Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Larissa Spezani

Mais uma entrevista aqui no Hipismo&Co com uma linda amazona. Vejam abaixo as resposta da Larissa.

Nome e idade:
Larissa Spezani, 16 anos.

Nome do cavalo:
Educador e Grace

Onde Monta:
Haras Pegasus

Modalidade/Altura/Categoria:
Hipismo Clássico/ Salto

Quando você começou no hipismo? Você lembra da primeira vez em uma hípica?Comecei com 5 anos em Brasilia. Lembro que quando eu tinha 3 anos minha mãe me levou na hípica de Manaus.

Qual foi sua prova inesquecível?
Com 9 anos estava fazendo um percurso de 0,80m, no primeiro obstáculo da prova eu cai e fui desclassificada. Como não sabia que quando se cai do cavalo eliminada montei  de novo e terminei o percurso. No final da prova na entrega de medalhas, me chamaram pra subir no palco para receber a “Medalha da Coragem”, essa foi uma prova que eu nunca esqueci.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Campeonatos Estaduais de Saltos e Copa de Amadores e Cavalos Novos.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Ranking Escolas da FEERJ e Campeonato Brasileiro de  Jovens Cavaleiros.

Qual seu ídolo no esporte?
Doda Miranda e Pedro Veniss

O que você mais gosta no ambiente hípico? 
Quando eu chego na hípica e sinto aquela paz e tranquilidade no lugar.

O que o hipismo lhe ensinou?
Que sem dedicação não há paixão.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria? Porque?
Uma egua chamada Exotica, ela me ensinou a vencer os meus medos e a me desafiar. Eu sempre podia voar mais alto com ela.

O que seu cavalo representa pra você?
Representa um amor que eu nunca imaginei existir. E que cair faz parte para você crescer a melhorar, o meu cavalo me ensina e me orgulha todos os dias.

Hipismo&Co

Hipismo&Co

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Fotos: Arquivo Pessoal Larissa

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Bruna Vital

Faz algum tempo que não temos entrevista aqui no Hipismo&Co. Hoje quem vem aqui contar um pouco da sua vida de amazona é a Bruna. Vejam abaixo as respostas dela.

Hipismo&Co

 

Nome:
Bruna Vital

Nome do cavalo:
Iresa
Onde monta:
Hípica Vento Leste (HVL)
Modalidade/altura/categoria:
Salto/0,80m/ Intermediário
Quando você começou no hipismo? Você se lembra na primeira vez em uma hípica?
Eu comecei há 5 anos no Haras Pégasus, depois fui para o Haras Niemeyer, depois fui para o Haras Samurai e depois para a Hípica Vento Leste.
Qual foi sua prova inesquecível?
Todas que eu participo são inesquecíveis.
Você tem algum ritual antes da prova?
Sim, falo com o meu cavalo.
Qual seu concurso preferido no Brasil?
Brasileiro de Amazonas.
Qual seu idolo no esporte?
Doda Miranda
Existe alguma prova que você gostaria muito de participar?
Olimpíadas
O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Gosto principalmente dos cavalos. Não mudaria nada.
O que o hipismo mudou na sua vida?
Mudou tudo.
Você tem algum filme ou mùsica que te inspira nos seus treinos? Qual?
Sim, o filme Flicka.
Qual cavalo que mais te deu alegria? E porque?
A minha égua Iresa, porque ela é minha primeira égua e que mais me traz alegria.
O que seu cavalo representa para você?
Minha égua representa tudo para mim.
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Fotos: Arquivo Pessoal Bruna Vital

 

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Victória Baena

Mais uma entrevista no Hipismo&Co com uma jovem amazona apaixonada por cavalos. A dessa semana é com a Victória.

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Nome:
Victória Baena

Nome do Cavalo:
Ainda não tenho um, mas os que monto atualmente chamam Jogo da Luz e Papa Léguas

Onde Monta:
Centro Hípico Granja Viana

Modalidade/altura/categoria:
Salto/ 90cm- categoria Principal

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?

