CBH apresenta campeões de 2015 e uniformes das equipes olímpicas

Hoje (20/05) às 20h00, o Prêmio Hipismo Brasil condecorará os campeões do ranking da CBH.

A festa da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) será no salão nobre da Sociedade Hípica Paulista. Serão premiados os campeões de 9 modalidades: Salto, Adestramento, Concurso Completo de Equitação (CCE), Paraequestre, Volteio, Enduro, Atrelagem, Rédeas e Tambor.

Nesta noite também acontecerá desfile com os uniformes das equipes olímpicas brasileiras de adestramento e CCE. A Dressur é a responsável pela criação e confecção das peças que nossos cavaleiros e amazonas irão usar nos Jogos rio 2016.

Além das casacas e fraques das equipes será apresentada no desfile a Coleção DRESSUR BRASIL em parceria com a CBH. A coleção conta com camisas pólos, camisas de provas e bonés, que poderão ser adquiridas na Loja Hipismo&Co.cbh

snapchatlogoA equipe Dressur irá transmitir a festa e o desfile pelo SnapChat do Hipismo&Co. Siga hipismoeco no Snap e veja tudo em primeira mão. Durante a festa será lançada a pré venda das peças da coleção DRESSUR BRASIL na Loja Hipismo&Co para quem quiser adquirir suas peças para torcer pelo Hipismo Brasileiro com elegância e conforto.

 

Dressur e CBH juntas pelo Hipismo Brasileiro

A Dressur fechou um contrato com a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e está patrocinando as equipes brasileiras nas modalidades Concurso Completo de Equitação e Adestramento nos Jogos Rio 2016.

Os uniformes, criados pela estilista da Dressur para os atletas das equipes de Adestramento e CCE, serão apresentados na Festa do Prêmio Hipismo Brasil que condecora os melhores do ranking 2015 em 20 de maio na Sociedade Hípica Paulista.

Além das roupas dos atletas, a Dressur criou uma coleção para os fãs do hipismo vestirem e torcerem pelo Brasil. A também será lançada no dia 20 de maio.

Como estamos cada vez mais perto dos Jogos Olímpicos, lançamos um concurso de fotos no Instagram do Hipismo&Co em parceria com a Dressur. O prêmio será uma das peças da coleção DRESSUR BRASIL. Para participar do desafio é só postar no Instagram fotos das modalidades olímpicas (salto, adestramento e CCE) com as tags #dressurequestrian e #hipismoeco.

Corre lá no Instagram e poste lindas fotos para concorrer a um prêmio da Dressur, patrocinadora oficial das equipes brasileiras de adestramento e CCE.

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Veja aqui a entrevista com a estilista da Dressur, Isabela do Vale.

Principais nomes do hipismo nacional disputam prova de adestramento

O Complexo Esportivo de Deodoro, palco das provas de hipismo nos Jogos Olímpicos do Rio 2016, recebe, a partir desta sexta-feira (24), o Concurso Nacional e Internacional de Adestramento. O evento, organizado pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), será realizado até o próximo domingo (27) e terá a participação dos principais atletas do País, que serão observados pela técnica de Adestramento do Brasil, a belga Mariette Withages.

A competição é a primeira de uma série de três que acontecerão até o final de maio no Complexo Esportivo. Os próximos eventos serão entre 1º e 4 de maio e entre 22 e 25 de maio. Essas provas darão início aos observatórios para a formação da equipe de Adestramento dos Jogos Equestres Mundiais da Normandia deste ano e dos Jogos Pan-Americanos de Toronto-2015.

A competição será a primeira após o bom resultado da equipe brasileira de adestramento nos Jogos Sul-Americanos do Chile. Estão confirmados os cavaleiros olímpicos Rogério Clementino e Luiza Almeida, além de João Victor Marcari Oliva, Pedro Almeida, Manuel Almeida, Micheline Shulze e Edneu Senhorini. Além das provas de alto rendimento, as categorias intermediárias e de base também prometem agitar o fim de semana.

