tinha gente que usava esse bum-bum feliz.

hipismo

E ai você lembra de mais alguma coisa que usavam naquela época e que não existe mais, ou que mudou? Deixa um comentário me contando se lembra dessas coisas dos anos 80 e 90.

Esse post foi inspirado no blog “Below the cut off”.

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Quartos de sela, ideia para organização

Faz tempo que não dou dicas para quartos de sela, encontrei uma muito legal.

Que tal fazer portas selas com baldes? Sim, baldes podem segurar selas e ainda guardar acessórios como ligas, protetores e escovas.

Navegando pelas redes sociais me deparei com essa imagem abaixo de um quarto de sela com baldes brancos afixados nas paredes que servem de porta sela. Achei a ideia genial, pois além de ter duas funções, é algo simples e barato.

Não consegui localizar o local desse quarto de sela, por isso se alguém souber onde fica deixe um comentário aqui nesse post.

quartos de sela

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Brilhar ou não brilhar, eis a questão.

Todo mundo quer brilhar nas pistas.

Tenho percebido que a moda dos brilhos está cada vez mais em alta no hipismo. Só tenho um pouco de dúvida se gosto ou não dessa tendência brilhante. E você, o que acha de ter muitos cristais nos equipamentos hípicos?

Nas olimpíadas de 2016 pudemos ver os cavalos cheios de brilho. A amazona campeã de adestramento olímpica, Charlote Dujardin apresentou seu cavalo, Valegro, no Rio com uma testeira cheia de cristais que faziam ele brilhar ainda mais na pista.

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Podemos ver nas competições muitos capacetes e casacas reluzindo a distancia. Também vemos cristais nas botas das amazonas, nas luvas, protetores, mantas e toucas.

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Até os cascos dos cavalos podem brilhar com uma tinta especial cheia de gliter.

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A tendência do brilho já é uma tradição nas modalidade western, onde os cavalos e amazonas vão para a competição com muitos cristais nas roupas e equipamentos. E agora parece que é a vez do hipismo clássico entrar nessa onda.

Acho que é uma moda um tanto quanto complicada, pois se exagerar na dose pode ficar um pouco “over”. Mas acredito que o hipismo deve ser um esporte democrático e se você gosta de brilhar muito, deve colocar o brilho que quiser e onde quiser.

Se quiser ter uma casaca com strass, veja a casaca personalizada da Dressur que está a venda na Loja Hipismo&Co, além de ter brilho nos detalhes da peça, pode ser da cor que você quiser. www.hipismoecoloja.com.br

Estribos que ajudam na hora de subir no cavalo

Estribos da marca Horseware.

Para subir no cavalo você se pendura nos estribos? Se você tem esse habito, esse equipamento da Horseware pode lhe ajudar. Os estribos se abrem em um gancho que serve de degrau para o cavaleiro colocar seu pé e subir na sela.

Eu particularmente não gosto de subir no cavalo pelos estribos, prefiro usar uma escadinha, um banquinho ou ainda pedir o bom e velho “pézinho”. Pois como já mostrei aqui, subindo pelo estribo podemos, além de danificar a sela, causar danos a coluna do cavalo.

Mas se você não pensa como eu, quem sabe esse equipamento pode lhe ajudar.

rambo_estribos1

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Esporas com correias personalizadas

Quem gosta de itens personalizados, vai gostar dessas correias de esporas.

A Loja Hipismo&Co tem produtos para quem gosta de peças exclusivas. Além das casacas, mantas e toucas personalizadas, agora você encontra correias para esporas da cor que imaginar.

Você pode combinar o material do seu cavalo com as correias de couro e também é uma maneira de não pegarem suas esporas por engano, pois só a sua terá aquela cor especial escolhida por você.

Acesse a Loja Hipismo&Co e escolha a sua correia para esporas.
www.hipismoecoloja.com.br

Vejam abaixo que charme as correias coloridinhas ou com texturas de cobra. Elas são de couro, apenas as que tem textura de cobra marrom e cobra metalizada são feitas de couro sintético.

esporas
Correia rosa para as amazonas
cores
Várias cores para as correias de esporas
Cobra Preta e brana
Cobra Preta e branca
Correia Azul turquesa
Correia Azul turquesa
Correia na cor laranja
Correia na cor laranja

Cabresto vira suporte para vasos de plantas

Que tal achar uma segunda utilidade para um cabresto?

Significado de cabresto no dicionário é, “Cabeçada, sem freio, com que se prendem ou conduzem cavalos e outros quadrúpedes pela cabeça”.

Mas podemos achar outras funções para um cabresto. Achei uma ideia muito legal e pratica. Transformar cabrestos velhos em suporte para plantas e flores. Esse item dá um toque equestre na decoração.

