{"id":15671,"date":"2013-07-04T23:57:37","date_gmt":"2013-07-05T02:57:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.hipismoeco.com.br\/blog\/?p=15671"},"modified":"2013-07-04T23:59:16","modified_gmt":"2013-07-05T02:59:16","slug":"o-nome-e-enduro-paraequestre-mas-pode-chamar-de-terapia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.hipismoeco.com.br\/blog\/o-nome-e-enduro-paraequestre-mas-pode-chamar-de-terapia\/","title":{"rendered":"O nome \u00e9 paraequestre, mas pode chamar de terapia"},"content":{"rendered":"<p>A paix\u00e3o pelas cavalgadas e a vontade de proporcionar lazer para pessoas com defici\u00eancia levou uma funcion\u00e1ria p\u00fablica de Curitiba a criar uma modalidade esportiva. Claudiane Cris\u00f3stomo Pasquali, praticante de cavalgada desde a inf\u00e2ncia, trabalha h\u00e1 dois anos na difus\u00e3o do enduro paraequestre, uma competi\u00e7\u00e3o de hipismo destinada a paratletas. A ideia surgiu meio por acaso e se transformou em uma experi\u00eancia que est\u00e1 sendo replicada em outros estados.<\/p>\n<p>Claudiane \u00e9 praticante de enduro, uma prova de longa dist\u00e2ncia em que o conjunto (cavaleiro e cavalo) atravessa grandes dist\u00e2ncias, passando por matas, rios e pontes. De atleta, ela passou a organizadora a partir do interesse de um amigo que, ap\u00f3s um acidente de moto que lhe tirou o movimento das pernas, passou a praticar a equoterapia \u2013 um m\u00e9todo de est\u00edmulo muscular com a cavalgada. Ele gostaria de saber como participar de um enduro, j\u00e1 que, apesar da limita\u00e7\u00e3o f\u00edsica, montava relativamente bem.<\/p>\n<p>\u201cSeria imposs\u00edvel j\u00e1 de come\u00e7o, quando o atleta precisa correr ao lado do animal, puxando-o pela r\u00e9dea, e apresent\u00e1-lo aos ju\u00edzes\u201d, relembra Claudiane. Mas ela percebeu que as adapta\u00e7\u00f5es eram poss\u00edveis. Come\u00e7ou a contatar outros centros de equoterapia \u00e0 procura de mais interessados.<\/p>\n<p>A primeira prova de enduro paraequestre ocorreu em dezembro de 2011, com a participa\u00e7\u00e3o de 20 competidores, em sua maioria crian\u00e7as e adolescentes. Foram feitas altera\u00e7\u00f5es na estrutura do local da prova, como a instala\u00e7\u00e3o de barras no banheiro, e nos equipamentos de competi\u00e7\u00e3o, como a coloca\u00e7\u00e3o de uma rampa para que os cavaleiros pudessem alcan\u00e7ar a sela. O percurso foi encurtado. De 60 a 80 quil\u00f4metros, dependendo da prova, passou para 2 a 4 quil\u00f4metros. Os competidores s\u00e3o acompanhados por um cavaleiro auxiliar, montado, ou um auxiliar lateral, que segue a p\u00e9.<\/p>\n<p>\u201cUma crian\u00e7a ganhou um trof\u00e9u e ao chegar em casa, tarde da noite, foi acordar os vizinhos para mostrar a conquista\u201d, conta Claudiane. A aceita\u00e7\u00e3o entre os centros de equoterapia foi r\u00e1pida, e novos interessados ligavam para saber quando seria o pr\u00f3ximo evento. A novidade \u201cvazou\u201d para outros estados, levada pelos ju\u00edzes que vieram ao Paran\u00e1 para arbitrar a prova. Existe o registro de duas provas similares realizadas h\u00e1 cerca de uma d\u00e9cada em Bras\u00edlia, o mais importante centro de equoterapia do pa\u00eds, mas jamais havia sido feita uma competi\u00e7\u00e3o nesses moldes.<\/p>\n<p>A idealizadora passou a divulgar o enduro paraequestre junto a outras federa\u00e7\u00f5es de hipismo. S\u00e3o Paulo j\u00e1 promoveu competi\u00e7\u00f5es e Minas Gerais est\u00e1 a poucos meses de ter o seu primeiro evento. Enquanto isso, o Paran\u00e1 j\u00e1 tem uma sele\u00e7\u00e3o estadual, composta por cinco atletas, que participou de uma prova em Bragan\u00e7a Paulista (SP) ao lado de competidores convencionais. Ficaram em 4.\u00ba lugar.<\/p>\n<h5 data-ft=\"{&quot;type&quot;:1,&quot;tn&quot;:&quot;K&quot;}\"><strong>Adestramento paraequestre<\/strong><\/h5>\n<h5 data-ft=\"{&quot;type&quot;:1,&quot;tn&quot;:&quot;K&quot;}\">No domingo (07\/07) ser\u00e1 dado o primeiro passo no adestramento paraequestre no Paran\u00e1, com a vinda da classificadora internacional Gabriele Brigitte Walter. Que ap\u00f3s avaliar os atletas ir\u00e1 dar uma palestra no Centro Paranaense de Arte Equestre.<\/h5>\n<p><a href=\"http:\/\/www.hipismoeco.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/paraequestre_parana.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-15672\" alt=\"paraequestre_parana\" src=\"http:\/\/www.hipismoeco.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/paraequestre_parana.jpg\" width=\"620\" height=\"413\" srcset=\"https:\/\/www.hipismoeco.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/paraequestre_parana.jpg 620w, https:\/\/www.hipismoeco.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/paraequestre_parana-300x199.jpg 300w, https:\/\/www.hipismoeco.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/paraequestre_parana-450x300.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em><strong>Fonte: Gazeta do Povo<br \/>\nFoto: Jonathan Campos<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A paix\u00e3o pelas cavalgadas e a vontade de proporcionar lazer para pessoas com defici\u00eancia levou uma funcion\u00e1ria p\u00fablica de Curitiba a criar uma modalidade esportiva. 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