Desde que foi anunciada como técnica da equipe brasileira de Adestramento, essa será a segunda visita da belga Mariette Withages ao Brasil. Um dos principais nomes do adestramento mundial, a técnica belga foi presidente da Comissão de Adestramento da Federação Equestre Internacional (FEI) e ex-juíza olímpica.

Jogos Sul-Americanos
Na edição desse ano, em Santiago, com sub-sede em Viña del Mar, no Chile, o jovem João Victor Oliva começou a despontar no cenário esportivo. Com apenas 18 anos, o atleta subiu ao degrau mais alto do pódio na categoria individual, conquistando a medalha de ouro. Para completar o pódio brasileiro, João Paulo dos Santos ficou com a prata, e Leandro Aparecido da Silva com o bronze.

Complexo de Deodoro
O Complexo Esportivo de Deodoro tem uso intensivo desde os Jogos Pan-Americanos de 2007, tendo sediado, desde então, quase 300 eventos esportivos de diversos tipos, entre campeonatos mundiais, pan-americanos, sul-americanos, copas do mundo, seletivas olímpicas e pan-americanas, disputas nacionais, estaduais e locais, competições militares e provas juvenis, incluindo os Jogos Escolares, além de treinamentos de atletas e seleções do Brasil e de outros países. Uma média de 43 eventos/ano – um por semana.

Para os Jogos de 2016, o Complexo será ampliado, com a construção da Arena Deodoro e do Parque Radical – no qual ocorrerão as provas de canoagem slalom, ciclismo BMX e ciclismo mountain bike. E algumas das atuais instalações passarão por adaptações como aumento da capacidade de público, espaços para transmissão de tevê, substituição de pisos, novas áreas de circulação e mais baias para cavalos no hipismo, entre outras, para atender aos requisitos das Federações Internacionais das modalidades e do Comitê Olímpico Internacional.

Instalações construídas para os Jogos Pan-Americanos de 2007, como o Centro Nacional de Tiro Esportivo, o Centro Nacional de Hipismo e o centro aquático do Pentatlo Moderno passarão por adequações e serão integralmente utilizadas. O Centro de Hóquei sobre Grama será reformado.

Após os Jogos Olímpicos, Deodoro se unirá às instalações esportivas do Parque Olímpico da Barra para formar o Centro Olímpico de Treinamento (COT), o novo polo de excelência para o esporte de alto rendimento no País.

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Fontes:
Ministério do Esporte
Portal Brasil

Estabulagem em competições de hipismo

O homem passou a montar cavalos há muitos e muitos anos atrás. No inicio (época antes de Cristo) o cavalo era o principal transporte e assim foi usado e domesticado até que inventaram os carros. De lá para cá o cavalo deixou de ser um meio de transporte e passou a ser domesticado. Então passou a ser  criado  e foram desenvolvidos esportes, em um primeiro momento como “hobby”.

Acontece que hoje em dia este “hobby” criou 3 modalidades olímpicas e mais uma infinidade de modalidades não olímpicas. O setor equestre cresce anualmente mais do que muitos setores da economia. Há geração de empregos, comercio (exterior inclusive), novos negócios sendo abertos diariamente para atender uma grande demanda.

Competições acontecem semanalmente. O número de participantes destas competições é fantástico. Há concursos entre raças, associações, federações, regionais, estaduais, nacionais e internacionais. O calendário anda complicado de ser escolhido. Muitos competidores acabam escolhendo as provas, fazendo um calendário no ano para poder planejar o capital, performance do conjunto e demais compromissos rotineiros como feriados, aniversários, etc.

Foram criados grandes clubes por todo o país. Estes são hoje considerados modelos de como devem ser centros esportivos equestres.

As competições já perderam seus aspectos de amador e ganharam forma  profissional. Há novas profissões que surgiram para conseguir ter competições que atendam o esperado pelo Mercado. Há delegados técnicos, diretores de federações, clubes, associações, juízes especializados, entre outros.

Uma das modalidades equestres que mais tem se desenvolvido aqui no Brasil desde os Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996 é, sem sombra de dúvida, o Salto.