Eu comecei dez anos atrás, quando tinha apenas 6 anos. É tanta história que acabo não me lembrando da minha primeira vez em uma hípica, mas me lembro da primeira vez que montei um cavalo. Foi em um lugar chamado Companhia dos Bichos em Cotia. Naquela época acho que devia ter uns 4 anos, quando chegou a minha vez de montar não queria mais sair de cima daquele cavalinho. A partir daí me apaixonei cada vez mais por esses lindos animais.

Qual foi sua prova inesquecível?
A prova que mais me marcou foi, sem dúvida, uma prova interna em 2007. Naquele ano eu tinha passado para a categoria 0,80m, era a minha segunda prova, na pista tinham obstáculos de 0,80m e também de 0,90m. Eu era bem pequena, assim como o cavalo: um árabezinho já com certa idade, chamado Harjaz. Eu passava pelas pessoas e só as ouvia conversando impressionadas de como nós dois, tão pequenos, íamos saltar uma prova daquela altura. Então quando concluímos nossa pista, lá estava o resultado no cronômetro. Aquela foi nossa última prova juntos e pra fechar com chave de ouro, nada poderia ter sido melhor do que um primeiro lugar e um galope da vitória! É uma ótima lembrança do Harjaz, que no mesmo ano já se juntou as milhões de estrelas no céu.

Você tem algum ritual antes da prova?
Toda vez que estou indo montar um cavalo para entrar no paddock, fecho os olhos e me imagino no galope da vitória com o Harjaz e peço que olhe por mim para que tudo corra bem.

Qual seu concurso preferido no Brasil?

Daqueles que posso participar, acho que é o Campeonato Paulista.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?

Gostaria de participar da Copa Agromen, pois é em uma hípica que nunca fui.

Qual seu ídolo no esporte?´

É a amazona australiana Edwina Tops-Alexander

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?

O que mais gosto é o fato de poder conciliar o encontro com meus amigos e andar a cavalo, podendo relaxar e dar um tempo de toda aquela rotina estressante da escola. Acho que eu construiria áreas, como piquetes, em que o cavalo pudesse se sentir mais a vontade e livre.

O que o hipismo mudou na sua vida?

Além de ocupar meus finais de semana, é um esporte que me ensinou a fazer escolhas com mais confiança. Certamente me ajudou muito no dia a dia.
 
Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
A música “I am not afraid” do Eminem, que me motiva muito, não importando as consequências. Minha frase preferida é: “We’ll walk this road together, through the storm/ Whatever weather, cold or warm”.
 
Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
O cavalo que me deu mais alegria foi o Harjaz, porque além de ser um grande amigo, eu podia colocar toda a minha confiança nele. Ele não tinha maldade alguma e sempre quis me ensinar, pois mesmo nas quedas, dava para perceber que ele não fazia por mal. Várias vezes depois de me derrubar, ficava ali parado me olhando, ele não fugia correndo como os outros cavalos. Ficava se certificando de que eu realmente não estava machucada.
 
O que seu cavalo representa pra você?
Aqueles que eu monto representam muita coisa para mim, mas principalmente animais com quem posso me comunicar não somente pela fala, mas pelo olhar. Eles estão sempre lá com aqueles olhos grandes, parecendo que estão olhando além de mim.
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Fotos: Arquivo Pessoal Victória Baena

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Maria Renata França

Hoje quem responde as perguntas do Hipismo&Co é a amazona Maria Renata, que além de praticar hipismo é proprietária do Brechó do Hipismo.

