Lei a favor dos rodeios e das vaquejadas

Aprovar ou não a lei que protege os esportes de rodeio?

O Projeto de Lei n° 1.767/2015 de autoria do Deputado Federal Capitão Augusto, que define como patrimônio cultural imaterial do Brasil o Rodeio, a Vaquejada e expressões decorrentes, foi aprovado na Câmara de Deputados e enviado ao Senado Federal, onde recebeu o n° PLC 24/2016.

Este Projeto de Lei (PLC 24/2016) encontra-se sob consulta pública no Senado Federal (e-cidadania), sendo que todos podem opinar e, assim, demonstrar aos Senadores(as) a posição da opinião pública.

A proposta é que as modalidades dos esportes de Rodeio, como a vaquejada,  provas de laço, apartação, bulldog, provas de rédeas, provas dos três tambores, team Penning,  work Penning,  paleteadas e outras provas com cavalos, sejam consideradas  manifestações da cultura nacional. É uma tentativa de acabar com a discussão de uma possível proibição desses esportes.

Se você quiser votar a favor ou contra essa lei clique aqui.

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Chapéus de cowboys ou capacetes?

Atletas de modalidades Western ainda usam chapéus e resistem a usar capacetes.

Em provas de laço, tambor, apartação e outras modalidades de cowboys podemos ver muitos chapéus, mas quase nenhum capacete.

Parece que eles não se preocupam tanto com a segurança e querem estar “traiado” (como eles mesmos dizem) o tempo todo. Mas hoje descobri um grupo no Facebook de cavaleiros e amazonas western que já estão aderindo ao capacete e acharam uma solução para manter o estilo de cowboy.

Colocaram as abas dos chapéus de cowboy no capacete. Vejam abaixo alguns modelos criados pelo pessoal do grupo.

chapéus

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Quem quiser ver como faz é só entrar no grupo, lá tem um tutorial ensinando.
O grupo se chama HellHat Posse, clique aqui para acessar.

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Western X Clássico

Qual é seu mundo equestre? Western ou Clássico?

Quem acompanha o blog sabe que sou do hipismo clássico, mas confesso que gosto do mundo western, no melhor estilo cowboy. Acompanho algumas pessoas do meio western nas redes sociais e algumas vezes fico sem entender os termos que usam.

Por isso pesquisei o significado de alguns dos termos que os cowboys usam e nós do hipismo clássico não conhecemos. Veja abaixo os significados que descobri.

Cavalo Capão – Cavalo castrado

baia – Cocheira

Cavalo veiaco – cavalo Bravo

Bota Texana – Bota de hipismo

Arreio – Sela

Traia – equipamento hípico

Barda – vício de cavalo

Se você conhece outras palavras do meio westren que eu não coloquei aqui, me conte nos comentários.

western

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Show ou evento esportivo equestre?

Semana passada assisti pela internet uma prova de três tambores que foi um verdadeiro show.

Não acompanho muito as provas da modalidade Três Tambores, mas vi pela internet a prova show que aconteceu no dia 15/08 no Haras Two Brothers que fica em Umuarama no Paraná.

No começo me assustei com a super produção, efeitos de luzes, som e um narrador muito animado. Mas depois entendi que tudo isso faz parte do show. Com esse espetáculo eles atraem público e tornam o evento mais divertido e dinâmico.

Assistindo ao show, me perguntei porque as provas de hipismo clássico são tão monótonas. Claro que achei várias respostas, como: os cavalos poderiam se assustar, a modalidade é clássica e não combina com música alta nem luzes piscando. Mas confesso que mesmo assim fiquei com um pouquinho de inveja do pessoal do Tambor. Pois eles parecem se divertir bem mais que o pessoal do Salto, ou ainda do adestramento.

Durante o show ri dos comentários do locutor, que pareciam deixar os concorrentes ainda mais nervosos e algumas vezes achei tudo aquilo cafona, como por exemplo um áudio que disparava a frase “Prepare-se”, em um tom de suspense. Mas no final entendi o propósito e achei que o que vale é a diversão.

O campeão da prova Slot ZD&EK ganhou R$100.000,00. O grande vencedor foi o cavaleiro Lauri Gularte montando o cavalo RED FAME EK.

show
Lauri Gularte vencedor Slot ZD&EK com RED FAME EK

 

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Amazona com 84 anos nas provas de três tambores

Essa amazona é uma inspiração para os jovens dos esportes equestres.

Ardith Bruce é uma amazona que com 84 anos continua competindo em provas de três tambores com cavalos. Ela mora na cidade de Fountain no Colorado, nos EUA e ela mesma treina seus cavalos.