Infelizmente, neste mês de abril, em uma destas grandes hípicas, no estado do Rio de Janeiro,  houve a morte de 2 cavalos, devido a uma descarga elétrica em um conjunto de baias provisórias, chamado de circo, montado para estabulagem de competições. (veja aqui o post sobre esse acontecimento)

O interessante é que muitas pessoas são do meio hípico e não estavam presentes estão chocadas com tal fato. Todos estão perguntando de quem é a culpa, e não estão se preocupando muito com o qual foi o motivo que levou estes cavalos à morte.

Então para acalmar todo o meio equestre, a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH)  publicou a Diretriz Técnica de número 01 2014 obrigando que em  todos os concursos onde tenha que ser armado as baias provisórias, o comitê organizador coloque a disposição um eletricista e um bombeiro para a instalação e manutenção do circo.

Sabem, na verdade a CBH não tinha feito esta diretriz anteriormente porque pelas Leis em vigência em nosso país, sempre foi obrigatório que estes profissionais (eletricista e bombeiro) estivessem devidamente nomeados e em “plantão” durante estes eventos.

A legislação fala muito mais que isso, diga-se de passagem. Todo eletricista, além de  ter seu curso de eletricista, deve também possuir um curso de segurança em instalações elétricas, segundo a Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho de número 10. Além disso, esta mesma Norma, ainda fala que todos que forem até mesmo trocar uma lâmpada devem participar deste treinamento. Este treinamento, por sua vez, deve ser ministrado por profissional da área de engenharia de segurança do trabalho, um eletricista e um médico do trabalho. Esta norma também diz como deve ser feita toda a instalação provisória, desde sua alimentação no quadro, até cada lâmpada ou tomada dentro de cada baia. Também proíbe o uso de benjamins, também chamados de “T”, solicitando substituí-los por filtros de linha, assim como prescreve como os fios devem ser fixados e como devem sair do Quadro de Força, além de deixar claro como devemos ter a proteção a raios e descargas elétricas (isolamento).  Com relação ao material e forma de se montar o circo, há a Norma Regulamentadora de número 18 que também dá algumas orientações como local de sanitários, de alimentação e dormitórios para pessoas, entre outros.

Já o Corpo de Bombeiros possui uma ampla legislação dizendo como devem ser implantadas medidas de prevenção dentro das empresas (sim, uma hípica é uma empresa, possuidora de CNPJ e que deve atender a toda esta legislação), bem como temos a Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho de número 23 que também diz que é necessário ter medidas implantadas para combate e prevenção a incêndio. Lógico que dentro destes circos temos que ter, pelo menos, extintores de incêndio em número suficiente para sanar quaisquer problemas.

Cabe as empresas, nesse caso hípicas que estão promovendo a competição, atender a toda a legislação como uma medida de prevenir acidentes como o ocorrido e não meramente para evitar ser multado em casos de fiscalizações ou de acidentes.

Devido a atividade econômica ser a prática de um esporte caro, muitas vezes é dito para montar isso ou aquilo “da maneira hípica” que nada mais é que uma maneira simples, provisória e que, normalmente, não atende as Normas.

Outra fala muito comum é: Vamos terceirizar que aí todos os problemas são de responsabilidade da empresa terceirizada. Isso também não é verdade. Segundo a legislação vigente há a corresponsabilidade. Portanto se o seu terceirizado errou, ou não atendeu a legislação, você está encrencado junto com ele.

Faz-se hora de pararmos de pensar como amadores e passarmos a enxergar o meio equestre como Profissional, como ele realmente é.

Com isso é muito importante não fazer mais o que é comum, barato e amador e passar a lidar com estes centros equestres como empresas que devem atender a toda a legislação por se tratar de vida de seus clientes, funcionários e, principalmente, cavalos alojados.

A culpa do acidente que trouxe tanta perplexidade no Rio não deve ser dada a uma pessoa. Isso não trará os cavalos de volta, infelizmente.

É hora de passarmos a agir preventivamente, já a partir deste acidente, procurando as causas e não quem é o culpado. Ao se achar as causas precisamos analisar e implantar medidas de controle para que NUNCA mais esse ou outros acidentes com cavalos aconteçam em eventos como o do Rio de Janeiro.