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Nome:
Maria Renata França

Nome do Cavalo:
Furly, Jovial du Prelet, Royal Nikio, SL Visigodo V, Northerns Lights GMS, Leona e Kywilly JC

Onde monta:
Teresópolis Golf Club (em Teresópolis, onde meus cavalos ficam estabulados) e Centro Hípico Pedra Branca (de um grande amigo, Eric Souto, que me empresta alguns cavalos para treinar)

Modalidade/altura/ categoria:
Faço salto, mas já participei de competições de adestramento e CCE.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei em 1997 na escolinha do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Foi a primeira vez que pisei numa hípica ou tive contato com o hipismo.

Qual foi sua prova inesquecível?
Acho que toda prova é inesquecível, sempre  aprendemos alguma coisa. Acho que consigo me lembrar de todas as competições que participei até hoje.

Você tem algum ritual antes da prova?
Chegar sempre de manhã bem cedo e soltar meus cavalos onde der, seja um redondel, um picadeiro, um pedacinho de terra. Acho importante eles se divertirem tanto quanto eu.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Acho importante os concursos que priorizam o bem estar dos cavalos, com boas cocheiras, boas instalações, bom piso, etc. A Copa de Amadores e Cavalos Novos que aconteceu em Julho no Paddock e o concurso do Haras Equiprime em junho foram exemplos de concursos excelentes para se saltar. O pessoal da Escola de Equitação do Exército também recebe muito bem os animais, com cocheiras amplas e arejadas, piso bom e distensão também.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Gosto de coisas novas. Gostaria de um dia entrar numa prova de rédeas ou potência, ou ainda um páreo de amadores.

Qual seu ídolo no esporte?
São muitos, não quero ser injusta e esquecer alguém.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
O que eu mais gosto é o contato com meus cavalos. Não preciso nem monta-los para ficar feliz, só estar perto deles basta. Eu mudaria muita coisa, como a mentalidade das pessoas que consideram cavalo um artigo esportivo que você troca quando não serve mais, mudaria a teoria de que “barrar” o cavalo de leve não tem problema e todo mundo faz ou a ideia de que só importa o resultado final, além de dezenas de outras coisas que acho que estão sendo feitas de forma errada.

O que te inspira nos seus treinos?
Gosto de assistir no Youtube as pistas dos grandes cavaleiros internacionais, assim como algumas dicas de exercícios e ginásticas para fazer com meus cavalos.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Impossível citar um só. Desde que comecei a montar, tive 8 cavalos. Sete deles estão comigo até hoje e um deles perdi precocemente de cólica. Jamais vendi um cavalo, aposentei todos, desde meu primeiro cavalo que pulou 0,80m comigo até os que pularam 1,20m. Amo todos por igual, me dão alegrias iguais. Não posso deixar de citar o Mambinho (Mambo Itapuã), cavalo de minha grande amiga Patrícia Vianna, que enquanto esteve emprestado comigo me deu inúmeras alegrias e o título de vice campeã estadual. Graças a deus, ele também está aposentado, gordo e feliz, como todo cavalo merece viver.

O que seu cavalo representa pra você?
Meus cavalos representam tudo pra mim. Estão comigo há 10, 12, 14 anos, e estarão comigo por quantos anos mais eles viverem. Por eles eu faço tudo, deixo de pagar até meu plano de saúde para pagar a conta veterinária deles, ponho sempre o bem estar deles a frente do meu.

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Você e seu Cavalo no Hipismo&Co:
Gabriela Scharf

A entrevista de hoje no Hipismo&Co é com uma amazona da modalidade adestramento. Vejam a entrevista e conheçam a Gabriela e seu cavalo Ícaro.

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Nome:
Gabriela Scharf

Nome do Cavalo:
Ícaro da Mata

Onde monta:
Centro Hípico Pedra Branca – Niterói – RJ

Modalidade/altura/ categoria:
Adestramento, Média I

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei no hipismo aos 11 anos de idade. Sempre gostei de cavalos, então meus pais resolveram me matricular para ter aulas de equitação. Comecei no salto, mas em 2010 participei do Campeonato Carioca de Adestramento, a partir daí me apaixonei e comecei a me dedicar a esta modalidade.
A primeira vez que estive em uma hípica eu fiquei encantada, pois achava os cavalos enormes e maravilhosos.