Acho que após ver essa foto abaixo nenhum cavaleiro ou amazona irá reclamar de ficar cansado ou de ter feito muito esforço para montar um cavalo.

amazona

 

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Cavaleiro morre em trágico acidente no Paraná

Morre cavaleiro em acidente com caminhão de transporte de cavalos.

O cavaleiro quartista Marco Antonio Ribeiro dos Santos , popularmente conhecido como “Marquinho Preto”, faleceu hoje em um trágico acidente. Nascido na cidade paranaense de Cascavel, em fevereiro de 1973, faleceu hoje aos 39 anos quando se dirigia para um evento da NBHA-PR na cidade de Maringá.

Segundo o site g1.globo, o acidente ocorreu por volta das 11h30 no município de Tapejara (PR), colidindo seu caminhão com outro utilizado para transporte de cana. Seu veículo pegou fogo e os dois cavalos que transportava da raça Quarto de Milha, o tordilho Quick Apollo Dee RCH e a égua Miss King Dash ADP, também morreram carbonizados.

Ele era treinador de cavalos e exercia a profissão há muitos anos. Bastante conhecido no meio quartista, trabalhou para destacados criadores paranaenses, como Antonio João de Oliveira – em torno de 18 anos -, Marcos Gevert, Osmar Faria e atualmente para Arlindo Dal Pizzol Neto.

Segundo o médico e criador Antônio João, para quem Marquinho trabalhou por mais de 18 anos, disse que ele sempre mantinha um sorriso estampado no rosto e gostava muito de ajudar as pessoas. “É muito triste. Estivemos juntos no sábado em Cascavel na prova de Três Tambores durante a Expovel. Agora esta tragédia!”, lamentou consternado o criador.

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Fonte: ABQM

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Adestramento, Rédeas ou Três Tambores?

Algumas semanas atrás publiquei um post sobre o acidente do piloto Michael Schumacher e mostrei o vídeo da matéria do Globo Esporte onde o campeão de Formula 1 participava de uma competição de Rédeas. Nessa reportagem o repórter diz que a modalidade era Adestramento. Tudo bem que Rédeas tem alguns movimentos similares ao Adestramento do Hipismo Clássico, mas o nome foi usado erradamente.

Essa semana o cavaleiro Matheus Machado Costa da modalidade Três Tambores saiu no jornal Gazeta do Povo aqui do Paraná e o título era: “Adestramento consagra atleta de São José”. Na primeira frase da matéria repetem o erro: “O paranaense Matheus Ma­­­­c­hado Costa é campeão mundial na prova de Três Tam­bores, uma modalidade de adestramento.” (vejam aqui a matéria)

Me pergunto de onde será que os jornalistas responsáveis pelas reportagens tiraram o adestramento. Mas mesmo com esses erros, fico feliz de os esportes equestres terem espaço na mídia.

Quem sabe esse post aqui do Hipismo&Co possa ajudar esses profissionais do jornalismo a conhecerem um pouquinho sobre nosso esporte e entenderem as modalidades.

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Cavalo Quarto de Milha é recordista por natureza

Já ouviram falar do garanhão Victory Fly da raça Quarto de Milha?

Ele é um recordista por natureza e faz jus ao seu Slogan “A Máquina do Tempo”. Em outubro de 2006 bateu o recorde Nacional dos 3 Tambores com o tempo de 17:026s e hoje mantém o recorde entre os garanhões com 16:823s. Agora ele foi aposentado das pistas mas continua sua carreira como reprodutor.

Vejam abaixo um vídeo que conta um pouco da história desse espetacular animal.

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Brasil é CAMPEÃO MUNDIAL de três tambores no IBHF World Cup na China

Nossos atletas Matheus Machado Costa e Bruna Tedesco Cortelini deram um verdadeiro show de velocidade na arena da cidade de Yinchuan na China. No Mundial de Três Tambores IBHF World Cup, a equipe brasileira se sagrou Campeã Mundial entre os 22 países participantes e levam pra casa a honraria máxima dos Três Tambores.

Após liderar o seu grupo que era composto pela Hungria e Panamá, o Brasil passou para as quartas de final onde enfrentou a China. Venceu a equipe anfitriã e passou as semi-finais para disputar uma das vagas na final junto com o Chile. O Brasil ganhou também da equipe Chilena e foi para a grande final junto com a Venezuela.

Na Final, Matheus registrou 15.875, que foi o menor tempo de todo o Mundial, e Bruna marcou 16.066 que foi o terceiro melhor tempo. Fazendo essa apresentação arrebatadora na finalíssima, não tinha como Brasil não levar o caneco pra casa. A felicidade de toda a delegação, composta também por nosso presidente Marcelo Delchiaro e por Kenny Knowlton, é indescritível. Nas próprias palavras de Matheus: “É inacreditável!”