Sabem, Frank Bird em 1978 já dizia que “os mesmos princípios efetivos de administração podem ser usados para eliminar ou controlar muitos, senão todos, os incidentes comprometedores que afetam a produção e qualidade”. Isso significa que ao prevenir e controlar os incidentes por meio do controle de perdas, toda a empresa (pessoas, equipamentos, materiais e ambientes) estará segura. Assim, além dos acidentes com lesões pessoais e dos cavalos, passa-se a considerar também as perdas decorrentes dos danos à propriedade e ao negócio da empresa.

Assim, passa-se a compreender que a ocorrência de acidentes provoca desde perdas pequenas até as maiores quer do ponto de vista humano como os materiais, sociológicos, humanitários e econômicos. A distribuição da frequência dos acidentes em termos da gravidade que apresentam se distribuem em forma de uma pirâmide que chamamos de Pirâmide de Frank Bird Jr.

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A pirâmide de Frank Bird Jr. indica que a cada 600 incidentes (quase acidentes) , 30 são de perdas materiais, 10 acidentes são com lesão leve e 1 acidente é com lesão grave ou fatal. Diante desse quadro, é possível perceber que é tolice direcionar os esforços de prevenção de riscos para poucas ocorrências que acabam, somente, em lesões sérias ou incapacitantes ou fatais.

Também conhecido como Iceberg de Heinrich, esse modelo parte do princípio de que os custos envolvidos em acidentes estão dentro de uma relação 4:1 quando se consideram seus custos indiretos (gastos assumidos pelas empresas em consequência de perdas indiretas dos acidentes ocorridos) e diretos (quantia total dos benefícios pagos pelas companhias de seguro). Ou seja, o custo indireto dos acidentes ocorridos equivale a 4 vezes seu custo direto.

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A ponta do iceberg representa aquela pequena parte que ressalta em termos de custos, quando um acidente acontece. O custo menor está na parte superior e visível do iceberg, que corresponde a 1, por exemplo. A esta parte correspondem:

  • Custos médicos para a lesão ou doença
  • Custos do cavalo
  • Indenização correspondente à compensação da perda sofrida.

Estes são os menores custos: na parte imersa e mais superficial, há uma área bem maior que envolve uma perda com um custo que corresponde de 5 a 50. E corresponde a fatores como:

  • Danos nas construções
  • Danos nas ferramentas e equipamentos
  • Danos em produtos e materiais
  • A interrupção e do ritmo da produção
  • Custos legais
  • Custos com suprimentos e equipamentos de emergência
  • Tempo de análise do acidente

Na parte mais profunda do iceberg temos ainda outro nível de perdas que corresponde ao custo de 1 a 3 referente a:

  • Custo da substituição dos acidentados e do treinamento
  • Hora extra
  • Tempo extra de supervisão
  • Burocracia
  • Perda de negócios e oportunidades

Assim, qualquer acidente traz perdas visíveis e outras muito maiores – invisíveis – mas de grande impacto no Mercado. Por essa teoria, fica claro que desenvolver programas de segurança que enfoquem apenas os custos diretos é perder uma grande oportunidade de evitar gastos muito maiores.

Por esses motivos que é necessário prevenir acidentes dentro das hípicas, haras, clubes, coudelarias, entre outros. As consequências desses acidentes e incidentes que ocorrem por agirmos de forma amadora (pensando que o local onde nossos queridos cavalos moram é a continuação de nossas casas) faz com que coloquemos o crescimento do meio em dúvida e com uma velocidade infinitamente menor, além de fazer com que muitos novos adeptos não entrem ou não permaneçam por muitos anos praticando estes esportes.

É hora de mudar de atitude! É hora de se profissionalizar e seguir tudo que já existe!!

Escrito por: Priscila Thomazelli – Atleta, Instrutora e Treinadora de Adestramento – Engenheira Civil, de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Qualidade.

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Convocação da Equipe de Adestramento para os Jogos Odesur 2014

A Confederação Brasileira de Hipismo divulgou a equipe de adestramento convocada para os Jogos Sul Americanos – Odesur, de 08 a 11 de março de 2014 no Chile.