Qual foi sua prova inesquecível?
A minha primeira prova de Adestramento com meu primeiro e atual cavalo, Ícaro da Mata. Ele já foi um cavalo extremamente assustado, na nossa primeira prova, que foi na etapa do Campeonato de Adestramento Nacional (CAN) no Rio de Janeiro em Deodoro, no primeiro dia ele se assustou no meio da reprise,  apesar de termos concluído a reprise,  fiquei muito triste e aborrecida, com medo de não obter sucesso na prova. Porém, no segundo dia de prova, fizemos uma reprise espetacular, que nos garantiu o primeiro lugar nessa etapa do CAN. Hoje ele é um cavalo muito mais calmo e receptivo, graças aos cuidados e ao carinho que ofereço a ele.

Você tem algum ritual antes da prova?
Gosto de assistir filmes e escutar músicas inspiradoras, que façam meu coração bater mais rápido. Também converso muito com meu Ícaro, isso ajuda a nos acalmar e a nos concentrar.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Gosto muito de assistir ao Athina Onassis Horse Show. O mais importante que já participei foi da etapa do CAN, em 2011, que também é maravilhoso.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Sim. Gostaria muito de participar de todas as etapas existentes em um ano do CAN, que ocorrem em diversos estados.

Qual seu ídolo no esporte?
Gosto muito do Edward Gal.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
A oportunidade de sentir vários corações de cavalos batendo em um mesmo lugar. Aqui, no Rio de Janeiro, gostaria que as hípicas também focassem no Adestramento, não somente no Salto, que é o que acontece. E com certeza, garantiria maior apoio financeiro e diminuição de custos no esporte, aos cavaleiros de base que, como eu, querem “ser alguém” no hipismo.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Tudo. Hoje sou uma pessoa com ideais, pensamentos, características, rotina, enfim, tudo diferentes, graças ao maravilhoso esporte que os cavalos me permitem praticar.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Sim. Secretariat é um filme que me traz muita alegria e coragem.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
O meu atual cavalo é o que mais me traz alegria. Meu Ícaro faz de mim uma pessoa melhor e de bem com a vida, sempre.

O que seu cavalo representa pra você?
Ele é minha inspiração, minha força de vontade, minha coragem pra seguir em frente, minha motivação, minha alegria, meu orgulho, minha confiança, meu melhor amigo.

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Karina Oliveira

Terça é dia de entrevista no Hipismo&Co. A entrevistada dessa semana é a jovem do Amazonas, Karina.

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Nome:
Karina dos Santos Oliveira

Nome do Cavalo:
CH Supremo, CH Quinoa, CH Absolut e CH Kill Bill

Onde monta:
Clube Hípico do Amazonas (CH)

Modalidade/altura/ categoria:
Salto/ 1,00m / Jovens Cavaleiros

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Uma amiga me levou no SHNL (aonde ela montava), lá montei o cavalo Scamp e foi a partir desse dia que comecei a gostar do hipismo. No final de 2010, comecei a ter aulas de equitação, o amor pelos cavalos estava cada vez mais forte. Minhas primeiras aulas foram na Sociedade Hípica Nilton Lins.

Qual foi sua prova inesquecível?

No Circuito das Orquídeas em Brasília, fiquei em segundo lugar entre 55 concorrentes, nesse dia fiquei muito feliz por causa do resultado.

Você tem algum ritual antes da prova?
Sim, rezo e tento ficar calma antes de entrar na pista.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Athina Onassis  e qualquer competição nacional.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Athina Onassis e Rolex Fei World Cup.