Veja abaixo que legal fica.

cabresto

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Minimalismo no hipismo

Já ouviu falar de pessoas que aderiram ao minimalismo como estilo de vida?

Viver uma vida voltada para o o minimalismo quer dizer procurar se concentrar apenas no que é necessário e importante para viver, o que significa evitar o acumulo de objetos, organizar a rotina e ter mais tempo para fazer aquilo que gosta.

No final de semana passado o cavaleiro Felipe Juares de Lima organizou na Hípica Paranaense um Bazar Hípico, onde as pessoas podiam vender ou trocar materiais de hipismo usados. Achei uma ideia genial e foi por conta dessa iniciativa que comecei a pensar sobre o minimalismo e porque não podemos tentar isso na nossa vida hípica.

Parece que viver um estilo minimalista no hipismo não é uma tarefa fácil, porém poderia resolver alguns problemas que temos no meio. Vou tentar explicar contando um pouco o que aconteceu comigo.

Monto há mais de 20 anos e nesses anos de hipismo adquiri muito material de equitação. Mas não porque sou consumista e gosto de ter coisas, isso aconteceu porque tive diferentes cavalos, passei por várias fases no esporte e tive alguns professores. Cada cavalo precisava de um equipamento diferente, cada fase vinha com alguma novidade de artigos hípicos e até quando um novo instrutor surgia vinha uma nova forma de montar que as vezes precisava de novo material, como uma espora mais forte, ou um bridão diferente. Ou seja acumulei muita coisa nesse tempo todo.

Quando resolvi mudar meu cavalo da Hípica para um Haras, fui juntar todas as minhas coisas com intuito de levar tudo para a nova casa do meu cavalo. Porém ai é que veio o susto, minhas coisas tinham sumido, todos aqueles materiais que juntei por anos não estavam mais ali. Algumas coisas acredito que estragaram e foram jogadas foras, mas muitas outras tinham sido tiradas do meu quarto de sela. Somente aquelas peças que eu usava com frequência no dia a dia é que estavam ali. Talvez por desatenção minha, mas isso me fez pensar o porque eu precisava de tantas coisas.

O que quero dizer é que podemos aplicar o minimalismo na nossa vida hípica e tentar não acumular coisas que não usamos, viveríamos com mais simplicidade e não daríamos tanta oportunidades para os “gatunos” das hípicas (que sabemos que existem).

Agora que monto em um haras, diminui consideravelmente os meus pertences hípicos. Antes eu tinha um quarto de sela de 3x3m e agora eu tenho apenas um armário de duas portas. Com isso cuido melhor do meu material e sei tudo que tenho ali e onde encontrar.

Sei que não é uma tarefa fácil se desfazer daquelas embocaduras difíceis de encontrar ou daquelas rédeas especiais caríssimas, mas aposto que você tem outros materiais que  não usa faz muito tempo e talvez tenha alguém precisando.

Pense nisso e quem sabe pode deixar alguns dos seus equipamentos em um bazar hípico ou ainda trocar por algo que você realmente precisa com outros cavaleiros. Tente o minimalismo hípico.

minimalismo hípico

 

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Cores para materiais de hipismo

Adorei ver as cores escolhidas para as equipes do Global Champions League.

Como já contei aqui, ontem (10/04) foi lançada a disputa por equipes do GCT. Como foram criadas logos para cada uma das equipes, os uniformes dos cavaleiros e seus cavalos seguiram as cores escolhidas para cada equipe.

As combinações ficaram muito interessantes, e podem servir de inspiração para você fazer o material do seu cavalo.

Vejam abaixo algumas fotos que mostram como ficaram as cores das mantas e toucas dos animais que competiram.

Laura Kraut  pela equipe Rome Gladators, nas cores verde esmeralda,  branco e vermelho.
Laura Kraut pela equipe Rome Gladators, nas cores verde esmeralda, branco e vermelho.

Roger Yves Bost da  Cannes Stars, nas cores azul claro, branco e marrom.
Roger Yves Bost da Cannes Stars, nas cores azul claro, branco e marrom.

cores
Sheikh Ali Bin Khalid Al Thani , equipe Doha Fursan Qatar nas cores vinho, cinza e branco.

Georgina Bloomberg da equipe  Miami Glory, nas cores Preto, branco e bordo
Georgina Bloomberg da equipe Miami Glory, nas cores Preto, branco e bordo

cores
Equipe Paris Jets: Gregory Wathelet nas cores Verde água, branco e azul royal

cores
John Whitaker da Valkenswaard United, nas cores azul royal, branco e laranja.

Logos das equipes do Global Champions League
Logos das equipes do Global Champions League

Se gostou dessas combinações e quer ter um jogo de manta, touca e ligas em alguma dessas cores, você pode encomendar na loja on-line do Hipismo&Co.

Acesse www.hipismoecoloja.com.br

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