Os atletas escolhidos foram:

– João Paulo dos Santos – Veleiro do Top

– João Victor Marcari Oliva – Xamã dos Pinhais

– Leandro Aparecido da Silva – Di Caprio

– Pia Aragão – Zepelim Interagro

Lista de espera:

– Mauro Pereira Jr. – Banzai AMM

– Alexandre Morais de Oliveira – Rendsgaards Lathago

As provas de hipismo dos jogos serão na Escola de Equitação Quillota Barns em San Isidro, com competições de adestramento e salto.

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Cavaleiros brasileiros chegam na Argentina para o Americano e Sul Americano da Juventude

Os atletas brasileiros chegaram hoje na Argentina para o Americano / Sul Americano de Salto da Juventude, que será  no Jockey Club de Rosário. As provas começarão no dia 17 de setembro e vão até o dia 22. São 45 conjuntos brasileiros que irão participar das categorias Mirim, Pré-junior, Junior e Young Riders.

O cavaleiro Bernardo Zattar que irá representar o Brasil na categoria Young Riders nos enviou algumas fotos do local da competição e dos jovens brasileiros.

O Hipismo&Co está torcendo pelos brasileiros em Rosário.

Equipe Brasileira
Equipe Brasileira
A bandeira brasileira no Jockey Club  de Rosário
A bandeira brasileira no Jockey Club de Rosário
Challenger JMen, cavalo do cavaleiro Bernardo Zattar com a capa da equipe brasileira.
Challenger JMen, cavalo do cavaleiro Bernardo Zattar com a capa da equipe brasileira.

Yuri Mansur continua na liderança do Ranking da Confederação Brasileira de Hipismo

Terminou no domingo, dia 28 de julho, na Sociedade Hípica Brasileira com a realização do Grande Prêmio Oi, prova de altura de 1,55m a 2ª edição do badalado circuito de salto, Oi Brasil Horse Show.

A prova principal do evento, o Grande Prêmio que selou o encerramento do concurso que aconteceu em três dias de competições. Veja aqui o post sobre o GP Oi.

O líder do ranking da Confederação Brasileira de Hipismo, o titular do Quality Horses, Yuri Mansur e QH Best Choice Zamillus que cometeu apenas uma falta no percurso inicial, ficou na 4ª posição da classificação final do GP e lhe garantindo a permanência na liderança do ranking de Sênior da CBH.

O vencedor do GP Oi da 2ª edição foi o cavaleiro paulista, Mario Cia Junior com Otupharma Willem com a soma final de dois pontos perdidos, com o tempo de 61s 80 no percurso final, seguido de José Roberto Reynoso Fernandez Filho e Maestro St Lois Sanol Dog Protécnica, com o tempo mais rápido da segunda volta, com 44s77, mas com uma falta na primeira volta.

A 3ª posição foi para Thiago Rhavy e Manege Cabral Rhea Climber, com uma falta em sua apresentação inicial, com o tempo de 47s27. Vitor Alves Teixeira e Sergio Marins, com 5 e 8 pontos respectivamente, completaram o placar.

Desta forma depois da 3ª prova válida para o ranking da CBH, a liderança permanece com o cavaleiro titular do QH, Yuri Mansur com 44 pontos, seguido por Sergio Marins de Minas Gerais com 39 pontos e José Roberto Reynoso Fernandes Filho com 38 pontos.

Yuri Mansur, lider do Ranking da CBH
Yuri Mansur, lider do Ranking da CBH

Fonte: De SKS Promoções – Silvia Milani- Assessoria de Imprensa QH.
Foto: Raphael Macek

Uniforme para competições de hipismo

Recebi um comentário aqui no blog solicitando um post sobre as regras de uniforme nas competições de hipismo. Vou começar com as regras na modalidade salto, pois cada uma tem seu regulamento específico.

No site da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) você encontra o regulamento de salto. No artigo 256 – Uniforme e saudação tem detalhado o que pode e o que não pode vestir nas provas de salto. (Veja aqui o regulamento de salto da CBH)

O capacete com queixeira é obrigatório, o culote pode ser branco ou bege, camisa  branca ou colorida com golas e punhos branco. As botas podem ser pretas ou marrom. Já a casaca pode ser vermelha, preta, azul marinho ou cinza. Os cavaleiros devem usar gravata branca e as amazonas colarinho alto ou plastron.