Qual seu ídolo no esporte?
Doda Miranda e Marcus Ehning.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Além de montar, gosto de ver meus cavalos e encontrar meu meus amigos lá do CH, que são minha segunda família.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Sim, hipismo mudou muita coisa, me ensinou a ter confiança e aprender pelos meus próprios erros.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Filme Flicka 3 e a música White Horse da Taylor Swift.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Pojuquinha, com ele tive muitas vitórias em 2011, foi com ele minhas primeiras quedas, refugos, vitórias e derrotas. Lembro quando só corria sem parar, saltava cercas e só brigava com os outros cavalos, mas pra mim era um ótimo cavalo.

O que seu cavalo representa pra você?
Os meus cavalos representam tudo, minha paixão. Eles são como meus melhores amigos, amo muito meus cavalos, não sei como descrever o amor que sinto por eles.

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Beatriz Lopes da Silva

Conheçam a jovem amazona Beatriz na entrevista da semana no Hipismo&Co.

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Nome:
Beatriz Lopes da Silva

Nome do Cavalo:
TornadoOnde monta:
Centro Hípico Santa Rosa, Bebedouro – SP

 

Modalidade/altura/categoria:
Salto, 0,90m, Escola

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez que esteve em uma hípica?

Comecei em setembro de 2008, na Hípica do Paulão em Bebedouro. Morria de medo de montar, no final de 2009 fui para o Centro Hípico Santa Rosa e estou progredindo muito.

Qual foi sua prova inesquecível?

Com certeza o Campeonato Brasileiro de Escolas, em 2012. Estava muito nervosa, pois era meu primeiro campeonato brasileiro. Meu cavalo é muito estressado em competições, ainda mais quando tem movimento grande no local. Mas tudo deu certo e fui a campeã.

Você tem algum ritual antes da prova?

Sim, conversar bastante com meu cavalo e rezar.

Qual seu concurso preferido no Brasil?

Athina Onassis Horse Show.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?

Olimpíadas.

Qual seu ídolo no hipismo?

Rodrigo Pessoa.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?

Gosto muito é de ir nas baias, pois lá temos um “momento especial” com nosso querido amigo. Não mudaria nada, pois tudo já é perfeito do jeito que é.

O que o hipismo mudou na sua vida?

O hipismo  me fez ter paciência, me mostrou que nem sempre as coisas acontecem como queremos, que em certas horas não vamos ganhar, que mesmo em momentos difíceis não devemos desistir nunca.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?

A música do filme Spirit o Corcel Indomável, chamada “É  hora de lutar”.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?

Tornado, pois ele é meu companheiro faz anos, desde provas de varinha no chão até agora, em que estou treino para fazer bonito no 1,00m.

O que seu cavalo representa para você?
Minha vida, minha paixão, meu verdadeiro amigo.

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Se quiser participar dessa seção. Nos envie suas respostas com no mínimo duas fotos para o e-mail contato@hipismoeco.com.br

Fotos: Arquivo Pessoal Beatriz Lopes

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Chiara Vergamini Alloza

A entrevista da vez aqui no Hipismo&Co é com a amazona Chiara de São Paulo.

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Nome:
Chiara Vergamini Alloza.

Nome do Cavalo:
Não tenho um cavalo, mas monto a Juanita e o Chileno.

Onde monta:
Sociedade Hipica Paulista (SHP).

Modalidade/altura/ categoria:
Salto, 0,60 m, categoria preliminar.

Quando você começou no hipismo?
Comecei a montar em 2008 em pôneis.Só comecei a saltar com cavalos em 2011.

Qual foi sua prova inesquecível?
Foi a III Etapa Metropolitana, em que eu fiquei em primeiro lugar.