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Fonte: NBHA

Você e seu cavalo no Hipismo&Co:
Ellen Enz

A entrevista da semana é com uma amazona da modalidade Três Tambores. Ellen além de praticar o esporte é proprietária da marca de camisetas Zenz Western.

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Nome:
Ellen Enz

Nomes dos Cavalos:
De prova o Kick Leo Brubaker e a Trouble Creek Cody. O potro e futuro garanhão Fire Water Ta Fame. E meu primeiro cavalo que esta aposentado Pepi.

 

Onde monta:
Rancho Faria, Apucarana-Pr

 

Modalidade/categoria:
Três Tambores, Categorias: Jovem Principiante C, Jovem C, e Feminino

 

Quando você começou no hipismo? Você se lembra da primeira vez em uma hípica?
Comecei as aulas de equitação na Sociedade Rural em 2011, alguns dias após assistir a uma prova de três tambores e ter ficado apaixonada pela modalidade. Nas competições comecei em fevereiro de 2012 quando mudei meu cavalo para o Rancho Faria.

 

Qual foi sua prova inesquecível?
Difícil citar apenas uma, pois cada prova guarda uma historia e um aprendizado diferente. Mas a que mais me marcou foi uma que, além de me trazer muita felicidade, também foi muito engraçada. Foi na Copa dos Campeões da ABQM em outubro de 2012 em Avaré, eu estava classificada com a egua Top Creek, de propriedade do meu namorado Octavio Faria, durante o ano eu corri 5 ou 6 provas com ela, sendo que apenas 2 deram certo, ganhei o congresso paranaense e me classifiquei para a copa, já nas outras fui penalizada por derrubar o tambor ou cai da égua.  A Top ja havia ganhando a categoria aberta junior com o Octavio com ótimos resultados, no dia de eu correr eu estava muito tensa pois havia meses que não corria com ela, não havia treinado, mas mesmo assim realizei a prova sem penalidades, na reta final eu só olhava para o placar para saber o tempo, quando a fotocelula parou em 17 ,633 e o locutor disse: e ela é líder!  Só pensei em comemorar por ser o meu primeiro 17 segundos, a hora que eu ia levantar o braço para comemorar a égua deu uma parada seca e eu cai para o lado, todos ficaram preocupados por causa da queda, mas em segundos eu me levantei e sai correndo comemorando e todos aplaudiram. Fiquei em 2° lugar, mas com certeza foi uma das minhas maiores emoções.

 

Você tem algum ritual antes da prova?
Sempre que estou no aquecimento, faço uma oração para mim e meu cavalo, agradeço pela oportunidade de estar competindo e antes de entrar na pista faço o sinal da cruz.

 

Qual seu concurso preferido no Brasil?
O NBHA-Pr, adoro o campeonato que acontece em  Maringá no Paraná.

 

Existe alguma prova da qual gostaria muito de participar?
Tenho muita vontade de correr o Rodeio de Barretos, se Deus quiser esse ano vai dar certo.

 

Qual seu ídolo no esporte?
Primeiramente, tenho muita admiração pelo Octavio Faria, que é quem me ensina, quem me abriu as portas e me deu oportunidade de montar e aprender com seus cavalos. Sou fã do treinamento, da tocada, e do cuidado dele com os cavalos.

 

O que você mais gosta no ambiente hípico? E o que você mudaria?
Não mudaria nada, amo cada coisa como é. Gosto principalmente de estar em contato com os cavalos, histórias e com as pessoas que vivem na mesma sintonia.

 

O que o hipismo mudou na sua vida?
Mudou toda a minha vida!

 

Você tem alguma música ou filme que te inspira nos seus treinos? Qual?
Suspicious Mind do Elvis Presley e Conquistando o impossivel do Luan Santana. Adoro essas musicas porque tocam em todas as provas. Quando as escuto sinto um friozinho na barriga com uma sensação muito boa de clima de competição.

 

Qual foi o cavalo que mais te deu alegria e porque?
Acho que essa vai ser a pergunta mais difícil de responder, pois todos os cavalos que tive a oportunidade de montar e competir me deram muitas alegrias. Mas em especial a Trouble Creek Cody, que foi minha companheira por mais tempo nas provas, além de ter me dado alegrias e titulos, a Trobinho me ensinou muito. E Kick Leo Brubaker, que com pouco tempo de competição, me surpreende com sua força, habilidade e com o tamanho do seu coração, cada vez que ele entra na pista sinto uma alegria que não cabe em mim, amo ver ele competindo e também competir com ele.

 

O que seus cavalos representam pra você?
Sem palavras para dizer o que eles representam, eles são a minha vida, minha alegria, meus planos, enfim eles são uma parte de mim.

 

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