Veja a amazona top Meredith Beerbaum usando casaca vermelha e camisa branca com colarinho alto.
Veja a amazona top Meredith Beerbaum usando casaca vermelha e camisa branca com colarinho alto.

Na loja Hipismo&Co tem casaca vermelha como essa da Meredith, clique aqui e dê uma olhada lá.

A casaca pode ter leve textura. Como é o caso da usada pela amazona Luciana DIniz, que tem tecido risca de giz.
A casaca pode ter leve textura. Como é o caso da usada pela amazona Luciana Diniz, que tem tecido risca de giz.

Se gostou da casaca risca de giz da Luciana Diniz, na loja Hipismo&Co tem um modelo lindo. Veja aqui.

Athina Onassis com botas pretas, culote branco, camisa branca com colarinho alto e casaca preta.
Athina Onassis com botas pretas, culote branco, camisa branca com colarinho alto e casaca preta.

Achou linda essas cores da casaca da Athina? Na loja Hipismo&Co você pode montar uma nessas cores para você. Clique aqui.

O charmoso cavaleiro Kevin Staut com capacete preto e casaca cinza.
O charmoso cavaleiro Kevin Staut com capacete preto, gravata branca e casaca cinza.

Na loja Hipismo&Co também tem casacas masculinas personalizadas. Confira aqui.

A casaca verde somente pode ser usada em Concursos internacionais quando o cavaleiro estiver representando o Brasil. Como é o caso de Rodrigo Pessoa.
A casaca verde somente pode ser usada em Concursos internacionais quando o cavaleiro estiver representando o Brasil. Como é o caso de Rodrigo Pessoa.
A linda Charlotte Casiraghi usando camisa colorida com colarinho alto branco e casaca preta.
A linda Charlotte Casiraghi usando camisa colorida com colarinho alto branco e casaca preta.
José Roberto Reynoso Filho com culote bege e casaca preta.
José Roberto Reynoso Filho com culote bege e casaca preta.
o cavaleiro francês Michel Robert usando casaca azul marinho.
O cavaleiro francês Michel Robert usando casaca azul marinho.
Uma coisa que não está no regulamento mas que faz muita diferença é o cinto. Veja o cavaleiro Doda com camisa azul clara com colarinho  branco e cinto para finalizar o look.
Uma coisa que não está no regulamento, mas faz muita diferença. é o cinto. Veja o cavaleiro Doda com camisa azul clara com colarinho branco e cinto para finalizar o look.
O campeão olímpico Steve Guerdat com camisa azul clara com colarinho branco e gravata branca.
O campeão olímpico Steve Guerdat com camisa azul clara com colarinho branco e gravata branca.
O carioca Rodrigo Marinho usando casaca azul e bota preta com detalhe em marrom.
O carioca Rodrigo Marinho usando casaca azul e bota preta com detalhe em marrom.

Fotos: Divulgação

Por ouro em 2016, hipismo anuncia convênios e seleções permanentes

A Confederação Brasileira de Hipismo tenta desenvolver a estrutura do esporte no país. Nesta terça-feira, em evento no Jockey Club de São Paulo, a entidade anunciou a parceria com o Ministério do Esporte em convênios para as seleções permanentes de Salto, Adestramento e Concurso Completo de Equitação (CCE). O apoio financeiro busca melhorar as condições dos atletas que moram no Brasil. Os valores, no entanto, ainda não foram confirmados.

Além disso, o CBH está finalizando a parceria com o BNDES, através do Plano Brasil Medalhas, para cinco cavaleiros que vivem fora do país. Rodrigo Pessoa, Álvaro Affonso de Miranda Neto, Bernardo Alves, Marlon Zanotelli e Pedro Veniss serão os atletas beneficiados pelo projeto.

A entidade também anunciou a criação de uma comissão técnica permanente para as seleções. Salto, com 13 atletas, CCE, com 15, e adestramento, com 16, terão duas equipes sêniores cada e outras de base. O presidente da CBH, Luiz Roberto Giugni, comemorou as parcerias.