Você tem algum ritual antes da prova?
Não, mas sempre engraxo a bota antes da prova.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Copa São Paulo

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Gostaria de participar de um Derby

Qual seu ídolo no esporte?
Rodrigo Pessoa

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
O que mais gosto é poder estar perto dos cavalos. E gostaria de mudar o tamanho das baias da escolinha.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Mudou os meus horários no final de semana, agora tenho que dormir antes do que estava acostumada nas sextas-feiras e acordar cedo para ir montar. E também aumentou meu amor pelos animais, principalmente pelo cavalo que muitos temem.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Sim vários, mas o que mais me inspirou foi um livro chamado “The eighty dollar horse” que narra a historia de um cavalo chamado Snow Man que seria abatido.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
A Juanita, ela que me ensinou tudo.

O que seu cavalo representa pra você?
Um anjo. Sem eles eu não sei o que faria.

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Agatha Damberg

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Nome:
Agatha Damberg, 17 anos.

Nome do Cavalo:
Meu cavalo se chama Trovão.

Onde monta:
Já montei no Centro Hípico de Cotia (CHIC), Hotel Fazenda Hípica Atibaia (HFHA), Hípica Equilibre, e algumas aulas na Hípica Morumbi e adestramento na Lorian Matarazzo. Atualmente monto na Sociedade Hípica Paulista (SHP), mas no início desse ano fui morar na Flórida, onde trabalho com equoterapia e treinamento de cavalos no TiAnViCa Riding Academy e tenho aulas de salto do English Oaks Equestrian Center.

Modalidade/altura/ categoria:
Já fiz um pouco de tudo: adestramento, tambor, enduro, mas meu coração mesmo está no salto. No início deste ano antes de vir para os EUA eu estava competindo em provas de  0,90m.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Minha vó diz que eu comecei a montar com 3 anos. Lembro de um acidente que aconteceu em um dos primeiros dias das aulas de equitação. Eu estava montando Piaget, o cavalo professor da hípica, que devia ter em torno de 26 anos. Eu, sabendo muito pouco como controlar o cavalo, estava deixando ele andar para onde queria e fazer o que queria. Não sei exatamente como aconteceu, mas só sei que ele decidiu deitar naquela areia fofa. Saí rolando para longe, por sorte não fui esmagada.

Qual foi sua prova inesquecível?
As provas internas da SHP são as minhas favoritas. É um ambiente legal, com todas as amigas torcendo, gritando, cantando no reconhecimento e é sempre divertido na hora da premiação. Tudo pode acontecer nessas provas. Já aconteceu de um gato entrar na pista na frente do meu último obstáculo (e eu com o tempo perfeito), do meu cavalo não estar selado em tempo, de chegar no aquecimento muito tarde ou muito cedo, abrir/fechar a pista e ganhar primeiro lugar. E várias outras coisas. São esses momentos que eu mais gosto em provas, isso que faz toda a experiência divertida e não só sair de uma competição cheia de medalhas e escarapelas.

Você tem algum ritual antes da prova?
Não tenho um ritual de prova exato, além de cantar todas as músicas que tocam na hora do reconhecimento de pista.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Não tenho um preferido, gosto de assistir todos e participar dos que posso.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Olimpíadas. Hahaha, brincadeira. Um sonho muito distante. Quero participar de alguma prova em Wellington, nos EUA.

Qual seu ídolo no esporte?
Além dos brasileiros mestres como Pessoa, Doda e Luiza Almeida, gosto da australiana Edwina Alexander.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
O que eu mais gosto são as experiências que o hipismo proporciona. Sejam as provas, as amigas sempre te apoiando e torcendo, conhecer gente nova. Aqueles que montam sabe como é louca sensação de um salto mais alto, uma pista bem feita, um relincho do seu cavalo quando você chega com cenoura, ou um simples olhar dele com as orelhas pra frente enquanto você vai embora. Gosto muito disso.
O que eu mudaria provavelmente seria o esquema de conseguir patrocínio. Principalmente no salto, que é uma modalidade cara e disputada. Sim, uma mensalidade em uma hípica não é um valor assustador, mas uma vez que você começa a ganhar gosto pela coisa e quer poder participar de mais coisas e mais provas, o preço começa a subir e você precisa abrir mão de muitas coisas. Eu sou uma dessas pessoas, não subi de categoria por falta de cavalo, não vou em prova de 3 dias porque não consigo. Eu gostaria que fosse mais fácil conseguir patrocínio, tem muita gente por aí com talento e que precisa de um encorajamento e apoio.

O que o hipismo mudou na sua vida?
O hipismo é a minha vida. Mexer com cavalos é o que eu faço a minha vida inteira e o que eu vou continuar fazendo.

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Não tenho nenhum filme ou música específica, mas eu assisto muito um seriado chamado Heartland que me deixa morrendo de vontade de fazer o que a protagonista faz. Em um episódio ela estava experimentando Trick Riding e eu fui experimentar Volteio por causa dessa cena.
Música country é ótima pra ouvir enquanto está fazendo um passeio na trilha ou algo do tipo.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
O meu. Ele veio de uma cidadezinha pequena no interior de São Paulo chamada Varpa. Ganhei ele quando nós dois tínhamos 10 anos de idade. Ele veio de uma fazenda onde era muito maltratado, portanto tinha medo de tudo e de todos. Com o tempo ele foi se acostumando e acalmando. Ensinei ele a saltar e a passar no tambor. Ele é meu maior orgulho!

O que seu cavalo representa pra você?
Meu refúgio. Onde eu posso ir quando o dia foi ruim. Estar com os cavalos é a melhor parte do dia. Nada que um bom galope não resolva.

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Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Nicolle Margeotto

Chegou o dia da entrevista no Hipismo&Co. A amazona Nicolle de São Paulo nos conta um pouco da sua vida hípica.
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Nome:
Nicolle Pantoja Margeotto

Nome do Cavalo:
Tenho 2. O Dream Makker Imperio Egipcio e a Catitta

Onde monta:
Helvetia Riding Center – Indaiatuba – SP

Modalidade/altura/ categoria:
Me dedico ao Salto. Acabei de subir para a altura de 1,30m e salto pela categoria Pré-Junior.

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Minha ligação com os cavalos começou quando eu tinha 1 ano e meio, que foi quando subi pela primeira vez em um cavalo junto com meu pai. Desde de pequena nunca demonstrei medo pelo animal e sim grande interesse e compaixão. Aos poucos, quando atingi os 6 anos, resolvi iniciar aulas de hipismo por simplesmente gostar do animal e em seguida me apaixonei perdidamente, tanto pelo esporte quanto pelos cavalos. Aos 8 anos, participei de minha primeira prova de salto na extinta categoria Equitação Fundamental.
Não me lembro de muita coisa da primeira vez que estive em uma hípica, mas sei que me senti completamente entusiasmada e de acordo com meus pais, já demonstrava interesse pelo hipismo.

Qual foi sua prova inesquecível?
É difícil citar apenas uma prova inesquecível, porque acredito que várias delas tiveram uma grande importância para o que sou e onde estou hoje. Todas elas tiveram momentos inesquecíveis! Como quando eu dei meu primeiro galope da vitória, ou quando eu fui campeã pela primeira vez, ou até mesmo todas as provas que eu fiz na categoria Fundamental nas quais eu fazia as vezes menos de 0,05 centésimos do tempo ideal. Hoje dou muita risada de lembrar de tudo isso. Mas quero fazer um pequeno comentário a respeito de uma prova que saltei recentemente em Florianópolis – a primeira seletiva para o Campeonato Americano e Sul Americano da Juventude – sendo que era minha estreia na série 1,30m. Tive a oportunidade de experimentar tudo naquela prova, mas acima de tudo, tirei uma lição não só do hipismo, mas de vida também. Se não fosse por pequenos erros que cometi nessa prova, jamais teria chegado aonde minha consciência me levou. E por isso, essa prova vem sendo umas das mais importantes provas que já fiz. Ela me levou a refletir sobre algo que vou levar para a vida inteira.