Secretário de Esporte de Alto Rendimento, Ricardo Leyser também falou da importância do apoio ao hipismo rumo aos Jogos de 2016. O Brasil tem, até o momento, um ouro olímpico e outros dois bronzes no esporte.

Uma das referências do esporte no país, Rodrigo Pessoa afirma que as mudanças representam um passo significativo do país rumo aos Jogos de 2016. Representante do Brasil em Jogos desde 1992, em Barcelona, o cavaleiro afirma que a equipe nunca teve as condições que terá a partir deste ciclo.

O próximo passo, segundo o presidente da Confederação, é anunciar as equipes e as comissões permanentes. Por enquanto, o neozelandês Mark Todd, bicampeão olímpico no salto e que treinará o CCE, e Jean-Maurice Bonneau, no salto, estão confirmados. Há a negociação com um técnico inglês para a equipe de adestramento.

Atletas estiveram presentes em coletiva para anunciar seleções de hipismo (Foto: João Gabriel Rodrigues)
Atletas estiveram presentes em coletiva para anunciar seleções de hipismo (Foto: João Gabriel Rodrigues)

Fonte: Globo.com

Brasil conquista dois ouros na Copa das Nações das categorias Children e Junior, nos EUA

A bandeira verde e amarela brilhou na noite deste sábado, 2/3, no Festival Equestre de Inverno em Wellington, nos Estados Unidos, um dos concursos mais tradicionais do mundo. O Brasil foi o campeão da Copa das Nações das categorias Children e Junior mostrando o talento dos jovens cavaleiros brasileiros.

Pela categoria Children ( cavaleiros de 12 a 14 anos) , a equipe formada por Vittorio Burger/Cheese Z, Laura Ramos Rait/Poderosa 3K e Siew Chiang /Up To You fez bonito e mesmo desfalcada de um integrante (Rodrigo Jardim da Rosa que teve sua égua machucada após cair na área de aquecimento na última quinta-feira) levou a medalha de ouro com apenas 2 pontos perdidos. A Argentina garantiu a medalha de prata, 4 pontos, e a Venezuela, o bronze, 9 pontos. “Viramos em 2º lugar para a 2º volta, com 2 pontos perdidos a mais que a Argentina, porém com técnica e determinação de ponta a ponta, a equipe buscou a vitória”, conta Constantino Scampini, diretor das categorias de base da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH).

Na categoria junior ( cavaleiros entre 14 e 18 anos), o Brasil também levou o 2º ouro. A equipe brasileira foi formada por Fernando Chiarotto Penteado/Petit Paul, Carolina Drummond/Lala de La Hurie, Sofia Monteiro da Silva Scheer/Levin Z e Giulia Dal Canton Scampini/Keep On Fighting. O Brasil computou 6 pontos perdidos, seguido do México com 8 e Venezuela, 9.

Na série Young Riders ( cavaleiros de 18 a 21 anos), o time verde amarelo com Kitaro Baldaia Bemfica/Kanonikus, Iago da Silva Almeida Xavier/Anouska, Rodolfo Braido Locoselli /HH Corde Classique e André Nascimento Xavier/QH Carlos Joaquim terminou na 4ª colocação com 64 pontos perdidos. Os Estados Unidos foram os campeões com 10 pontos perdidos, seguidos pelo Canadá com 15 e Colômbia, 48.

Os cavaleiros olímpicos Rodrigo Pessoa e Doda Miranda e o chefe da missão Caio Sérgio de Carvalho integraram a comissão técnica das três equipes na competição. Luiz Roberto Giugni, presidente da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), também prestigiou a competição da nata da jovem.

.A convocação para a Copa das Nações em Wellington foi uma iniciativa da CBH visando a preparação da equipe brasileira para o Campeonato Americano e Sul-Americano de Children, Juniores e Young Riders, que será realizado em setembro, na Argentina. O evento teve patrocínio da Hollow Creek Farm.

O Time Brasil de Juniores comemora o merecido Ouro; imagem: Bel Scheer
O Time Brasil de Juniores comemora o merecido Ouro; imagem: Bel Scheer

Fonte: CBH

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