Você tem algum ritual antes da prova?
Quando chego em qualquer concurso costumo ir direto para as baias onde estão meus cavalos, para ver se estão bem, se comeram e se está tudo em ordem. Antes da minha prova começar, sempre procuro me focar o máximo em o que devo fazer. Tendo visto alguns concorrentes vou montar e aqueço meus cavalos, antes de entrar na pista sempre rezo e assim que entro faço o sinal da cruz, tanto em mim, quanto em meus cavalos.

Qual seu concurso preferido no Brasil?
Para mim hoje, acredito que os mais importantes do Brasil são o Athina Onassis e o famoso The Best Jump. Ambos são incríveis de se ver.

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Existem várias, como o Americano da Juventude e mais para frente o Athina Onassis, o The Best Jump, o The Global Champions Tour, o Rolex FEI World Cup, o Pan-americano, e também as Olimpíadas.

Qual seu ídolo no esporte?
Tenho vários, mas os que mais acompanho são a Edwina Alexander, Meredith Beerbaum, Steve Guerdat e Eric Lamaze. Mas também tenho um ídolo bem próximo de mim, o qual sei que esta sempre do meu lado, o cavaleiro Vitor Alves Teixeira.

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Gosto muito de estar perto deste seres verdadeiros que são os cavalos, muitas vezes fico mais com eles do que com meus amigos. Também gosto do fato de que as famílias se reúnem, do espírito de vitórias dos concorrentes (o que muitas vezes tornam as provas mais emocionantes) e do próprio clima de competição. É muito bom! Mas ao mesmo tempo, eu acredito que a competitividade vem aumentando muito principalmente entre os pais. Muitos esquecem que seus filhos ainda são jovens e apostam neles para competir com outras famílias, como se dissessem “tenho cavalos melhores” ou “meu filho é melhor”. Isso eu acho que é algo muito triste, porque passa a ser inconsciente e eles deixam de ver a realidade e apenas se preocupam com a competição.

O que o hipismo mudou na sua vida?
Realmente muita coisa. Penso em cavalo 24 horas por dia e as vezes acho que só sei falar sobre isso. Para ter uma ideia, já faz mais de 3 anos que não vou em uma festa como todas as outras garotas da minha idade estão acostumadas. Vivo entorno do hipismo e da dedicação aos estudos. Pra resumir, não sei como viveria sem os cavalos. Eles são meu tudo! São minha vida!

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Ah, nunca parei pra pensa nisso. As músicas que escuto com frequência quando vou montar são Don’t You Worry Child, Scream and Shout, Titanium, 93 Million Miles e Stand Up (For The Champions). O filme eu diria que Flicka é um que eu amo, assistindo ele aprendi que as vezes você tem que quebrar barreiras para se encontrar.

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Cada cavalo teve uma importância muito grande na minha vida. Com cada um eu consegui aprender algo novo. Mas hoje, acredito que a mais importante é a minha égua Catitta, estamos juntas à um ano e meio. Ela é minha parceira e o que me deixa mais feliz a respeito dela, é que ela é uma égua que vem ganhando experiência junto comigo. A cada prova, eu vejo ela evoluir, e melhorar. Então não digo que seja alegria de vitórias, mesmo ela já tendo me dado algumas. Digo a alegria de ver seu trabalho evoluindo, ver que esta funcionando. Eu acho lindo quando conseguimos ver um cavalo evoluir.

O que seu cavalo representa pra você?
Para mim, o cavalo não é simplesmente um cavalo. Ele é mais que isso. É um melhor amigo. É como em um casamento,  ele esta ali para você na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Ele é fiel e verdadeiro em relação à seus sentimentos. Ele te aceita como você é. Te permite ser livre. Os cavalos nunca vão te abandonar, independente do momento. Acredito que são melhores que muita gente. Não vejo uma vida para mim sem cavalos. Eu os amo muito e serei sempre fiel a eles!

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